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Sindicatos

Categoria em Mato Grosso aprova adesão à Greve Geral de 18 de agosto contra a reforma administrativa

Numa movimentada Assembleia Geral Extraordinária Virtual, o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal do Estado de Mato Grosso (Sindijufe-MT) selou a sua participação na Greve Geral de 18 de agosto contra a reforma administrativa (PEC 32), convocada pelas Centrais Sindicais e com a participação da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe).

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Servidores do PJU em Minas vão participar da greve e das mobilizações do dia 18, contra a Reforma Administrativa

Os servidores do Judiciário Federal em Minas Gerais aprovaram, em assembleia realizada na quarta-feira (11), a adesão da categoria à greve conjunta dos servidores públicos contra a PEC 32/2020, na próxima quarta-feira, dia 18 de agosto.

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Ações judiciais: Sintrajufe e Assessoria estabelecem parâmetros para representação em demandas antigas

Após a dúvida surgida entre servidores dos órgãos da base depois do recebimento de correspondência enviada pela antiga Assessoria do Sindicato (Escritório Pedro Duailibe) no caso das demandas relativas a incidência de PSSS (desconto previdenciário) sobre recebimentos como gratificação natalina, férias, entre outros, houve o esclarecimento, feito pela entidade, durante a última Assembleia Geral, da desobrigação de permanência com o antigo escritório para a execução dessas demandas que beneficiam os servidores.

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Sintrajuf-PE promove o Encontro de Servidora(e)s da Justiça Eleitoral de Pernambuco

O Sintrajuf-PE promove o Encontro de Servidora(e)s da Justiça Eleitoral de Pernambuco, no próximo dia 17 de agosto, às 16h30, de modo virtual, através da plataforma Zoom. O evento discutirá questões como os ataques à Justiça Eleitoral e seus servidores, implementação Secretaria Judiciária Remota, trabalho nos cartórios e ações contra Bolsonaro.

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Nova gestão do Sindijufe-MT promove sua primeira reunião, com foco na reaproximação do Sindicato com os Servidores

Turbinada com o aumento de diretores, a nova gestão do SINDIJUFE-MT fez ontem a sua primeira reunião, virtual, com uma vasta pauta discutida, deliberações e encaminhamentos. Os novos diretores protagonizaram sua estreia com inúmeras sugestões e disposição para o debate.

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SINDJUFE-BA convoca categoria para participar de Ato Público, em defesa da vida e solidariedade às vítimas de assédio moral de Eunápolis

O SINDJUFE-BA organiza Ato Público, em defesa da vida e em solidariedade aos trabalhadores e às trabalhadoras da Subseção Judiciária de Eunápolis, vítimas de assédio moral. O ato será realizado na próxima sexta-feira, 13, às 9h, na forma remota, pelo canal do Youtube do Sindicato (TV Sindjufeba) e presencial, no mesmo horário na porta da Justiça Federal (Sussuarana).

O ato contará com o apoio e participação de várias instituições, federações, centrais sindicais e sindicatos de trabalhadores locais e nacionais. A CSP Conlutas Bahia, CSP Nacional, Luta Fenajufe, Fenajufe, além de representantes do Conselho de Representantes da JFBA, da base da categoria, e da Direção do SINDJUFE-BA foram convidados.

O objetivo desse Evento Nacional é denunciar o assédio moral, essa grave prática que torna o ambiente de trabalho inseguro, além de gerar adoecimento. No caso da Subseção de Eunápolis, alguns trabalhadores estão sendo pressionados, inclusive com processos administrativos por parte da Administração, para trabalharem presencialmente na pandemia, não obedecendo os critérios para os grupos de risco e não levando em consideração o alto grau de produtividade da Justiça Federal da Bahia com o trabalho remoto.

O SINDJUFE-BA luta contra o assédio moral e as práticas de desrespeito à vida e à saúde dos trabalhadores, em especial, da Subseção Judiciária de Eunápolis e conclama todos os trabalhadores e a categoria, para que se unam em solidariedade aos servidores de Eunápolis e participem desse Ato Público.

Disponível aqui  https://bit.ly/3s9PeKq .

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Sindjus-AL realizará assembleia geral para os servidores decidirem sobre greve geral contra PEC 32/2020  nesta quinta (12)

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário Federal em Alagoas (Sindjus-AL) realizará uma assembleia geral virtual nesta quinta-feira (12), às 19 horas, pelo Google Meet para deliberação da categoria sobre a adesão na greve geral do serviço público contra a Proposta de Emenda à Constituição nº 32/2020, da Reforma Administrativa, marcada para o dia 18 de agosto, conforme calendário nacional de lutas.

Por conta da mudança do Google Meet, que passou a disponibilizar o tempo de permanência da sala virtual por uma hora, a Assembleia Geral Virtual terá dois links. O primeiro das 19 às 20h, com o link: meet.google.com/qfr-ferh-gjq, e o segundo, das 20h às 21h, com o link: meet.google.com/uvv-aues-jhg. Ao entrar na sala, é preciso informar o nome e sobrenome.

Ainda na pauta da assembleia, haverá eleição de delegados e observadores do Encontro Nacional de Servidores e Servidoras da Justiça Eleitoral - ENEJE, no dia 21 de agosto, das 9 às 18 horas, por videoconferência, e a discussão sobre o retorno presencial gradativo dos(as) servidores(as) aos locais de trabalho e ações em defesa da saúde e vida da categoria.

A greve geral dos serviços públicos faz parte do calendário de lutas, aprovado no Encontro Nacional do Setor Público, organizado pelas 11 centrais sindicais como a CSP-Conlutas, representadas pelo Fonasefe (Fórum Nacional das Entidades dos Servidores Públicos Federais), contra a PEC 32, da reforma administrativa, que retira os direitos e entrega os serviços públicos à iniciativa privada. A reforma administrativa acaba com o concurso público, elimina a estabilidade dos(as) servidores(as), reduz os salários, retira direitos dos servidores, põe fim à paridade, as progressões, promoções e retroativos, acaba com o Regime Jurídico Único, permite a perda do cargo público, retira direitos dos atuais servidores públicos e prejudica os aposentados. A PEC é uma ameaça aos servidores e a população em geral.

O Sindjus-AL importância de servidores do TRE participarem do Encontro Nacional dos Servidores da Justiça Eleitoral para debater teletrabalho, resoluções, reestruturação e os problemas enfrentados no dia a dia pela categoria.

Na assembleia, os servidores também discutirão sobre o retorno presencial aos locais de trabalho e definirão ações em defesa da saúde e da vida dos(as) servidores(as). São mais de 560 mil pessoas mortas por covid-19 no Brasil, com média de mil mortes por dia. Por conta da política negacionista do governo Bolsonaro, que não deu prioridade à vacinação, além de incentivar o uso de medicamento sem eficácia, atualmente, mais de 20% da população está vacinada com as duas doses ou dose única, o que deixa o país vulnerável a uma possível nova onda da covid-19 com a variante Delta, da Índia.

 Vale informar que os servidores, não sindicalizados ao Sindjus-AL, também podem participar da assembleia geral.

Passo a passo para acessar a sala do Google Meet

1 – Faça login com sua conta Google (é necessário ter uma conta no Gmail);

2 – Após o login, digite ou acesse o link da sala virtual: meet.google.com/qfr-ferh-gjq, das 19 às 20 horas. E das 20h às 21 horas, o novo link é meet.google.com/uvv-aues-jhg.

3 – Na tela inicial do Google Meet, clique em “Pedir para participar” (informe o nome completo);

4 – Se for usar o smartphone, é necessário instalar o aplicativo do Google Meet.

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Sisejufe ajuíza ação contra Bolsonaro e demanda indenização aos servidores da Justiça Eleitoral

Ação pede a responsabilização pelas mentiras propagadas sobre a condução do sistema eleitoral

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“Deputado, quem vota contra os serviços públicos, não volta!” Novos outdoors contra a reforma administrativa estão nas ruas do RS

A partir desta quinta-feira, 5, e durante todo o mês de agosto, as populações de diversas cidades do Rio Grande do Sul irão ter, em suas ruas, a lembrança de que a reforma administrativa (PEC 32/2020) prejudica os trabalhadores e as trabalhadoras. Com recado direto para os deputados e as deputadas, a Frente dos Servidores Públicos do RS, da qual o Sintrajufe/RS faz parte, espalhou dezenas de outdoors por todo o estado para pressionar os parlamentares pelo voto contrário à PEC.

Os outdoors, presentes em Porto Alegre e no interior do estado, trazem os dizeres: “Deputado, quem vota contra os serviços públicos, não volta! Não à reforma administrativa”. As peças são assinadas pela Frente, pela União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública e pelos sindicatos que participam da ação, entre eles o Sintrajufe/RS. O objetivo é lembrar a deputados e deputadas que, nas eleições que se avizinham, não esqueceremos quem participar desse grave ataque aos serviços públicos, aos servidores e servidoras e aos direitos da população.

Essa é a segunda rodada de colocação de outdoors conduzida pela Frente dos Servidores na luta contra a reforma administrativa. No final de 2020, peças contra a reforma, que anunciavam que a proposta representa o fim dos serviços públicos, foram alvo de vandalismo. Na ocasião, a Frente espalhou outdoors por mais de 200 pontos em todo o estado.

A nova etapa da colocação de outdoors é parte de uma campanha mais ampla contra a reforma administrativa, campanha da qual o Sintrajufe/RS tem participado em todas as ações. O sindicato também realizou recentemente uma campanha de mídia, com inserções em televisão e rádio, anúncios em jornais e divulgação via redes sociais de vídeos com esquetes referentes aos prejuízos que a reforma, caso aprovada, irá gerar para a população.

Veja a seguir os vídeos:





Além das campanhas, o Sintrajufe/RS e outros sindicatos também têm levado a pauta da reforma administrativa aos diversos atos que vêm reunindo centenas de milhares de brasileiros e brasileiras em todo o país na luta contra o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Também estão sendo realizadas mobilizações nos domicílios eleitorais dos parlamentares do Rio Grande do Sul.

No dia 13 de agosto, Sintrajufe/RS participa e transmite audiência pública sobre a reforma

Um próximo momento importante de mobilização será o dia 13 de agosto. Nessa data, a comissão especial que debate a reforma administrativa na Câmara dos Deputados promove audiência pública sobre a PEC no Auditório Dante Barone, da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. A atividade, denominada “Seminário estadual sobre a reforma administrativa”, será das 8h30min às 13h30min, de forma presencial (com capacidade restrita a 120 pessoas) e com transmissão online. O Sintrajufe/RS é uma das entidades que foi convidada a falar na reunião e irá retransmitir a audiência pública nos meios de comunicação do sindicato.

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Sisejufe participa de audiência de conciliação no CNJ em ação contra o CJF, que estabeleceu TAF e exigência de aprovação em curso da GAS

CJF se diz impedido de fazer acordo, relator conselheiro Mário Guerreiro irá analisar pedido de antecipação de tutela e anunciará decisão nos próximos dias.

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PEC32: Sindicatos realizam atividade unificada e reforçam chamado para combater proposta

A transmissão ao vivo Funcionalismo Público e a luta unificada contra a reforma administrativa, realizada na noite desta quarta-feira, 4, por APRUMA, SINTRAJUFE, SINASEFE Monte Castelo, SINASEFE Maracanã, SINDUEMA e SINDEDUCAÇÃO, constitui-se em mais um passo para aproximar as bases destes sindicatos, alertar para a urgência desta pauta e fortalecer o chamado para o 18 de agosto, Dia Nacional de Mobilizações, Paralisações e Greves contra a Reforma Administrativa (PEC 32).

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AS SEQUELAS DA PANDEMIA

De acordo com médico infectologista da Fiocruz, não há comparativo histórico com o volume de pacientes que terão novas doenças e traumas depois de recuperados da covid-19


                 
Crédito da foto: Thales Ferreira/Mídia Ninja
 

Por Henri Figueiredo*

Estudo feito por cientistas da USP, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com base em dados oficiais do Ministério da Saúde, mostra que, no ritmo atual, o Brasil só conseguirá imunizar 90% de sua população de 160 milhões de adultos no primeiro trimestre de 2022. Em fins de julho, 70 milhões de pessoas ainda não tinham recebido nem sequer uma dose de vacina (44% do público alvo) e para elas precisam ser reservadas 140 milhões de doses. Outras 56 milhões (35% do total) já tinham recebido a primeira dose e aguardavam a segunda aplicação. Apenas 34 milhões (ou 21%) estão completamente imunizados, ao fim do primeiro mês do segundo semestre de 2021.

              
Apenas 34 milhões dos brasileiros estavam completamente imunizados, ao fim do primeiro mês do segundo semestre de 2021 / Crédito: Thales Ferreira/Mídia Ninja

De acordo com o médico infectologista Alberto Lemos, pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Imunização e Vigilância e Saúde da Fiocruz, a variante Delta do coronavírus, inicialmente identificada na Índia, é um risco iminente. “Para a gente conseguir bloquear a circulação do vírus, é preciso de uma boa porcentagem da população vacinada. Esse número é inversamente proporcional à taxa, à velocidade de reprodução do vírus. A questão é que parece que a variante Delta tem essa taxa de reprodução um pouco maior – o que implicaria numa porcentagem de vacinação também um pouco maior”, explica Lemos.

                  
                                                                                                                                                                                                       
Infectologista Alberto Lemos, da Fiocruz, aponta que
variante  Delta do coronavírus é um risco iminente

Com cerca de 67 milhões de brasileiros acima de 18 anos sem nenhuma dose de vacina contra a covid-19 até 26 de julho e outros 57,2 milhões aguardando a segunda dose, um eventual avanço da variante Delta do coronavírus no Brasil é objeto de preocupação para autoridades e especialistas.

                     
               Relatório da Fiocruz revela nova fase da pandemia no Brasil. Veja abaixo / Foto: Fiocruz

O Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz, publicado em 22 de julho, apontava para uma nova fase da pandemia no país. A proporção de internações entre idosos, que esteve em 27,2% na semana epidemiológica (SE) 23 (6 a 12 de junho), depois (SE 27, de 3 a 10 de julho) foi de 31,8%. Ainda na SE 23 foi registrada a menor porcentagem de idosos no número de óbitos (44,8%). Em 22 de julho, o percentual alcançava 58,2%. A maior parte dos óbitos por covid-19 se concentra na faixa etária acima de 60 anos desde a SE 26 compreendida entre 27 de junho e 3 de julho. Os dados mostram também redução de internações em leitos de terapia intensiva na faixa etária de 50 a 59 anos e uma interrupção no aumento na faixa de 40 a 49 anos.

                                                               Fonte: Fiocruz

É justamente a velocidade da vacinação que controla a pandemia. “O ideal nesse momento é acelerar por faixa etária. Dentro das próprias faixas etárias têm as pessoas com comorbidades. A pessoa, então, só precisa mostrar um documento comprovando a idade, não precisa ir ao serviço de saúde solicitar. O vírus está na nossa frente, precisamos acelerar essa corrida. Nós estamos perdendo e cada dose conta”, disse à CNN a epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Ethel Maciel.

Ranking do Brasil na vacinação

Em fins de julho, o Brasil estava em 66º no ranking global de vacinação na relação a cada 100 habitantes e era o 4º no total de doses. O país, que iniciou a vacinação há mais de cinco meses, já esteve na 56ª posição desse ranking e chegou a descer para a 70º. Entre os países que compõem o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo, o país está em 11º. Segundo os dados atualizados pela Agência CNN, o Brasil aparece com 61,41 doses aplicadas a cada 100 habitantes.

O Canadá ultrapassou o Reino Unido e está na liderança da lista, com 123,96 doses na relação a cada 100 pessoas. O Reino Unido tem 122,30. Em seguida, está a Itália (105,65), a Alemanha (105,60) aparece em quarto lugar, seguido pela China (104,74). Os Estados Unidos aparecem em sexto lugar, com 101,59.

A mais recente pesquisa do Instituto DataSenado revela que a maior parte dos brasileiros – entre os que consideram que houve atraso na compra de vacinas – atribui a culpa da demora ao presidente Jair Bolsonaro – 74% dos brasileiros que consideram que houve atraso na aquisição dos imunizantes enxergam o presidente como principal responsável.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que a variante Delta, com seu alto poder de transmissão, deve se tornar dominante em todo o mundo. Daí a necessidade urgente da aceleração da vacinação nas faixas etárias ainda não atingidas e da segunda dose em quem já foi vacinado.

Doenças respiratórias, neurológicas e distúrbios psiquiátricos

O médico infectologista Alberto Lemos considera que, por enquanto, é imensurável o volume de pessoas que desenvolverão sequelas após o contágio pela covid-19. Mas já é possível dizer que nunca houve nada igual, não há comparativo histórico que se possa fazer. “Em um ano e meio de pandemia, verifica-se, principalmente, problemas respiratórios, neurológicos e psiquiátricos crônicos – o que torna necessário um tratamento permanente desses pacientes”, lista Lemos.

As equipes de saúde também tendem a ficar mais expostas. “Acho, inclusive, que é um fenômeno normal o relaxamento das equipes de saúde nos aspectos de segurança e proteção contra o contágio. Trabalho há um ano e meio na pandemia e vejo pacientes com covid-19 pelo menos duas vezes por semana e não fui contagiado. Então eu mesmo já me peguei, algumas vezes, não prestando atenção em todos os procedimentos de segurança que se deve ter. Por outro lado, a gente também acumula conhecimento”, diz Lemos.

Os frequentes “apagões” no calendário de vacinação, em várias cidades do país, é outro fator preocupante. Conforme o pesquisador da Fiocruz, é muito difícil, de fato, fazer uma programação de vacinação num país tão grande e populoso como o Brasil, contudo, já se passou muito tempo. “Já teria sido possível que esse planejamento, que a logística de distribuição e aplicação de vacinas fosse mais completa. É mais compreensível um racionamento no início da distribuição das vacinas, do que no meio da vacinação, como estamos vendo acontecer. Então há uma falha no planejamento. Uma outra explicação para isso seria a falta de produção de vacina – e eu não tenho notícia, até o momento, de que seja isso o que esteja acontecendo”, completa.

 

*Henri Figueiredo, jornalista, especial para o Sisejufe


Para saber mais:

Brasil deve mudar vacinação por causa da variante Delta?
https://noticias.r7.com/saude/brasil-deve-mudar-vacinacao-por-causa-da-variante-delta-26072021

Painel da Vacina: Brasil está em 66º no ranking global e é 4º no total de doses
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/07/23/painel-da-vacina-brasil-esta-em-66-no-ranking-global-e-e-4-no-total-de-doses

Boletim aponta nova transição no perfil demográfico da pandemia
https://agencia.fiocruz.br/boletim-aponta-nova-transicao-no-perfil-demografico-da-pandemia

Brasil ainda precisa aplicar 196 milhões de doses e pode alcançar imunidade coletiva apenas em 2022
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2021/07/brasil-ainda-precisa-aplicar-196-milhoes-de-doses-e-pode-alcancar-imunidade-coletiva-apenas-em-2022.shtml

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SINDIJUFE-MT empossa nova gestão, e Sindicato passa a ser administrado por Diretoria Executiva Colegiada

Com muita disposição para encarar os desafios de um Sindicato de trabalhadores nos dias de hoje, tomou posse ontem (04) a nova Diretoria do SINDIJUFE-MT. Na gestão, coordenadores experientes atuarão com jovens diretores,  abrindo espaço para novas ideias e renovando a equipe, formada por Servidores de diferentes ideologias políticas, que uniram suas forças para fortalecer o Sindicato e representar a Categoria da melhor forma possível.

Diferentemente das solenidades presenciais, a posse da nova gestão aconteceu pelo google meet, ainda seguindo as recomendações das autoridades sanitárias devido à pandemia da covid-19. Mas o evento virtual não tirou o brilho da solenidade, pois a live da posse da nova gestão teve, inclusive, a participação de dirigentes da Fenajufe, que desejaram sucesso e parabenizaram os Diretores do SINDIJUFE-MT. O Assessor Jurídico do Sindicato, advogado Bruno Boaventura, também participou.

Encerrando a gestão em que representou o SINDIJUFE-MT na condição de presidente, Walderson de Oliveira Santos, o Oliveira, parabenizou os novos Diretores e destacou que não foi presidente do Sindicato por vontade própria e sim por força das circunstâncias. "Foram 3 anos de desafio, e preciso lembrar que o nosso Sindicato é suprapartidário, que o nosso pior inimigo talvez nem seja a covid, mas o governo, nosso patrão. Não só este governo, mas todos eles foram nossos inimigos,  cada um pior que o outro.Todos eles são patrões. Outro reconhecido inimigo da Categoria é o Supremo Tribunal Federal (STF), que não é patrão mas sempre se comportou contrariamente aos nossos interesses".  

Coordenadores

O presidente da Comissão Eleitoral, Saulo Ananias de Oliveira, leu a ata de posse e deu as boas-vindas aos novos Diretores. A administração do SINDIJUFE-MT será exercida por uma Diretoria Executiva Colegiada composta de 17 Coordenadores, integrantes da Chapa única "Juntos Somos Mais Fortes". O ex-presidente, Walderson de Oliveira Santos (TRT23), agora é Coordenador Geral e divide a função com outros dois Diretores, Jailson Antonio Barbosa (JF-MT) e Rodrigo de Freitas Silva Araújo (TRE-MT). Sandro Gonçalves Delgado (TRE-MT) continua no Financeiro, agora como Coordenador, com os também Diretores Vinícius Marcus Paulo Teixeira (TRT-23) e Lealdo Floresta de Oliveira (TRE-MT).

A Coordenação Executiva tem 11 Coordenadores: Juscileide Maria Kliemaschewsk Rondon (TRT-23), Edivaldo Rocha dos Santos (TRE-MT), Júlia Viñe (TRE-MT), Camilo Almeida de Sena (TRT-23), Márcia Regina Polidório (TRE-MT), Luis Cláudio de Campos Borges (TRT-23), Luiza Maria Arruda Thenquini (TRE-MT), José Ernesto Cadidé (TRT-23), Eloisa Helena de Oliveira de Campos  (TRT-23), Rodrigo Ferreira de Carvalho (TRT-23) e Hélida Vilela de Oliveira (TRE-MT).

Jusci também é Coordenadora da Fenajufe e Presidente da Associação dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais de Mato Grosso (ASSOJAF-MT); Edivaldo é Professor da UFMT; e Luis Borges é Presidente da Associação dos Servidores do Poder Judiciário Federal e Ministério Público da União no Estado de Mato Grosso (Asserjup-MT), apenas para ilustrar um pouco a bagagem cultural e a representatividade dos novos Coordenadores.

Belos pronunciamentos

"Parabéns à nova diretoria do Sindijufe MT e que seja uma gestão de luta e em defesa dos servidores", manifestou o Coordenador da Federação Thiago Duarte. Luis Claudio dos Santos, também da Fenajufe, disse que "só se constroi uma sociedade melhor trabalhando coletivamente" e afirmou, ainda, que um Sindicato não pode ser um instrumento de defesa de políticas que não sejam favoráveis à Categoria, se referindo a colegas do Amazonas favoráveis à extinção da Justiça do Trabalho. " Parabenizo vocês do SINDIJUFE e desejo que tenham um mandato coletivo, sem medo de debater a política.Vocês têm total capacidade e brilho para fazer a melhor gestão possível", afirmou.

De acordo com Jusci, que neste ano está completando 39 anos de militância,  é preciso levar para a base uma maneira de fazer sindicalismo que possa ter uma nova configuração, conforme a atual conjuntura, com a inclusão daqueles que nunca participam. "O pleno exercício dos direitos  (civis, políticos, etc) devem ser considerados pelo Sindicato, para conseguirmos alcançar a finalidade a que nos propomos. Que a gente vá além da percepção comum, para que possamos atuar de maneira efetiva e transformadora, com a participação da Categoria, no reconhecimento de seus direitos. Para mim será um prazer dividir essa gestão com vocês", disse ela, acrescentando ainda que a ação sindical também é ciência que envolve cooperação e mútua responsabilidade. "Democracia não é só votar de 4 em 4 anos mas, ter uma efetiva participação, e para termos uma boa gestão no Sindicato precisamos levar as discussões para o campo das ideias, e não para o lado pessoal", concluiu.

Para o novo Coordenador  Financeiro Vinicius Teixeira, no momento estamos precisando de otimismo crítico. "Muita gente tem o otimismo do Tiririca, que diz que pior do que está não fica, mas o fato é que estamos cada vez pior. Então, eu vejo que é preciso termos a união com a certeza de que vamos vencer e que é possivel sair disso, sem deixar de ver o que está acontecendo".

Luis Claudio Borges agradeceu pela oportunidade de fazer parte da Diretoria e ressaltou que aceitou o convite como uma oportunidade para aprender.
Não sou omisso. Posso errar nas colocações, mas não por omissão.A minha preocupação pra quem vai estar mais à frente do Sindicato é para que todos reflitam sobre isso, que vivemos mundos diferentes, muitos de nós já está com pé na aposentadoria, e o governo está sendo bem sucedido na retirada de direitos dos Servidores Públicos". Ele deixou alguns tópicos para reflexão: o que os sindicatos estão trazendo aos servidores? Cadê a renovação? O que os Servidores novos esperam de nós? E o que fazer para que os antigos e os novos retornem? São apenas reflexões", frisou ele. "Os Servidores querem resultados do Sindicato, mas para que isso seja possível eles também precisam retornar aos sindicatos".

Lealdo Floresta complementou as declarações dos colegas diretores defendendo que o Sindicato busque resultados. "É o que os nossos Sindicalizados esperam, nossa clientela são eles", observou.

Júlia Viñe, que nessa gestão voltou a integrar a Diretoria após um período afastada, desejou boas-vindas aos novos integrantes. "Também estou no Sindicato já faz bastante tempo, tivemos lutas difíceis pela defesa dos nossos salários, uma luta grande que nos deu algum reajuste. Talvez não tivéssemos alcançado isso se não tivéssemos lutado, conseguimos organizar várias caravanas e lotar a Esplanada dos Ministérios repetidas vezes . A gente lutou por um reajuste, que hoje faz parte da nossa sobrevivência. Participar do Sindicato tem um preço alto a ser pago, mas temos que fazer, e não me arrependo", disse ela.

Calendário

Segundo Jusci, a nova gestão já tem um compromisso pela frente e deve se reunir com urgência, pois tem uma Greve Geral marcada para 18 de agosto. Ela propôs que se marque uma reunião de diretoria até 9 de agosto, no máximo, para discutir o calendário de lutas.

 

Luiz Perlato/SINDIJUFE-MT

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Sisejufe convoca servidores do TRT1 a enviar sugestões para debate sobre implementação da Resolução 296

Mudança impactará fortemente a estrutura funcional do Tribunal, especialmente no que diz respeito à lotação de servidores. Prazo para enviar sugestões é até o próximo sábado (7/8)

 

 

Sisejufe convoca todos os servidores do TRT1, sindicalizados ou não, a apresentarem até o dia 7 de agosto, (SÁBADO), às 20h, sugestões a respeito da Resolução n° 296/21 do CSJT, que trata da padronização da estrutura de pessoal e distribuição de FCs e CJs nas Varas do Trabalho, no segundo grau e nos setores administrativos, no âmbito dos TRTs.

As sugestões poderão ser encaminhadas ao e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .

Sabemos que a Resolução impactará fortemente a estrutura funcional do TRT1, especialmente no que diz respeito à lotação de servidores. Para termos uma ideia dos efeitos propostos pela Resolução, no que diz respeito à distribuição de funções comissionadas e CJs, utilizando como base o quantitativo de ações distribuídas anualmente, uma Vara do Trabalho ficaria reduzida a apenas:


1 Diretor CJ3
2 Assistentes de Secretaria FC4
1 Calculista FC4
1 Assistente de Juiz FC5
2 Assistentes de Gabinete de 1° Grau FC5

Por essa razão, os servidores do TRT1 não podem ficar à margem dos debates relacionados à implementação dessa resolução no TRT1, cujo prazo foi estabelecido pelo CSJT até dezembro de 2022.

A partir das propostas encaminhadas pelos servidores, o SIsejufe apresentará uma proposta única da categoria, que será encaminhada à Comissão do Tribunal, que debaterá a adaptação do Tribunal às regras da Resolução.

A Resolução que impactará a vida funcional dos servidores do TRT1 se encontra disponibilizada neste link!

A nossa participação é fundamental!

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Sintrajuf-PE participa de atos contra a PEC32 no retorno das atividades do Congresso, em Brasília

O Sintrajuf-PE se fez presente, em Brasília, nesta terça-feira (3), para participar dos atos contra a PEC32 neste retorno dos trabalhos legislativos do Congresso Nacional. Além do presidente Manoel Gérson, representaram o Sindicato os diretores Felipe Santos e Leonardo Moura. Veja o vídeo abaixo:

A representação do Sintrajuf-PE caminhou ao lado de integrantes de várias entidades sindicais e da sociedade civil, além de parlamentares da Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, como Alice Portugal (PCdoB-BA) e Rogério Correia (PT-MG). Os deputados federais foram presenteados com camisas da campanha do Sintrajuf-PE contra a reforma administrativa.

Servidores de todo o Brasil foram às ruas da Capital Federal reivindicar a suspensão da reforma administrativa e do desmonte dos serviços públicos promovidos pelo governo Bolsonaro.

O ato precede a greve geral do dia 18 de agosto, deliberada no I Encontro Nacional dos Servidores Públicos que reuniu mais de 5 mil servidores e servidoras das três esferas: municipal, estadual e federal. No evento foi elaborado um manifesto e foram aprovadas as mobilizações contra a PEC32.

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Sisejufe pede que Administração revogue resolução que determinou volta antecipada ao trabalho presencial no TRF2

 Em reunião, na tarde desta segunda-feira (2/8), juiz auxiliar da Presidência se comprometeu a levar o pleito do sindicato ao presidente Messod Azulay

 
 
 

A diretoria do Sisejufe se reuniu com o juiz auxiliar da Presidência do TRF2, José Arthur Diniz Borges, nesta tarde (2/8), em formato híbrido, para pedir a revogação da resolução que entrou em vigor hoje, determinando a volta antecipada do atendimento presencial em todas as unidades da Justiça Federal do RJ. Participaram presencialmente a presidenta do Sisejufe, Eunice Barbosa, a assessora política Vera Miranda e os servidores Carlos José dos Santos e Janete Amaranto. Os demais participaram pelo Zoom.    

Reunião aconteceu no formato híbrido, com parte da diretoria presente pelo zoom

 

A presidenta do Sisejufe iniciou afirmando que o trabalho da Justiça Federal é essencial e deve ser prestado com toda qualidade à população. Destacou que as servidoras e os servidores sabem de sua missão institucional e abraçaram essa responsabilidade durante a pandemia, o que é comprovado em números de produtividade. Eunice pontuou que, justamente por todos esses motivos, o sindicato e a categoria estranharam a decisão do Tribunal de antecipar o retorno ao trabalho presencial sem planejamento. “Se estamos fazendo essa entrega, por que voltar dessa forma  desorganizada? Se olharmos o cenário do RJ, o mais afetado pela variante Delta, vamos perceber que não há segurança sanitária para o retorno do atendimento presencial. Os servidores têm essa preocupação e a apresentaram de forma desesperada ao sindicato”, afirmou.

Eunice continuou: “Em dois meses, é provável que a gente tenha um cenário mais seguro para o servidor e para toda a população. Queremos dialogar com a Administração. Temos sugestões para ampliar o atendimento, o que entendemos legítimo, mantendo a saúde de todas e todos”. 

A servidora Janete Amaranto, diretora da 1ª Vara de Itaboraí, disse que ela e todos de sua equipe têm comorbidade e pediu que a Administração tenha a sensibilidade de prorrogar o trabalho remoto até que mais pessoas estejam vacinadas e protegidas.

Carlos José, diretor de secretaria do 4º Juizado Especial Federal, destacou que todo servidor sabe que um dos pilares do atendimento é a prestação jurisdicional ao cidadão, mas ressaltou que isso pode ser feito sem colocar vidas em risco. Ele sugeriu que sejam organizadas estações de trabalho com um pequeno grupo de servidores, em rodízio entre servidores das unidades judiciárias atendendo por meio do balcão virtual, recorrendo a agendamentos, o que traria economia de recursos e de capital humano, além de contribuir para evitar alta nas taxas de contágio da Covid-19. 

“Os servidores do plantão do dia atendem ao jurisdicionado, independente da vara onde o processo está em curso.  Vários procedimentos podem ser feitos virtualmente. Temos que nos comprometer a ter efetividade”, disse.

Protocolo de Retorno

Eunice alertou que é preciso atualizar o Protocolo de Retorno do TRF2. “Eu olhei os protocolos de diversos tribunais do país e todos atualizaram e estabeleceram critérios para o retorno. Entendemos que não é razoável que o TRF2, que já foi exemplo para os demais, faça um retorno açodado que crie insegurança aos servidores”, relatou, pedindo que o sindicato participe da atualização do documento.

O diretor de secretaria do 3º Juizado Especial Federal de São Gonçalo, Carlos Henrique Vieira, reforçou a preocupação com a questão sanitária e questionou: “Se os números estão bons, por que temos de voltar dessa forma?”

O coordenador do Departamento de Acessibilidade e Inclusão do Sisejufe, que representa as pessoas com deficiência, disse que o maior bem que o tribunal tem é seu quadro de servidores, terceirizados, estagiários e magistrados. “É uma surpresa essa resolução ainda com outra em vigência, que termina em setembro. Essa última resolução sequer tratou dos grupos vulneráveis. Ficamos apreensivos. Mesmo que se diga que diante de dúvidas vale a resolução anterior, ficaremos à mercê de interpretações”, opinou. 

Ricardo lembrou que vários lugares que resolveram fazer abertura já tiveram de rever suas decisões. “Austrália, China e outros países voltaram atrás em seus protocolos”, completou. 

A diretora do sindicato, Laura Diógenes, pontuou que, além dos servidores com comorbidades ou que ainda não tomaram nenhuma dose da vacina, há os que têm familiares no grupo de risco, que dependem de cuidados.

“Peço o adiamento do atendimento presencial para um momento mais propício, com mais pessoas imunizadas e um retorno gradual”, comentou. 

Responsabilidade e critério

A diretora Soraia Marca agradeceu pela Administração reabrir o diálogo com o sindicato. “Antes, estavam demonstrando preocupação, até chegar essa resolução. As pessoas estavam preparadas para voltar em setembro. O sindicato pede apenas um mês, que seja cumprido esse prazo da resolução anterior e que seja cumprido o protocolo de medidas sanitárias. Queremos que haja sensibilidade da administração e que a volta seja feita com responsabilidade e critério. Não há informação em lugar nenhum e isso não é característica do Tribunal, que sempre se preocupou com os servidores. Foi algo que extrapolou os limites do plausível”, acrescentou. 

Após as ponderações, Dr José Arthur disse que iria levar todos os questionamentos e pedidos ao presidente do Tribunal. 

“Deixo claro aos senhores o que omiti na primeira fala: se a Justiça Federal tem o reconhecimento da sociedade e das outras Justiças, isso se deve ao quadro de servidores. Todo mundo quer ser servidor da Justiça porque é respeitado, eficiente e melhor remunerado”.

O juiz auxiliar da Presidência, no entanto, se disse surpreso com tantas críticas à resolução que determinou o retorno do atendimento presencial nesta segunda-feira. O magistrado pontuou que o presidente Messod Azulay não fez o ato sozinho e que iria conversar também com o diretor do Foro, juiz federal Osair Victor.

“As críticas foram construtivas. O pleito do sindicato é adiar até setembro, mantendo a vigência da resolução anterior e promovendo a atualização do protocolo de biossegurança, estabelecendo critérios e ouvindo as entidades de classe. Peço desculpas ao sindicato. Eu me sinto corresponsável. Vou levar todos os pleitos ao presidente e ao diretor do Foro”, disse, solicitando, no entanto, um prazo para dar a resposta e se comprometendo a fazê-lo o mais breve possível.

Eunice respondeu que a direção do Sisejufe tem total confiança de que a situação será resolvida: “temos pressa e certeza de que podemos contar com a sensibilidade do senhor e dos demais da Administração. Os servidores já suportam o ônus do trabalho remoto compulsório, não podem suportar o ônus de colocar sua vida e a de seus familiares em risco desnecessário. Os servidores querem voltar, mas com segurança”. 

Oficiais de Justiça

A reunião teve um segundo ponto de pauta: o corte da VPNI oriunda de quintos incorporados, baseado em decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). O diretor do Sisejufe Licius Coelho disse que o tema tem causado bastante ansiedade entre oficiais de justiça. “Mais da metade dos oficiais está na iminência de corte da verba recebida há mais de 10 anos. Isso acontece em todo país, mas vários tribunais estão revendo decisões para sustar o corte até ter uma decisão definitiva do TCU. A gente queria estabelecer o diálogo e seguir essa trilha, de reverter a decisão do corte”, defendeu.

O diretor da Fenassojaf Eduardo Virtuoso lembrou a trajetória de luta do oficialato em torno da VPNI e explicou as decisões recentes dos tribunais. Virtuoso informou que há indicativos sobre a possibilidade de o próprio TCU rever sua posição para adotar a manutenção das parcelas, com absorção por futuros reajustes, na linha do que foi decidido pelo STF na Repercussão Geral sobre os quintos (RE 638115). Ele acrescentou que não há prejuízo para a União, tampouco para a sociedade se esse processo for sustado. 

José Arthur afirmou que o tema é delicado porque envolve patrimônio e segurança jurídica pelo número de anos que os servidores já recebem a VPNI e se comprometeu a levar o pleito ao presidente do TRF, Messod Azulay, e ao diretor do Foro, Osair Victor. O magistrado disse que é possível tentar um caminho na via administrativa para rever essas decisões. 

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