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Servidores do DF se reúnem em assembleia nesta terça para discutir rumos do movimento

Nesta terça-feira (04), servidores do Judiciário e do MPU do Distrito Federal, em greve desde o dia 1º de agosto, se reúnem em assembleia geral, convocada pelo Sindjus-DF, às 16h, em frente ao STF. No encontro, a categoria vai discutir os rumos do movimento em defesa da revisão salarial.

De acordo com o Sindjus-DF, a assembleia também tem como objetivo avaliar as conquistas que categoria obteve nas últimas semanas. “De início, avaliamos que o cenário deste ano seria mais favorável do que no ano passado, a começar pelo fato de que, diferentemente do ministro Cezar Peluso, o atual presidente do Supremo, ministro Carlos Ayres Britto, se dispôs a levar em conta as nossas reivindicações no encaminhamento da proposta do orçamento do Judiciário ao Ministério do Planejamento”, avalia o Sindjus-DF, em boletim publicado em sua página na internet.

O sindicato avalia, ainda, que a categoria decidiu promover a greve, consciente que quanto mais forte e massiva, mais chance teria de conquistar a vitória. “O fato é que, diante de nossa greve, conjunta com a paralisação de grande parte dos servidores do Executivo, o governo Dilma foi obrigado a abandonar a política do reajuste zero. Essa foi nossa primeira vitória”, ressalta o Sindjus-DF.

Para o sindicato, o reajuste de 15,8%, oferecido pelo governo, não cobriria sequer metade da inflação acumulada nesse período. No entanto, nas conversas com o Sindjus-DF e com a Fenajufe, o ministro Ayres Britto se comprometeu a trabalhar para complementar a proposta do governo, de maneira que o reajuste ficasse em 33%, com a  GAJ (Gratificação de Atividade Judiciária) de 100% e com a redução de dois padrões da carreira. “Essa foi a nossa segunda vitória, mas ainda insatisfatória”, reforça o sindicato.

Na avaliação do Sindjus-DF, não há perspectiva de melhorar o reajuste de 33% no âmbito do Congresso Nacional, que tem até o final do ano para aprovar a Lei Orçamentária Anual (LOA), viabilizando a aprovação dos planos de carreira. “Nós conseguimos uma vitória, mas uma vitória parcial. Os 33% não chegam a ser 56%, mas estão longe do reajuste zero. Na verdade, obtivemos 59% da meta pela qual lutamos. Vamos discutir estes dados na assembleia de hoje e vamos definir os próximos passos de nossa luta”, explica a diretoria do sindicato.

Da Fenajufe, com informações do Sindjus-DF

Foto: Joana Darc Melo/Fenajufe

 

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