banner tv fenajufe

banner radio fenajufe

banner tv fenajufe

banner fenacast

banner tv fenajufe

banner radio fenajufe

banner tv fenajufe

banner fenacast

Sindicatos

Greve geral: Sintrajufe/RS se une a demais trabalhadores em grande mobilização contra a reforma da Previdência

"Bolsonaro, pode esperar; esta reforma não vai passar!". Essa e outras palavras de ordem ecoaram em centenas de cidades do Brasil durante essa sexta-feira, 14, quando os trabalhadores foram às ruas em defesa de Previdência pública e contra a PEC 6/2019 do governo Bolsonaro. Houve atividades de greve em mais de 100 cidades no estado. Em Porto Alegre, o dia foi marcado por um grande ato público unificado, no final da tarde, convocado pelas centrais sindicais e reunindo cerca de 50 mil pessoas no Centro da cidade. Antes disso, houve diversas atividades descentralizadas. O Sintrajufe/RS organizou atividades de "esquenta" que contou com a presença de diversos sindicatos e entidades representativas da advocacia e do movimento social. O movimento grevista atingiu todos os estados e o Distrito Federal (DF); o transporte público foi afetado em 21 das 27 capitais brasileiras e, em 19 delas, os ônibus não circularam. No Judiciário Federal e no MPU, a adesão foi de 19 sindicatos em 17 estados e no DF (no RS, além de Porto Alegre, a categoria participou da greve em diversas cidades – a relação completa e fotos serão divulgadas na segunda-feira).

Repressão marcou a madrugada

Na capital, na madrugada do dia 14, trabalhadores e estudantes, entre eles diretores e colegas da base do Sintrajufe/RS, fizeram piquetes na saída dos ônibus das garagens. Também houve bloqueio de trilhos da Trensurb. A Brigada Militar agiu com truculência, usando bombas de efeito moral, gás de pimenta, jatos de água e, a triste novidade, até espadas. O resultado foi um grande número de feridos, inclusive entre colegas da categoria. Mais de 50 pessoas foram presas, a maioria jovens.

Caminhada e "esquenta" na Justiça do Trabalho

Apesar de as administrações terem negado o pedido do Sintrajufe/RS para que não houvesse expediente, os colegas começaram, pela manhã, a concentração nas varas trabalhistas de Porto Alegre, onde foi servido salchipão como almoço. No início da tarde, em frente ao prédio, foi realizado o primeiro ato de "esquenta"; além de Porto Alegre, estavam presentes colegas de Canoas, Taquara, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Cachoeirinha. O diretor do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira deu informes sobre a greve no país e no estado. Lembrou que Jair Bolsonaro (PSL), "se aposentou aos 33 anos e agora quer que a população trabalhe até os 65". Chamando os colegas à mobilização, o dirigente ressaltou que a proposta do governo "nós derrotaremos com luta, com greve geral, como fizemos na reforma de Temer".

Para a juíza do Trabalho Valdete Souto Severo, representando a Associação Juízes pela Democracia (AJD) e a Fundação Escola de Magistratura do Estado do Rio Grande do Sul (Femargs), o projeto do governo Bolsonaro não se restringe ao desmonte da Previdência, mas avança para o desmonte do Estado. "A reforma ataca, sobretudo, quem ganha até dois salários mínimos; vai impedir o trabalhador de se aposentar", afirmou. A deputada federal Fernanda Melchionna (Psol-RS) afirmou que mesmo com as mudanças sugeridas na Câmara "o projeto segue sendo muito ruim". Para a deputada, é preciso seguir em frente, com a agenda dos trabalhadores, com o aumento das lutas unitárias, contra o projeto de retirada de direitos: "o Brasil é maior que Bolsonaro".

Priscila Voigt, da direção do Movimento de Luta nos Bairros Vilas e Favelas (MLB), afirmou que a reforma da Previdência, aliada à emenda à Constituição (EC) 95/2016, que congela investimentos públicos por 20 anos, jogará milhões de brasileiros na miséria. Para Priscila, é preciso fazer uma auditoria na dívida pública e cobrar dos sonegadores do INSS. A importância da unidade também foi ressaltada por Denis Einloft, representante da Associação Brasileira e da Associação Gaúcha de Advogados Trabalhistas (Abrat e Agetra). Ele afirmou que "A defesa dos direitos sociais e de uma existência digna" passam pela unidade de luta dos trabalhadores. Da mesma forma, Pietra Gomes Ferreira, do Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes, disse que somente juntos conseguimos lutar contra o retrocesso e nos fortalecer: "vamos resistir; eles não vão nos vencer".

Caminhada e "esquenta" na Justiça Federal

Das varas trabalhistas, os servidores saíram em caminhada pela Av. Praia de Belas, onde fizeram uma breve parada em frente ao TRT4, chamando os colegas à luta. Depois, seguiram até o Tribunal de Justiça do Estado, na Av. Borges de Medeiros, onde se somaram à atividade os servidores do Sindjus/RS (servidores da Justiça Estadual); do Simpe (servidores do Ministério Público Estadual); da Abojeris (oficiais de justiça do estado); do SindsPGE (servidores da Procuradoria-Geral do estado) e Sindpers (servidores da Defensoria Pública do estado). No caminhão de som, representantes das diversas entidades revezavam-se nas falas, explicando à população sobre os malefícios da reforma, como ela atingirá os mais pobres, mais especificamente as mulheres, e que a reforma não combaterá "privilégios".

Em frente à Justiça Federal, nova parada para mais um ato de "esquenta". A colega da JT Canoas Elaine Lídia Craus explicou que os trabalhadores estavam na luta contra os retrocessos. Ela falou sobre a importância de dar visibilidade aos protestos: "resistência a gente vai ver na rua; a gente não conquista nada em casa, mas na rua". O colega Olavo Chaves, do TRF4, falou também sobre as condições de trabalho e saúde dos servidores, criticando os problemas e a sobrecarga gerados a partir do processo eletrônico. Também é preciso lutar pela revogação da EC 95/2016, cujos efeitos já se refletem com a falta de reposição de servidores, e contra a extinção da Justiça do Trabalho, disse o colega Zé Oliveira, do TRF4: "com unidade, continuemos a luta além do dia de hoje". O diretor do Sintrajufe/RS Fagner Azeredo, representando a JF Novo Hamburgo, também falou sobre a permanência da mobilização. Ele ressaltou que "é na luta que gente derrota os ataques" e "é com unidade que a gente consegue a vitória, avançando dia a dia".

Ato unificado reuniu cerca de 50 mil pessoas

Da Justiça Federal, a caminhada seguiu rumo à Esquina Democrática. Ao longo do percurso, os manifestantes receberam apoio da população: palmas, palavras de incentivo, das janelas dos prédios, buzinas de carros. Na Esquina Democrática, dirigentes sindicais, parlamentares, representantes do movimento social se revezaram para falar sobre os malefícios representados pela reforma e a capacidade da luta unificada para vencê-la.

No maior ato público do ano em Porto Alegre, foram cerca de 50 mil pessoas que, ao final da atividade, seguiram em marcha até o largo Zumbi dos Palmares. Nas palavras de ordem, nas faixas e nos cartazes, havia também mensagens mostrando a resistência da educação, dos servidores contra a privatização, contra os desmandos dos governos de Eduardo Leite e Nelson Marchezan. Com o colorido de faixas, cartazes e bandeiras, a percussão, a dança, os participantes do ato mostraram que a luta é forte, difícil, mas também tem muito de alegria quando se luta junto.

 

Fotos: Otávio Fortes

Pin It

Sindjus-DF participa e compõe mesa de audiência pública no Senado em celebração ao Dia do Orgulho Autista

O coordenador de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Parlamentares do Sindjus-DF Cledo Vieira participou, na manhã desta terça-feira (18/06), da mesa da audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal em alusão ao Dia do Orgulho Autista, comemorado na data de hoje. Também estiveram presentes, pelo Sindicato, os coordenadores Abdias Trajano, Chico Vaz e Gisele Sérgio.

O coordenador Cledo Vieira, pai de gêmeos autistas de 12 anos, falou sobre a criação do Núcleo de Inclusão do Sindjus-DF, do qual é membro, e de sua importância na luta em favor das pessoas com deficiência. Falou ainda sobre as diferenças entre os órgãos do Judiciário e ramos do MPU no tratamento dado a servidores que são (pais de) pessoas com deficiência.

Reconheceu a importância da Lei 13.370/2016, que permite ao servidor que tenha uma pessoa com deficiência na família, seja uma esposa, um marido ou filhos e outros dependentes, tenha direito ao horário especial de trabalho, com redução de carga horária, sem a necessidade de compensação das horas.

Como exemplo dessas diferenças na aplicação da lei, explicou que conseguiu com facilidade sua jornada especial no TRT10, mas que colegas de outros locais de trabalho necessitam recorrer à Justiça para ter acesso a esse direito.

A intenção do Dia do Orgulho Autista é conscientizar as pessoas sobre o autismo e acabar com o preconceito. Para Cledo, é necessário que os órgãos do Poder Judiciário e ramos do MPU, e órgãos públicos em geral, tenham a sensibilidade de olhar para a diferença, de modo que a lei 13.370/2016 seja aplicada pelo viés social. Os pais de autistas, por exemplo, dedicam grande parte do dia às atividades dos filhos, que necessitam de múltiplas terapias. “Só quem é pai de autista sabe a importância da Lei 13.370/2016, que permite que nós estejamos ao lado de nossos filhos”, enfatizou Cledo.

Participaram da audiência pública, coordenada pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim, representantes do Movimento Orgulho Autista Brasil (Moab), do Conselho Brasileiro do Prêmio Orgulho Autista, e da Associação Pestalozzi de Brasília; além de pais e pessoas que têm o transtorno.

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio de desenvolvimento que leva a severos comprometimentos de comunicação social, além de comportamentos restritivos e repetitivos. No Brasil, segundo o movimento, a estimativa é de que haja 2 milhões de autistas.

Por meio de seu Núcleo de Inclusão, o Sindjus-DF organiza e encaminha a luta das pessoas com deficiência, inclusive, dos autistas. Na audiência, foram entregues as cartilhas da Lei Fernando Cotta produzidas pelo Sindjus-DF a pedido do Núcleo de Inclusão e do Moab (Movimento Orgulho Autista).

 

     

Pin It

Greve Geral no RJ: servidores do Judiciário dizem não à Reforma da Previdência

O DIAA Greve Geral, na última sexta-feira (14/6), paralisou cidades e levou milhares de pessoas às ruas de todo o país, em mobilizações contra a Reforma da Previdência. No estado do Rio de Janeiro, servidores e servidoras do Judiciário Federal suspenderam atendimentos, cumprindo apenas as urgências e casos de perecimento de direito. E no fim da tarde, a categoria se uniu aos demais trabalhadores, estudantes, movimentos sociais e sindicatos em passeata no Centro do Rio. Após concentração na Candelária, o ato continuou pela Avenida Presidente Vargas, em direção à Central do Brasil. Antes dos manifestantes chegarem ao trecho final, a polícia começou a jogar gás e bomba de efeito moral, dispersando com violência o ato pacífico. Alguns servidores foram atingidos pelo gás de pimenta.

A direção do Sisejufe, presente à manifestação, lamentou a repressão policial e, apesar do desfecho violento, avaliou como positiva a mobilização da categoria durante o dia de Greve Geral. Todos os tribunais fizeram atos em protesto à PEC 6. A divulgação do parecer sobre a Reforma da Previdência no dia anterior pelo relator da PEC 6, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), serviu para incentivar a participação de servidores do Tribunal Regional do Trabalho do Rio (TRT) nas atividades contra a reforma organizadas pelo Sisejufe na sexta.

20190614_122810A movimentação começou cedo na entrada do TRT da Lavradio. Ativistas e diretores do sindicato decidiram fazer um “arrastão” pelos andares do prédio para conscientizar os servidores que ainda não tinham aderido ao movimento sobre a importância de participarem da greve contra a Reforma da Previdência e em defesa da Justiça do Trabalho. A orientação era fazer atendimento apenas para situações definidas como de caráter essencial e urgente e interromper demais procedimentos.

De vara em vara, dirigentes foram convocando os servidores para descerem para o ato marcado para às 12h na frente do prédio e que serviu de “esquenta” para a grande passeata no fim do dia. “Temos que pressionar os parlamentares no Congresso para derrubar a Reforma da Previdência, evitar que ela seja aprovada. As medidas são nefastas para a classe trabalhadora. O parecer do relator, inclusive, tem inúmeros pontos negativos”, afirmou Ricardo Quiroga, diretor do Sisejufe.

O também diretor da entidade Amauri Pinheiro reforçou a necessidade de fortalecer a luta contra os ataques que a Justiça do Trabalho vem sofrendo com intuito de extingui-la. Participaram ainda da manifestação no TRT o diretor do sindicato Rodrigo Alcântara e as representantes de base Raquel Albano e Anne Figueiredo.

No fim da manhã, um “aulão” sobre vários pontos do relatório que modificou itens da PEC aconteceu na porta do prédio da Lavradio. Coube ao representante de base João Vitor Albuquerque detalhar o que afeta diretamente o funcionalismo público. Segundo ele, o relatório não melhora em nada a situação dos servidores e dos trabalhadores. “Foram tirados alguns ‘bodes da sala’ como a questão da implementação do regime de capitalização que o governo pretende adotar”, afirmou. Vários servidores do TRT presentes à manifestação na porta do prédio da Lavradio expressaram indignação após ouvirem as explicações sobre as alterações na PEC.

TRF2 BTUDO PODE VOLTAR

Em frente ao TRF2, o diretor Ronaldo das Virgens alertou que os servidores e a população devem continuar atentos, pois todos os pontos modificados no relatório podem voltar na votação em Plenário. Além dos itens que prejudicam diretamente o funcionalismo público, ele apontou a capitalização como nefasta para o país.
A diretora Soraia Marca reafirmou que é preciso estar mobilizado contra outras pautas que retiram os direitos dos trabalhadores, inclusive que atingem diretamente a categoria, como os ataques à Justiça do Trabalho. Nesse sentido, o diretor Ricardo Horta convocou os colegas a participar do ato unificado, que teve sua concentração na Candelária.

VenezuelaCARTA À POPULAÇÃO

Houve concentração pela manhã também em frente ao prédio da Venezuela. As diretoras Lucena Pacheco (que também é coordenadora da Fenajufe) e Laura Silva, os representantes de base Anny Figueiredo e Flavio Pietro e o servidor Roberto Ponciano conversaram com os colegas sobre a importância do movimento em defesa da aposentadoria. Foi distribuída uma carta à população, na qual o Sisejufe esclarece sobre o aprofundamento das desigualdades sociais que a aprovação da Reforma da Previdência poderia causar.

Na Justiça Federal Almirante Barroso, o ato foi conduzido pelo diretor do sindicato e coordenador do Departamento de Acessibilidade e Inclusão, Ricardo de Azevedo. O dirigente alertou à população que a reforma atinge a todos os trabalhadores e penaliza principalmente os mais pobres.

IMG_1756GREVE MARCA OFENSIVA CONTRA GOVERNO

Servidores também se revezaram na tenda montada em frente à Justiça Federal Rio Branco. O presidente do Sisejufe, Valter Nogueira Alves, esteve presente no local durante todo o dia. “A sociedade vem se organizando, vem a cada dia conhecendo melhor que essa proposta não visa garantir direitos e sim acabar com um mínimo de garantias que existem hoje para aqueles que laboraram durante toda sua jornada de vida no trabalho. A gente consegue derrotar o governo em alguns pontos que são centrais nesse debate, como a capitalização, aposentadoria dos trabalhadores rurais, idade para o tempo de contribuição das mulheres, mas ainda há muito o que se alterar. Essa reforma continua retirando direitos e inviabilizando a possibilidade de aposentadoria. Então, nós precisamos continuar os esforços para resistir”, afirmou.

IMG_1787LUTA CONTRA PERDA DE DIREITOS

Na sede do Tribunal Regional Eleitoral, os diretores Fernanda Lauria, Lucas Costa e Ricardo Pinto atuaram durante o dia fazendo a triagem na Central de Atendimento ao Eleitor (CAE) para orientar a população e garantir apenas os atendimentos de urgência. No fim da tarde, os servidores fizeram um ato na porta do Tribunal. “Se a gente ficar sentado, trabalhando no nosso dia a dia, sem se envolver nessa luta, a Reforma da Previdência vai passar, a redução de jornada com redução de vencimento vai passar, a perda de estabilidade vai passar, o fim do SUS vai passar, a Educação Pública vai acabar. Se a gente não for para a rua defender o serviço publico, não resistir, tudo isso vai passar”, alertou Fernanda Lauria.

MOBILIZAÇÃO NO INTERIOR

Além da capital, aderiram à Greve Geral as cidades de Cabo Frio, Campos, Macaé, Barra Mansa, Volta Redonda, Resende, Itaperuna, Rio Bonito, Cachoeiro de Macacu, Nova Iguaçu e Araruama, entre outras.

JF Macae

JF Macaé

Justiça do Trabalho Cabo Frio

JT Cabo Frio

Campos

Campos

WhatsApp Image 2019-06-17 at 18.41.46

Itaperuna

campos 2

Campos

 
Pin It

14J: Greve Geral histórica em defesa da Previdência

A Greve Geral de 14 de junho foi histórica e os servidores do judiciário federal em Pernambuco marcaram presença unidos ao Sintrajuf-PE. A adesão da categoria é reflexo do trabalho intenso da direção do sindicato, que dialogou com os colegas de sala em sala, em todos os locais de trabalho de grande concentração de servidores na capital, como as sedes da Justiça Federal, TRF, TRT e JF e também as Varas Trabalhistas da Imbiribeira. As bandeiras de defesa da democracia, da Justiça do Trabalho e da Previdência Pública e Solidária foram defendidas pela categoria durante a mobilização, sendo um ponto comum a todas as organizações.

Para o presidente do Sintrajuf-PE, Manoel Gérson, “a defesa de tão relevante legado democrático e civilizatório, como é a previdência pública e solidária, diante de uma agenda ultraliberal e autoritária, exige a maior unidade de todo o povo, das centrais, dos sindicatos e dos trabalhadores entre si. Essa unidade está em construção e mostrou isso nas últimas mobilizações. Nós, servidores do PJU, precisamos ampliar a participação!”, avalia o dirigente sindical.

A greve geral foi considera vitoriosa. A mobilização nacional atingiu o que se buscava: construiu um gigante Não à agenda ultraliberal agora levada, com traços autoritários, a cabo pelo Governo Bolsonaro e Guedes.

Em várias capitais a greve paralisou metrô, educação, ônibus parcialmente, metalúrgicos, bancários, rodoviários, etc. De acordo com o mapa produzido pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), houve protestos em 380 cidades de norte a sul do país.

A greve geral foi o ponto forte de uma sequência de protestos que vem desde 1º de maio, o 8M, passando pelos atos e Greves em defesa da educação nos dias 15 e 30 do mesmo mês. As ações são fruto da luta unitária das centrais sindicais, movimentos populares e setores democráticos pela educação pública e contra a reforma da Previdência.

Na internet, a #GreveGeral liderou a lista de “assuntos do momento” do Brasil na rede social Twitter. Entre 17h e 17h20, aconteceu uma mobilização virtual – “twittaço” – contra a reforma da Previdência, com a hashtag #BrasilBarraReforma.

Esse processo de pressão popular vem emplacando conquistas lentas e ainda pontuais, mas vitórias: os recuos do Governo nos anúncios de cortes e contingenciamentos contra a educação; deputados com dificuldades e receios eleitorais por conta da aproximação do Pleito de 2020; e recuos do relator Samuel Moreira (PSDB-SP) no relatório da PEC 06 (retirada da famigerada capitalização) apresentado na comissão especial. Outra vitória significativa é conseguir furar na marra o bloqueio midiático e pautar publicamente o ponto de vista crítico à reforma.

A unidade é a bandeira da esperança. A maior arma de defesa dos direitos da classe trabalhadora é sua ação unida. Segundo números das centrais, 45 milhões de pessoas participaram da greve em 380 municípios. A mobilização foi organizada por doze centrais unidas na luta, envolvendo frentes populares e setores crescentes da sociedade. A greve foi maior que a de 2017 e foi a maior movimentação deste ano.

Por um Judiciário mais democrático!

Democracia e liberdade sindical andam juntas. Não é papel de setores do Judiciário afrontar o direito de greve e organização. Decisões judiciais como a que exigiu a manutenção de 80% (metrô de São Paulo) dos serviços; de Pernambuco, que determina 100% da frota de trens em funcionamento, e a determinação da administração do TRT-2, que ameaça e desrespeita o direito garantido pelos artigos 9º e 37º da Constituição Federal, devem ser combatidas.

Por outro lado, é essencial e de grande importância ressaltar a ação de juízes do lado da democracia, como o desembargador Jorge Luiz Souto Maior, que diante de pedido patronal (empresas de ônibus), decidiu fixar multa de R$ 1 milhão por cada ato “antissindical” praticado por empresas para tentar impedir a paralisação dos sindicatos que aderiram à greve geral. “A greve efetiva não é o vazio. É a forma que os trabalhadores elegem para que sua voz seja ouvida”, diz o trecho do despacho favorável ao Sindicato dos Motoristas em Transporte Rodoviários e Anexos do Vale do Paraíba e Região.

O papel que o Judiciário vem desempenhando frente às mobilizações populares e ao direito de greve, bem como frente ao processo de declínio da Democracia e dos direitos sociais demanda uma reflexão do movimento sindical e a construção de uma pauta de democratização do Poder.

Pressão contra a PEC 06

Agora é hora de garantir a manutenção dos avanços do relatório do deputado federal Samuel Moreira na Comissão Especial e no Plenário da Câmara dos Deputados. É hora de intensificar mais ainda a luta para derrotar a reforma da previdência (PEC-06).

O Sintrajuf-PE fará uma campanha informativa sobre as modificações na reforma da previdência. A direção também realizará ações de publicidade com outros sindicatos nas redes sociais e outros meios. O sindicato conta mais do que nunca com a necessária participação de todos os servidores e todas as servidoras para derrotar tamanho retrocesso.

Vamos ampliar o apoio ao abaixo-assinado das centrais e preparar um material para entregar aos deputados de Pernambuco. Vamos pressionar os parlamentares enviando mensagens. Veja em anexo uma sugestão de carta aberta aos deputados.

Siga acompanhado e se atualizando os meios de comunicação do Sintrajuf-PE.

 

Fotos: Eric Gomes

Pin It

Sindjus-AL iniciará greve geral com ato público em frente ao TRT nesta sexta

 

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL) iniciará a greve geral com a realização de ato público com café da manhã em frente ao prédio das Varas do Trabalho – no TRT, a partir das 7h45, nesta sexta-feira (14).

A mobilização faz parte das atividades da greve geral em todo o país contra a reforma da Previdência, PEC 06/2019, e em defesa das aposentadorias e das pensões.

O coordenador Geral do Sindjus-AL, Paulo Falcão, ressalta a importância da greve geral contra a PEC 06/2019, que destrói a Previdência Pública, Social e Solidária na medida que institui o modelo de capitalização, visando a beneficiar os banqueiros e grandes empresários, empobrecendo as pessoas que contribuíram para a Previdência Pública ao longo dos anos e de suas jornadas de trabalho. "Em decorrência disso, possivelmente, deixarão de se aposentar. Caso venha se aposentar, terão os valores dos seus proventos reduzidos", disse.

"É preciso da participação de todos para barrar essa reforma, como qualquer outro projeto de retirada de direitos da classe trabalhadora, que seja enviado ao Congresso Nacional por esse governo que atende a ultradireita", alerta Paulo Falcão.

 Os servidores do Judiciário ficarão em frente ao prédio das Varas do Trabalho até às 15 horas desta sexta-feira (14), para depois participar do grande ato público unificado na Praça Centenário com todas as categorias dos serviços público e privado, movimentos sociais e estudantis. 

Servidores do MPU

O Sindjus-AL também convida os servidores do MPU para participarem da mobilização em frente ao prédio das Varas do Trabalho, a partir das 7h45, bem como do grande ato público na Praça Centenário.

A reforma

A reforma da Previdência retira a garantia constitucional das aposentadorias da população, aumenta a idade mínima para aposentadoria, reduz para 50% a pensão por morte, muda a regra com redução do provento em 60% da média de todas as contribuições, aumenta a alíquota da contribuição para até 22%, que é confisco de salário.

A reforma da Previdência é maléfica para todos os brasileiros, pois retira mais de R$ 1 trilhão da Previdência Pública, atingindo o benefício dos idosos sem renda, da população carente e dos municípios. No entanto, a reforma da Previdência não cobra a dívida previdenciária das grandes empresas devedoras do INSS, não põe fim as renúncias fiscais e a Desvinculação da Receita da União (DRU), que retira recursos financeiros da Previdência Social.

A reforma ainda implanta o sistema de capitalização, pondo fim ao regime de repartição dos trabalhadores e à Seguridade Social, desobrigando os empresários e o governo à contribuição previdenciária.

Contato

Paulo Falcão - coordenador Geral do Sindjus-AL - 82  9 8151-9798

Josiane Calado - assessora de Comunicação do Sindjus-AL - 9 9976-8839

Pin It

Greve geral: Assembleia-ato nesta 5ª e dezenas de entidades repudiam despacho do TRT-2

 

 

 

Sintrajud (SP)
Luciana Araújo

Em razão do despacho contra a participação dos trabalhadores do TRT-2 na greve geral, expedido no fim da tarde desta terça-feira (11 de junho), a direção do Sindicato convida todos os servidores da Justiça do Trabalho a participar de uma assembleia-ato nesta quinta (13). A atividade acontece a partir do meio-dia, no átrio do Fórum Trabalhista Ruy Barbosa (Rua Marquês de São Vicente, 235, Barra Funda), um dia antes da greve geral em defesa das aposentadorias convocada por dez centrais sindicais.

Acesse aqui o despacho

A diretoria do Sintrajud ressalta que o conteúdo político do despacho da desembargadora Rilma Aparecida Hemetério é antissindical e inconstitucional, já que na condição de dirigente da instituição empregadora não caberia a ela “julgar” a legitimidade da adesão dos trabalhadores do TRT na greve geral em expediente administrativo.

Cumprindo a decisão da categoria reafirmada em pelo menos três assembleias gerais e no 10º Congresso Nacional da Fenajufe (Congrejufe), a diretoria do Sindicato ressalta que a organização da greve geral segue em curso. Os trabalhadores podem conferir as orientações jurídicas da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e MPU sobre o direito de greve, subscritas pelo Sintrajud, clicando aqui.

Mais de 70 entidades já manifestaram repúdio à decisão da administração do TRT, entre elas a CSP-Conlutas, CUT, Intersindical e dezenas de sindicatos.

Machismo na Copa

Em mais uma postura antidemocrática – e nesse caso na contramão da maioria dos órgãos públicos do país, que vêm buscando manifestar posição contra o machismo em nossa sociedade – a presidência do TRT também não atendeu ao requerimento do Sindicato demandando a isonomia de tratamento conferido aos jogos da Copa do Mundo de Futebol 2018 (masculina) para as partidas que a seleção feminina brasileira vai disputar no Mundial deste ano, que acontece na França.

Leia abaixo a íntegra da nota da direção do Sindicato:

Repudiamos a prática antissindical no TRT-2, reafirmamos nossa adesão à Greve Geral

Em meio à organização de nossa categoria para a Greve Geral convocada para a próxima sexta-feira (14 de junho), contra a ‘reforma’ previdenciária que o governo Jair Bolsonaro tenta aprovar por meio da PEC 6-A/2019, fomos surpreendidos no fim da tarde desta terça (11) pelo despacho da Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região em resposta ao comunicado legal do Sindicato sobre a adesão ao movimento.

De forma inédita na história do Tribunal, a gestora – na função de empregadora, no caso – decidiu atuar como juíza de uma causa não proposta em sede do Judiciário, tentar deslegitimar a decisão da categoria e intimidar os trabalhadores do órgão com a ameaça de que “estarão sujeitos às consequências legais de seu procedimento.”

Tal postura afronta o direito constitucional dos trabalhadores decidirem sobre suas formas de luta e defesa de reivindicações. A administração ainda coloca como justificativa para a posição política que assumiu uma exigência não respaldada legalmente pelo próprio dispositivo que menciona no despacho (o artigo 4º da Lei 7.783/89). Ainda assim, o Sintrajud ressalta que cumpriu todas as formalidades colocadas pelo texto do artigo referido pela direção do TRT-2, bem como as determinações do artigo 3º da mesma lei, como sempre fez perante todas as administrações no Estado sem que tal questionamento se coloque.

Greve geral contra a redução dos salários, o ataque à JT e o fim da segurança jurídica

A ‘reforma’ da Previdência do governo Bolsonaro fere de morte as condições de vida e sustento dos trabalhadores em geral e dos servidores públicos em particular. Nós, que estamos com salários congelados e sem perspectiva de reajuste diante da emenda constitucional 95, teremos efetiva redução salarial se as contribuições previdenciárias saltarem de 11% para 15% ou até 22% do que recebemos acima do teto do INSS (R$ 5.839,45). Sem falar que a “Nova previdência” autoriza a criação de alíquotas extraordinárias se a União, estados ou municípios alegarem déficit nas contas – discurso que vem sendo usado desde 1998 para convencer a sociedade de que as “reformas” dos governos FHC, Lula e Dilma eram necessárias. Mais uma vez nós, servidores, somos o alvo.

Além do confisco salarial, seremos obrigados a trabalhar por pelo menos 40 anos (mesmo aqueles que estão às vésperas de se aposentar e não têm garantido no texto da ‘reforma’ uma regra de transição que respeite o direito adquirido) ou perder até mais da metade dos proventos aos quais teríamos direito pelas regras de hoje.

As e os pensionistas – nossos familiares – vão receber metade do que teriam direito em casos de morte do servidor.

Quem já está no Regime de Previdência Complementar e aderiu à Funpresp-Jud pode ver suas economias escorrerem pelo ralo, o patrimônio das entidades fechadas de previdência poderá ser entregue à gestão de bancos.

Além de toda crueldade contra os trabalhadores do setor privado, como a imposição do benefício de prestação continuada (BPC) no valor de R$ 400 para pessoas com renda per capita de 1/4 do salário mínimo.

A proposta de emenda constitucional encaminhada pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional também afronta diretamente a separação dos poderes ao deslocar para o judiciário estadual, com autorização de lei, a competência da JF para julgar ações previdenciárias de acidente de trabalho. Essa estratégia fortalece mais ainda o desmonte do Judiciário Federal, num governo que defende abertamente o fim da Justiça do Trabalho.

Por tudo isso, desde fevereiro deste ano o Sintrajud vem dialogando com a categoria sobre a necessidade de construir uma grande greve geral, como a que em 2017 impediu a aprovação da ‘reforma’ tentada pelo então governo Michel Temer. A postura do Tribunal, revelada também na imposição de multa aos metroviários e aos ferroviários pela adesão à greve geral, é na verdade um posicionamento político contra o direito de organização sindical e em favor do projeto governamental.

A presidente do maior tribunal trabalhista do país não pode ser conivente com a ingerência do Executivo sobre o Judiciário, com a política de desmonte do sistema de justiça, a extinção da Justiça do Trabalho e a retirada de direitos trabalhistas, incluindo a redução de verbas de caráter alimentar. Ao se colocar numa postura antissindical e inconstitucional de ataque ao direito de greve, a presidência do TRT se alinha ao “pacto” proposto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, que curva o Judiciário perante a emenda constitucional 95, e aceitar o definhamento do quadro de servidores das instituições de acesso à justiça social. Pacto este que já foi amplamente criticado por entidades da magistratura e até mesmo por ministros do STF.

Diante da certeza da justiça das deliberações da categoria, reafirmamos: todos à greve geral em 14 de junho!

Diretoria Executiva do Sintrajud

 

 

 

Pin It

Servidores deliberam Greve Geral em assembleia geral realizada pelo SINDJUFE-BA

Sindjufe (BA)
 
O Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Estado da Bahia/SINDJUFE-BA realizou Assembleia Geral com os servidores e filiados na ultima terça-feira (04), às 13h30, no saguão do prédio sede da Justiça Federal. Foram abordados os informes após abertura da assembleia. Houve aprovação para o indicativo de participação para a Greve Geral do dia 14 de Junho, contra a reforma da previdência com unanimidade dos votos.

Uma comissão de mobilização já foi formada por servidores de diferentes órgãos com calendário de atividades de construção de Greve (confira abaixo).

Durante a assembleia foram apresentados vídeos informativos sobre a PEC/06 e sobre o levante dos estudantes e professores na rua em paralisação nacional intitulada #15M e #30M respectivamente pelas datas. 

Ainda na oportunidade foi falado sobre o Comitê Baiano em Defesa da Previdência, com abertura para fala dos servidores e diretores.

 

*Confira as Atividades da Semana: GREVE GERAL DO DIA 14/6 em defesa da Previdência!

DIA 10, SEGUNDA: Chamadas por andar no TRT do Comércio das 8h30 às 15h;
- Visita a Irecê;
 
DIA 11, TERCA: ESQUENTA GREVE – JF (concentração no saguão às 12h30)
 
DIA 12, QUARTA: Chamadas por andar no JEF, das 12h30 às 14h
 
DIA 13: QUINTA: Chamada no TRE das 13 às 14h30
 
DIA 14: GREVE GERAL
6h na Rótula do Abacaxi
15h Campo Grande
 
Participe dessas atividades!
Se estiver no interior, compareça aos atos da sua Cidade!

 

 

Pin It

#14J: rodada de assembleias aprova adesão à Greve Geral contra a “Reforma” da Previdência

Sindiquinze (SP)

Em rodada de assembleias na sede e nas subsedes realizada nesta semana, os associados do Sindiquinze aprovaram a adesão à Greve Geral contra a Reforma da Previdência (PEC 6/2019) no próximo dia 14 de junho. O #14J tem como objetivo parar o Brasil com a união das diversas categorias de trabalhadores, pois todos serão severamente atingidos caso essa proposta do Governo Bolsonaro seja aprovada pelo Congresso. Será o momento de defender a Previdência Pública brasileira, lutar por direitos e contra o desmonte do Estado pretendido pelo atual governo.

Mais de 55% dos 133 servidores que participaram da rodada em Campinas, Araçatuba, Bauru, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba foram favoráveis à participação na Greve Geral #14J. Houve ainda 28% contrários e 17% abstenções.

A rodada seguiu calendário de mobilizações da Fenajufe, aprovado no Plano Nacional de Lutas do 10° Congrejufe, realizado no fim de abril e início de maio, em Águas de Lindóia.

#14J

O #14J foi definido pelas principais centrais sindicais do Brasil e também faz parte da luta conjunta pela valorização do serviço público e contra os ataques do Governo Bolsonaro aos servidores. A PEC 6/2019 beneficiará banqueiros e o mercado financeiro, caso o regime de capitalização seja aprovado, e será cruel com os trabalhadores da iniciativa privada e com os servidores públicos. A proposta de reforma estabelece idade mínima de aposentadoria (65 para homens e 62 para mulheres) que poucos trabalhadores conseguirão cumprir. Também não há regime de transição para servidores que estão prestes a se aposentarem.

É um descalabro total, uma vez que, a proposta vai impactar diretamente a economia de um grande número de municípios, que dependem das aposentadorias pagas pelo governo para ativar o comércio local, por exemplo. Entre outras maldades, a PEC também prevê o aumento na alíquota de contribuição previdenciária dos servidores, inclusive dos inativos, de 11% para 16,79%, dependendo do salário, podendo chegar a até 22%.

No dia 14 de junho, o Sindiquinze vai organizar um ato em frente à Sede do TRT-15, em Campinas. De lá, os manifestantes vão fazer uma passeata até o Largo do Rosário para se juntarem às demais categorias da classe trabalhadora e estudantes.

Por tudo que consta na “reforma” do Governo Bolsonaro, motivos não faltam para você, servidor(a) públicos, juntar-se à luta e participar do 14J, em defesa de direitos e da sua aposentadoria!!!

Campinas

Bauru

 

Pin It

Assembleia do Sindjus-DF aprova adesão à greve geral do dia 14 de junho

Os Servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União no DF, reunidos em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia (05/06), na Praça dos Tribunais, aprovaram a adesão à greve geral do dia 14/06 contra a Reforma da Previdência.

O Sindjus-DF convoca todos os servidores do Poder Judiciário e do MPU a parar suas atividades e aderir à greve geral contra a Reforma da Previdência e em defesa de nossos direitos.

A greve geral requer a participação efetiva de todos os trabalhadores, sejam eles do setor público ou da iniciativa privada.

Precisamos estar unidos e conscientes do nosso papel na luta para barrar essa reforma, que representa um verdadeiro desmonte da Previdência Pública, que afeta e penaliza drasticamente os servidores públicos, que retira direitos dos trabalhadores e da população mais humilde e necessitada do nosso país para favorecer os sonegadores, o sistema financeiro e o grande empresariado.

Temos que demonstrar toda nossa indignação e capacidade de mobilização. Vamos juntos no mesmo espírito contra a Reforma da Previdência, contra o desmonte do serviço público e em defesa dos nossos direitos.

O Sindjus-DF conta com você nessa luta. Venha se somar aos trabalhadores de todo o país na Greve Geral do dia 14/6 para dizer não à Reforma da Previdência e à retirada de direitos!

Pin It

Servidores do Judiciário Federal do RJ aprovam adesão à Greve Geral por maioria esmagadora

Paralisação nacional, convocada pelas centrais sindicais, está marcada para o dia 14 de junho

Os servidores do Judiciário Federal do Estado do Rio de Janeiro aprovaram, nesta quarta-feira (5/6), em assembleia geral extraordinária, a adesão da categoria à greve geral do dia 14 de junho, que tem o objetivo de pressionar o governo Bolsonaro contra o desmantelamento da Previdência e denunciar a retirada de direitos . A paralisação nacional está sendo chamada pelas centrais sindicais e segue calendário de mobilizações da Fenajufe, aprovado no Plano Nacional de Lutas do 10° Congrejufe. A assembleia geral aconteceu em frente ao Foro da JF Rio Branco, Centro do Rio.

IMG-20190605-WA0010Todas as manifestações na assembleia foram a favor da Greve Geral. O presidente do Sisejufe, Valter Nogueira Alves, alertou que a proposta de reforma do governo Bolsonaro quer acabar com a Previdência Social e prejudicar o conjunto da população. O dirigente criticou firmente a capitalização. “Essa reforma não retira privilégios. Quer retirar privilégios? Taxem os bancos, as grandes fortunas, o lucro e não a produção. Quer cortar privilégios? Abram a caixa preta da Previdência, façam auditoria da dívida; porque quanto mais pagamos juros da dívida, mais ela cresce. A Previdência é o maior sistema de distribuição de renda que esse país tem. A gente está convocando os servidores do Judiciário Federal, mas também todos os trabalhadores e trabalhadoras desse país para estarem juntos no dia 14 de junho e lutar contra essa reforma”, afirmou Valter.

Também falaram a favor da adesão à greve geral os diretores do Sisejufe Mariana Liria, Lucas Costa e Ricardo de Azevedo e o servidor Sergio Feitosa. O servidor do TRE Leonardo Couto solicitou a inclusão de um adendo à proposta, para que o sindicato organize assembleias setoriais para conscientizar o funcionalismo sobre a importância da paralisação. Valter esclareceu que os dirigentes do sindicato já estão passando nos tribunais e foros da capital e do interior para esclarecimentos.

Na noite desta quarta-feira, haverá reunião do Conselho de Representantes. O principal objetivo do encontro é organizar a resistência contra a Reforma da Previdência e, com a aprovação da categoria, mobilizar os servidores de todo o estado para a Greve Geral.

Na capital do Rio de Janeiro, a concentração dos trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, desempregados e aposentados será a partir das 15h, junto à Candelária.

IMG_1673IMG_1678IMG_1682

IMG_1668IMG_1686

Pin It

Sindjus-AL comunica aos tribunais a adesão à greve geral dos servidores do Judiciário Federal no dia 14

 

 

 

A coordenação do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL) comunicou ao Tribunal Regional Eleitoral, ao Tribunal Regional do Trabalho e à Justiça Federal a decisão da categoria em assembleia geral, realizada na terça-feira (05), de adesão à greve geral do dia 14 de junho.

“Vem comunicar às Administrações dos Órgãos do Poder Judiciário Federal em Alagoas, aos usuários de seus serviços e à população em geral a decisão da Categoria dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (TRT, TRE e Justiça Federal) de paralisar suas atividades laborais no dia 14 de junho de 2019 contra a Reforma da Previdência – PEC 006/2019, em defesa da Educação e dos Empregos!”, revela a nota.

No documento, o Sindjus-AL destaca a garantia do percentual mínimo de 30% do contingente de servidores para a prestação dos serviços à população a serem definidos em comum acordo entre o sindicato da categoria e as administrações. Veja abaixo o Edital de Comunicação da Greve Geral:



EDITAL DE COMUNICAÇÃO DE
GREVE GERAL NO DIA 14/06/2019
“VAMOS PARAR O BRASIL CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA – PEC 006/2019, EM DEFESA DA EDUCAÇÃO E DOS EMPREGOS”


CATEGORIA DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FEDERAL EM ALAGOAS


O SINDICATO DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO FEDERAL EM ALAGOAS – SINDJUS/AL, por este intermédio, com espeque nos dispositivos da Lei nº 7.783, de 28.06.1989 e considerando a definição pelo Supremo Tribunal Federal – STF do modo de exercício do direito de greve dos Servidores Públicos, no julgamento dos mandados de injunção nºs 670, 708 e 712, em 05.10.2007, vem comunicar às Administrações dos Órgãos do Poder Judiciário Federal em Alagoas, aos usuários de seus serviços e à população em geral a decisão da Categoria dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (TRT, TRE e Justiça Federal) de paralisar suas atividades laborais no dia 14 de junho de 2019 contra a Reforma da Previdência – PEC 006/2019, em defesa da Educação e dos Empregos!, conforme convocação das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais brasileiros e deliberação da Assembleia Geral Extraordinária da Categoria, realizada no dia 04 de junho de 2019, ficando, desde já, garantido o percentual mínimo de 30% (trinta por cento) do contingente de servidores das mencionadas administrações públicas para a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, a serem definidos em comum acordo entre o sindicato da categoria e as administrações dos aludidos órgãos públicos, sem prejuízo de, em situações excepcionais, haver negociação revisional do referido percentual. 

Maceió, 04 de junho de 2019.


Américo Albuquerque Sampaio e Paulo Sérgio da Silva Falcão 
Coordenadores Gerais
Diretoria Colegiada - SINDJUS-AL

 

 

 

Pin It

Servidores do Judiciário Federal de Alagoas decidem aderir à greve geral no dia 14

 

 

 

Os servidores do Judiciário Federal de Alagoas decidiram aderir à greve geral, no dia 14 de junho, contra a reforma da Previdência, PEC 06/2019. A decisão ocorreu durante a assembleia geral da categoria, ocorrida em frente ao prédio das Varas do Trabalho na terça-feira (05). 

Na assembleia, o coordenador Geral do Sindjus-AL, Paulo Falcão, destacou a perda da garantia constitucional das aposentadorias com a PEC 06/2019, o aumento da idade mínima, a redução para 50% da pensão por morte, a mudança da regra com redução do provento em 60% da média de todas as contribuições à Previdência mais 2% por ano excedido ao período de 20 anos de contribuição.

O sindicalista ressaltou o risco aos direitos dos servidores com os projetos de leis que retiram a estabilidade do serviço público, alertando sobre a inteligência artificial (Victor), que está sendo implantada e poderá substituir os servidores, caso a categoria não ficar atenta e estar unida na luta pela manutenção dos seus direitos.

Paulo Falcão destacou que a reforma da Previdência retira mais de R$ 1 trilhão da Previdência Social dos trabalhadores privado e público, do benefício aos idosos sem renda, da população carente, mas não cobra das empresas devedoras ao INSS, além das renúncias fiscais e Desvinculação da Receita da União (DRU). "A reforma implanta o sistema de capitalização, pondo fim ao regime de repartição dos trabalhadores e à Seguridade Social, desobrigando os empresários e o governo à contribuição previdenciária", disse. 

Campanha de sindicalização

O coordenador Geral informou que as centrais sindicais e sindicatos lançaram a campanha unificada de filiação “Fortaleça o Seu Sindicato. Defenda Sua Aposentadoria”, com apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT).  

Paulo Falcão ressaltou que o Sindicato é o único instrumento de defesa dos trabalhadores, que ao longo da história do Brasil, significou conquistas de direitos trabalhistas e previdenciários. Disse que o momento é para agregar e fortalecer a categoria por meio de sua organização, que é o sindicato.

 

 

 

 

 

Pin It

Servidores do PJU mineiro deliberam por adesão à Greve Geral no dia 14/06 contra a Reforma da Previdência

 

 

 

Adesão à Greve Geral no dia 14/06 contra a Reforma da Previdência. Essa foi a decisão tomada, por unanimidade, em Assembleia Geral Extraordinária, na manhã deste sábado, 1º de junho, no Dayrell Hotel & Centro de Convenções, em Belo Horizonte. Estiveram presentes os coordenadores Carlos Humberto Rodrigues, Célio Izidoro, Paulo José da Silva, Nestor Santiago, Hélio Ferreira Diogo e Elimara Gaia, os membros do Conselho fiscal Áurea Pereira, Paula Meniconi, Isaac de Lima e Lindon Johnson Oliveira, Wallace Marques e filiados.

IMG_8897

Na abertura da AGE, Célio Izidoro ressaltou que o movimento sindical, diante do retrocesso da PEC 6/2019, tem que se mobilizar contra a Reforma da Previdência. Já Carlos Humberto falou sobre o trabalho realizado pelo Sindicato, em Brasília: “a luta no Congresso Nacional é árdua. Tentamos convencer e alertar os parlamentares sobre a realidade do servidor público nas questões pertinentes as reformas. A PEC 6/2019 é a pior de todas em relação à retirada de direitos dos trabalhadores.”

Paulo José destacou a Campanha do SITRAEMG contra a Reforma da Previdência. “Distribuímos cartilhas; temos outdoors em BH, região metropolitana e cidades do interior e veiculação de mensagens na Rádio Itatiaia para instruirmos a população”, disse.

Para Nestor Santiago, neste momento, não importa em quem votou ou qual partido apoia: “não podemos construir muros, mas sim criarmos pontes pelos nossos direitos, e a categoria deve estar unida e aderir a greve e as demais iniciativas contra a PEC 6/2019.”

Elimara Gaia destacou que é feito um trabalho em Divinópolis para alertar sobre as ameaças do governo. Já a filiada e servidora do TRT de Juiz de Fora, Daiane Silveira, ressalta: “esse momento é crucial para o fortalecimento da nossa categoria e mostrar solidariedade com as demais categorias, que também serão impactadas negativamente pelas medidas que podem ser implementadas por meio da Reforma da Previdência”.

Após a AGE, no mesmo local, aconteceu uma Assembleia Geral Ordinária (AGO) para deliberarem sobre “Exame, discussão e deliberação das contas da Diretoria, gestão 2017/2020, relativo ao ano de 2018” e “Apreciação e deliberação do Plano Orçamentário de 2019”.

A prestação de contas foi apresentada pelo contador do Sindicato, Haroldo Rocha. Os filiados presentes aprovaram o parecer do Conselho Fiscal, que recomendava a aprovação das contas da Diretoria Executiva, relativas ao ano passado, e o Plano Orçamentário para o exercício deste ano.

O SITRAEMG dará os encaminhamentos legais junto aos Tribunais para comunicar a adesão à greve. Em breve, iremos disponibilizar no site do Sindicato a prestação de contas relativo a 2018 e o plano orçamentário de 2019.

 

 

 

Pin It

Greve nacional de 14 de junho de 2019 contra a Reforma da Previdência terá a adesão da categoria em Mato Grosso

 

 

 

Sindijufe (MT)
L.A. Perlato

Este foi o encaminhamento da assembleia geral extraordinária realizada pelo SINDIJUFE-MT na manhã desta terça-feira (04/06), no TRE-MT. A adesão à Greve de 24 horas foi aprovada por unanimidade dos participantes da Assembleia, que também aprovaram a criação do Comando de Greve, cujos integrantes eleitos foram a presidente do Sindicato, Jamila Abrão; o diretor de base, Jamil Benedito da Costa Batista; e o servidor Pedro Aparecido de Souza, ex-presidente do SINDIJUFE-MT e ex-dirigente da Federação. Os demais servidores, interessados em fazer parte do Comando de Greve, terão até o dia 14 para se manifestar.

Outro encaminhamento da assembleia foi de que os membros do Comando de Greve visitarão os servidores das 3 casas do Judiciário Federal (TRT, TRE e Justiça Federal) no local de trabalho, para informá-los da paralisação e convidá-los a integrar a manifestação.

As visitas estão programadas para os dias 11, 12 e 13 de junho, e na ocasião será distribuído pelo Comando de Greve um material de divulgação da Fenajufe sobre os motivos da Greve e o posicionamento da categoria, aprovado no 10º Congrejufe, ocorrido de 27 de abril a 1º de maio deste ano, em Águas de Lindóia-SP, com a participação de delegados do SINDIJUFE-MT. Na ocasião os congressistas deliberaram pela rejeição ao inteiro teor do projeto do atual Governo referente à Reforma da Previdência.

SAIBA MAIS

A Greve de 14 de junho de 2019 será uma manifestação nacional, construída pelas centrais sindicais com a participação da Fenajufe, cujos sindicatos já decidiram que a categoria cruzará os braços em seus respectivos estados, ou estão realizando rodadas de assembleia para o encaminhamento da questão.

Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Paraíba já aprovaram a adesão à Greve, sendo que o Sindicato da Paraíba também criou o Comando de Greve a exemplo de Mato Grosso. E o Sintrajud-SP, que é um dos maiores sindicatos da categoria no País, também já aderiu à manifestação.

Pelas avaliações feitas por lideranças da Categoria, ainda que a classe trabalhadora esteja recebendo informes de que a reforma da Previdência irá acontecer é possível que a aprovação da proposta seja barrada pela pressão da sociedade.

Neste sentido, a participação dos trabalhadores na Greve do dia 14 de junho, notadamente a participação dos servidores públicos, será fundamental para fortalecer a pressão contra a reforma. "A greve e o povo nas ruas é o meio mais eficaz de os trabalhadores alcançarem os objetivos contra os ataques do Governo e a flexibilização de seus direitos", alerta o SINDIJUFE-MT.


 

 

 

 

Pin It

Sintrajusc mobiliza para Greve dia 14 de junho

Para ampliar a mobilização rumo à Greve contra a reforma da Previdência dia 14 de junho, a direção do Sintrajusc está passando nas unidades de trabalho. Nesta terça-feira (4), a coordenadora Maria José Olegário conversou com colegas das três justiças em São José e em Palhoça, orientando para as atividades de Greve (na foto). A concentração dia 14 será nas Varas do Trabalho, na avenida Beira-mar Norte, a partir das 13 horas.

Sindicatos da base da Fenajufe em todo o país e as demais categorias do serviço público e da iniciativa privada estão se preparando para fazer desta a maior Greve dos últimos anos. Para motivar ainda mais os servidores à aderir ao dia de paralisação, a atriz Andréa Padilha fará uma intervenção teatral cômico-temática com a personagem Eu-lália, passando no TRT, Gabinetes e Varas do Trabalho da Capital, na Justiça Federal  e no TRE. Confira a agenda:

AGENDA DE MOBILIZAÇÃO

DATA                            LOCAL

05/06 - Quarta             Gabinetes da JT

06/06 - Quinta             Varas/Rampa do TRT com Eulália

07/06 – Sexta               Justiça Federal com Eulália

13/06 - Quinta             Gabinetes da JT e TRE com Eulália

Pin It

Sintrajuf-PE começa rodada de assembleias para deliberar participação na Greve Geral

 

 

 

Sintrajuf (PE)

O Sintrajuf-PE começou a série de assembleias com a categoria para deliberar a participação dos servidores do Poder Judiciário Federal em Pernambuco na Greve Geral marcada para o dia 14 de junho. A participação na mobilização nacional em defesa da aposentadoria, convocada pelas centrais sindicais, foi aprovada no 10º Congrejufe, no final de abril, em São Paulo.

Nesta sexta-feira (31) os servidores da Justiça Eleitoral aprovaram por unanimidade a adesão ao movimento contra a reforma da previdência. A categoria presenta na assembleia que aconteceu na sede do TRE-PE debateram a amplitude e a gravidade de toda a PEC 06, que afeta todos os setores da classe trabalhadora, discutiram as ameaças contidas na maioria parlamentar alinhada com a agenda ultraliberal, na ausência de tratamento igualitário na mídia das teses contra a reforma e até da participação do Judiciário na ofensiva contra os direitos sociais.

No dia 24 foi a vez dos servidores do TRT da 6ª Região aprovarem o indicativo de paralisação no dia 14 de junho. Os presentes na assembleia setorial avaliaram os danos aos direitos dos servidores, caso a PEC 06 seja aprovada. A situação difícil para os servidores no Congresso e até a submissão das cúpulas do judiciário à agenda ultraliberal em curso no País foram levados em conta pelos presentes.

Mobilização
A categoria segue em intenso debate e as assembleias setoriais continuam na próxima semana. Na terça-feira (04) será a vez das Varas do Trabalho da Imbiribeira, depois Justiça Federal e TRF (veja calendário abaixo). Por fim, o Sintrajuf-PE concluirá o processo com uma assembleia geral na sede do sindicato, no dia 10, às 18h30.

Na assembleia geral, a categoria contará com a presença de um deputado federal integrante da Comissão Especial em que tramita a PEC 06/2019, e outro debatador que abordará o papel do Judiciário no movimento em favor da reforma da previdência.

30M no Recife
Servidores do judiciário federal em Pernambuco e dirigentes do Sintrajuf-PE estiveram juntos com estudantes, professores, funcionários das universidades, escolas técnicas e instituições de ensino fundamental na última quinta-feira (30), para prosseguir com os atos pela educação. O ato teve início na Rua da Aurora, em frente ao Ginásio Pernambucano, centro da cidade. De lá, todos saíram em caminhada, passando pela Avenida Conde da Boa Vista e concluindo o trajeto na avenida Dantas Barreto.

Veja o calendário das próximas assembleias:

04/06 - Fórum da Imbiribeira, 10h (frente à 12ª VT);
06/06 - Justiça Federal (Jiquiá),14h;
07/06 - TRF - (Cais do Apolo), 10h;
10/06 - Assembleia Geral, no Sintrajuf, 18h30, com a presença de um deputado federal.

 

 

 

Pin It

TRE-BA: Servidores/as reforçam importância de aderir à Greve Geral do dia 14/6

Sindjufe (BA)

Na setorial realizada na tarde dessa segunda-feira, 27, servidores/as do TRE-BA se reuniram na sala de treinamento 2 para falar sobre a retirada de direitos dos trabalhadores/as, risco de perda da aposentadoria proposta pelo atual governo, e também assuntos locais.

O primeiro ponto de pauta foram os informes dados pela coordenadora do SINDJUFE-BA Denise Carneiro sobre as reivindicações apresentadas na reunião com a Presidência. "Apesar do momento em que vivemos, temos conseguido vários avanços nessa atual gestão com a Mesa de Negociação”, pontuou Denise, que continuou: "Porém mesmo em alguns pontos em que apareceu haver consenso na reunião, ainda não vimos concretização". É o caso da liberação para participação em atividades sindicais e concurso de remoção, por exemplo, que tem gerado queixa dos servidores.

Na oportunidade, os/as servidores/as solicitaram que o sindicato sugira ao Tribunal que coloque como ponto facultativo os dias 21/6 e 01/7.

O segundo ponto de pauta foi a Greve Geral, a coordenadora destacou as fortes manifestações ocorridas em todo o país nos dias 22 de março e 15 de maio e ressaltou a participação dos servidores do Judiciário Federal nessas atividades, o que demonstra, segundo ela, desejo de lutar contra essa Reforma classificada como "FIM DA APOSENTADORIA". 

Abertas às falas, os/as servidores/as salientaram que o momento é importante para se unir, agregar, juntar forças e somar pautas com o objetivo de levar milhares de trabalhadores e trabalhadoras às ruas e espantar de vez esse fantasma da reforma de Previdência e desmonte do Estado.

Todos/as os presentes ratificaram adesão a Greve Geral do dia 14/6.

 

 

 

 

Pin It

afju fja fndc