Jornal Estadão - 12/06/2002
Mariângela Gallucci
Presidente do STF queria que última
parcela fosse paga aos servidores do Judiciário antes de 2005
O presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem ao presidente
do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, que é praticamente
impossível antecipar o pagamento da quarta e última parcela do plano de cargos
e salários (PCS) dos servidores do Judiciário, que representará reajustes consideráveis
para a categoria. Os dois se reuniram no fim da tarde de ontem no Palácio do
Planalto.
Pelo acordo fechado recentemente entre o Executivo e o presidente
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nelson Jobim, a adoção do PCS se dará em
quatro parcelas e será concluída em 2005. Mas alguns dos sindicalistas
consideram que 2005 é muito tarde e pediram a Marco Aurélio que tentasse
sensibilizar Fernando Henrique a antecipar a data.
O acordo entre os dois Poderes foi pressionado pela greve
realizada por cerca de 60% dos servidores do Judiciário da União. Em Brasília,
após quase um mês de paralisação e diante da proposta de adoção do PCS em
quatro parcelas, os funcionários dos tribunais resolveram suspender o
movimento.
Juízes - Apesar da concordância do governo, para que o aumento
seja de fato dado, o Congresso terá de aprovar o projeto que prevê o
estabelecimento do plano de cargos e salários. Se fosse aprovado como queriam
inicialmente os servidores do Judiciário, o PCS da categoria representaria um
acréscimo de despesa de R$ 3,2 bilhões.
Além desse plano, a Justiça encaminhou recentemente ao Congresso
um projeto propondo que os salários dos ministros e juízes da União sejam
reajustados.
Pela proposta, a maior remuneração no Supremo Tribunal Federal
passaria dos atuais R$ 14,1 mil para R$ 17,1 mil. Como conseqüência, haveria um
aumento em cascata para os ministros e juízes federais, trabalhistas e
militares.
Executivo - Com a aprovação final da CPMF, esta semana, a Câmara
voltará a votar projetos pendentes, entre eles, os que estabelecem correção de
salários para algumas categorias do funcionalismo público federal. Esses
reajustes, propostos pelo Executivo, representarão gastos de pouco mais de R$
200 milhões por ano.
Os líderes governistas deverão discutir com os líderes partidários
a aprovação desses projetos assim que a pauta da Câmara for desobstruída, o que
ocorrerá com a votação da medida provisória que instituiu o salário mínimo de
R$ 200.
Jornal do Comércio/Rj - 11/06 /2002
O presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem ao presidente
do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello, que é
praticamente impossível antecipar o pagamento da quarta e última parcela do
Plano de Cargos e Salários (PCS) dos funcionários públicos do Judiciário, que
representará reajustes consideráveis para a categoria.
O presidente do STF tentou ontem convencer o presidente a
antecipar o pagamento da última parcela do Plano de Cargos e Salários (PCS) dos
funcionários públicos do Judiciário, que dará reajustes importantes para a
categoria.
Pelo acordo fechado, recentemente, entre o Executivo e o
presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nelson Jobim, a
adoção do PCS se daria em quatro parcelas e seria concluída em 2005.
Sindicalistas, porém, consideraram que 2005 era muito tarde e
pediram que a Justiça se empenhasse para tentar antecipar essa data. Em
Brasília, após quase um mês de paralisação e diante da proposta de introdução
do PCS em quatro parcelas, os funcionários dos tribunais resolveram suspender o
movimento. Apesar da concordância do Governo para que o aumento seja dado, o
Congresso terá de aprovar o projeto que prevê o estabelecimento do PCS.
Além do PCS, a Justiça encaminhou há pouco tempo ao Legislativo
uma proposta sugerindo que os salários dos ministros e juízes da União seja
reajustado. Pela idéia, a maior remuneração no STF passaria dos atuais R$
14.100 para R$ 17.100. Como conseqüência, haveria uma elevação em cascata para
os ministros e juízes federais, trabalhistas e militares
Cosmo On Line/Campinas - 10/06/2002
21:38 - 10/6/2002 - GREVE NO TRT PODE TERMINAR NA TERÇA
Um documento do Supremo Tribunal Federal (STF), formalizando o compromisso do
governo em pagar o Plano de Cargos e Salários (PCS) aos servidores da Justiça
do Trabalho, poderá acabar nesta terça com a greve da categoria em Campinas.
Até o final da noite desta segunda, porém, a posição oficial do STF não havia
sido enviada aos sindicato da categoria
Jornal da Tarde/SP – 11/06/2002
PRESIDENTE DO STF PEDE ANTECIPAÇÃO DO
PLANO DE CARGOS
Marco Aurélio Mello pediu ao presidente
Fernando Henrique que antecipe o pagamento da última parcela do plano, de 2005
para uma data mais próxima
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio
Mello, esteve ontem com o presidente Fernando Henrique Cardoso para tentar
convencer o governo a antecipar o pagamento da última parcela do plano de
cargos e salários (PCS) dos servidores do Judiciário. Essa concessão representará
reajustes consideráveis para a categoria.
Pelo acordo fechado recentemente entre o Executivo e o presidente
do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nelson Jobim, a instauração do PCS se
daria em quatro parcelas e seria concluída em 2005. Mas os sindicalistas
consideraram que 2005 é muito tarde e pediram que o Judiciário se empenhasse
para tentar antecipar essa data.
O acordo entre os dois Poderes foi pressionado pela greve
realizada no mês passado por cerca de 60% dos servidores do Judiciário da União.
Em Brasília, após quase um mês de paralisação e diante da proposta de adoção do
PCS em quatro parcelas, os funcionários dos tribunais resolveram suspender o
movimento.
Apesar da concordância do governo para que o aumento seja dado, o
Congresso terá de aprovar o projeto que prevê o estabelecimento do plano de
cargos e salários. Se fosse aprovado como queriam inicialmente os servidores do
Judiciário, o plano de cargos e salários da categoria representaria um
acréscimo de despesa de R$ 3,2 bilhões.
Além do PCS, a Justiça encaminhou ao Congresso um projeto propondo
que os salários dos ministros e juízes da União seja reajustado. Pela proposta,
a maior remuneração no STF passaria de R$ 14,1 mil para R$ 17,1 mil. Em
conseqüência, haveria um aumento em cascata para os ministros e juízes
federais, trabalhistas e militares.
Com a aprovação final da CPMF, nesta semana, a Câmara voltará a
votar projetos pendentes, entre eles os que estabelecem correção de salários
para algumas categorias do funcionalismo público federal. Esses reajustes
representarão gastos de R$ 200 milhões por ano. Os líderes governistas deverão
discutir com os líderes partidários a aprovação desses projetos assim que a
pauta da Câmara for desobstruída, o que ocorrerá com a votação da medida provisória
que instituiu o salário-mínimo de R$ 200
Jornal Diário Popular/SP – 11/06/2002
Greve Do Judiciário Completa Um Mês
Os servidores do Judiciário federal fazem hoje “comemorações” simbólicas pelo
primeiro mês de greve da categoria. Serão servidos bolos e salgadinhos em dois
locais: diante do fórum trabalhista da Praça Alfredo Issa, na região central de
São Paulo, e do prédio do Tribunal Regional Federal, na Avenida Paulista. Ambas
as manifestações estão marcadas para as 14h.
A categoria está em greve há 35 dias pela implementação de um novo
plano de cargos e salários. Um projeto específico está tramitando na Câmara dos
Deputados. O Governo teria proposto, extra-oficialmente, um parcelamento para
implementar o plano.
Os sindicalistas consideram o prazo muito longo. Além disso,
reclamam que a proposta do Executivo não foi apresentada formalmente. Eles
prometem manter o movimento até que a proposta se torne oficial. Nesse caso,
ela será avaliada pelos servidores em assembléias.
Em São Paulo, nova assembléia está marcada para amanhã, às 14h,
diante do Tribunal Regional Eleitoral, na Bela Vista. Segundo o Sintrajud,
sindicato dos servidores, a greve atinge 70% da categoria.
Revista Consultor Jurídico - 10/06/2002
GREVE FESTIVA - SERVIDORES DO JUDICIÁRIO FEDERAL VÃO COMEMORAR GREVE
Servidores do Judiciário Federal, parados há 34 dias, decidiram
manter a paralisação enquanto o governo federal não apresentar proposta de
negociação para o Plano de Cargos e Salários do Judiciário à categoria. A
próxima assembléia estadual acontecerá na quarta-feira, às 14 horas, em frente
ao TRE.
Nesta terça-feira, os servidores da capital vão
"comemorar" o primeiro mês de greve com um ato-festa - com direito a
bolo e salgadinhos que serão levados pelos servidores que vão organizar uma
festa solidária.