Fenajufe e Fenajud oficiam CNJ e pedem suspensão do expediente em todos os órgãos do Poder Judiciário

Fenajufe e Fenajud oficiam CNJ e pedem suspensão do expediente em todos os órgãos do Poder Judiciário

Medida se justifica pelas orientações dadas pelas autoridades sanitárias mundiais, OMS, ISP, Ministério da Saúde e secretarias de Saúde dos estados, referente a pandemia do novo coronavírus e sua propagação.


Em ofício encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nessa segunda-feira (16), a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU (Fenajufe) e a Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados (Fenajud) solicitaram a suspensão do expediente ordinário em todos os órgãos do Poder Judiciário "até que a pandemia do COVID-19 esteja controlada no país". O documento é assinado pelos coordenadores das duas entidades: Costa Neto e Roberto Policarpo da Fenajufe; José Roberto e Guilherme Peres, pela Fenajud.

Acesse AQUI o ofício.

Não sendo possível a adoção de forma imediata, as Federações requerem que ao menos suspendam: o atendimento presencial ao público em suas unidades, estabelecendo o funcionamento em regime de plantão, com a permanência interna do mínimo possível de servidores e colaboradores terceirizados; as audiências presenciais; as sessões de julgamento presenciais e os prazos processuais não urgentes em conformidade com as medidas emergenciais adotadas por vários órgãos públicos do Poder Judiciário.

Nesta terça-feira (17), o estado de São Paulo registrou o primeiro caso de morte no Brasil devido a contaminação pelo novo coronavírus. O homem de 62 anos tinha diabetes, hipertensão e hiperplasia prostática.   Com isso, as entidades reiteram a suspensão que se justifica conforme as orientações das autoridades sanitárias mundiais, OMS (Organização Mundial da Saúde), ISP (Internacional de Serviços Públicos), Ministério da Saúde, e secretarias de Saúde dos estados.

A Fenajufe e a Fenajud também orientaram os Sindicatos de base, quanto a prudência e responsabilidade que o momento requer, à reavaliação dos atos e mobilizações coletivas no dia 18 de março, atentando-se às orientações e recomendações das autoridades sanitárias em suas localidades.

 

Raphael de Araújo, da Fenajufe e Cris Azevêdo, da Fenajud