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No Pará, categoria inicia greve por tempo indeterminado

O primeiro dia de greve dos servidores do Judiciário Federal do Pará foi de intensas mobilizações. Nesta terça (28), cerca de 100 servidores do TRE, TRT-8ª, JF, JM, com o reforço dos grevistas do MPU, se valeram de muito humor para tratar de assuntos nada engraçado, como a apatia do governo federal em relação ao reajuste da categoria e ao sucateamento do funcionalismo público.

Os servidores do Judiciário Federal do Estado vestiram coletes, pegaram apitos e faixas e mostraram determinação na luta pela aprovação do reajuste salarial. Insatisfeitos com o tratamento imputado pelo governo federal ao funcionalismo público, que tenta equiparar os salários dos trabalhadores com base nos menores valores, desvalorizando o trabalho prestado à sociedade, eles foram incisivos sobre a importância de depositar todas as energias para expandir a greve na capital e no interior.

Na ocasião, a notícia de que a Zona Eleitoral 64, no município de Salinópolis, no Pará, aderiu à greve em razão do anúncio de paralisação por tempo indeterminado, motivou ainda mais os servidores da sede, segundo informações do Sindiquinze-SP.

Unificação

Mais uma vez o ato público dos servidores do Judiciário Federal contou com o reforço de outras categorias, sinalizando sobre a importância da unificação nesse momento delicado a todos os servidores públicos. Os servidores do MPU participaram das mobilizações e mostraram organização e disposição para enfrentar a luta.

No Ministério Público Federal, os servidores estão em greve há duas semanas e acreditam que o descaso do governo com o salário dos servidores vai além de questões financeiras. “O MPU é um órgão que desempenha papel fundamental na sociedade, ele, por exemplo, fiscaliza os casos de corrupção nesse país. Por isso o governo desvaloriza os servidores com a crença de que desse jeito, desempenhamos nossos trabalhos desmotivados”, afirmou Murilo Abreu, servidor do MPU.

Banho amansa Dilma

Os grevistas percorreram as ruas do centro histórico de Belém, inclusive a servidora do MPU Adalgisa Abson, que se caracterizou de Dilma, esclarecendo a população sobre as causas do movimento paredista, com destino ao Ver-o-Pêso, maior feira de Belém. A ideia era encontrar um banho de cheiro para “amansar” a presidenta Dilma e fazer com que as negociações atendam as necessidades dos trabalhadores.

Com as indicações da erveira mais famosa do Pará, Beth Cheirosinha, o banho chamado “Amansa Braba” foi o escolhido. Segundo a erveira, a mistura é feita pelas ervas amansa braba, quebra chibança, disciplina, cala boca, chora nos meus pés, sentada calada e mão aberta, e para fazer efeito é preciso escrever o nome do alvo sete vezes em um papel, colocar dentro da garrafa para, em seguida, dar um banho na pessoa braba. O irreverente ato público chamou a atenção dos feirantes e da imprensa, que cobriu todo o movimento.

A música das “Grevetes”, gravada por servidoras do TRE-PA, foi apresentada na ocasião e também fez grande sucesso. A composição, além de mostrar o talento das companheiras, também protestou sobre a situação do servidor público.

Fonte: Sindjuf-PA/AP

 

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