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Agência de Notícias

O fortalecimento dos serviços públicos como instrumento de crescimento e desenvolvimento do país

Por Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A entrada do Brasil no cenário internacional que se tornou a 5ª potência mundial, como exemplo de crescimento econômico com desenvolvimento e diminuição das desigualdades sociais com a implantação de vários programas sociais voltados para o combate a pobreza e a miséria, só foi possível graças ao empenho e dedicação dos funcionários públicos.

Tornar um país rico e desenvolvido passa fundamentalmente pelo fortalecimento de suas instituições, possibilitadoras de serviços públicos de qualidade, capazes de atender as necessidades do conjunto da sociedade brasileira.

Serviços públicos de qualidade só são possíveis se existir, por parte dos gestores, ações efetivas de valorização daqueles que operam o sistema, mas isto está na contramão do que estamos testemunhado nos últimos meses no Brasil.

Setores essenciais do serviço público federal, tais como educação e saúde, dentre outros, deflagraram greve por absoluta omissão do estado brasileiro em negociar e apresentar proposta decente que viabilize o diálogo e ponha fim a esta longa e dolorosa greve, em que todos são penalizados, funcionários e sociedade.

Contradizendo o discurso democrático apresentado pelo governo, este se utiliza de mecanismos de repressão e de judicialização das greves para punir os grevistas com cortes de ponto e desconto nos salários, sem deixar de registrar a utilização da mídia para colocar a sociedade contra os funcionários com divulgação de altos salários pagos a uma minoria do funcionalismo, que não corresponde a realidade dos salários recebidos pela maioria dos servidores públicos.

Mais inaceitável ainda é que um governo construído e apoiado pelo campo democrático e popular, responda à legítima manifestação de greve, assegurada na Constituição Federal com ameaças de retaliação, inclusive com a edição do Decreto 7777 para intimidar com possibilidades de substituição dos grevistas.

É voz corrente que não existe de desenvolvimento sem investimento na educação e na saúde, mas como podemos ter educação e saúde de qualidade com este tratamento dispensado pelo governo aos serviços e servidores públicos? Além das ruins condições de trabalho oferecidas a estes trabalhadores, o governo não lhes assegura salário digno, capaz de suprir suas necessidades mínimas, e não faz os investimentos necessários na capacitação desses agentes públicos.

Vivemos um momento de grandes contradições no Brasil, onde se ressalta os avanços conseguidos pelo país nos últimos dez anos, inclusive com a conquista do respeito internacional e um novo tipo de protagonismo, entretanto, internamente, grande parcela dos trabalhadores do setor público amargam baixos salários e são poucos os investimentos sociais que garantem a melhoria da qualidade dos serviços públicos.

Não é possível que o governo brasileiro continue a ignorar ou tentar abafar os clamores de um setor importante da sociedade que luta por seus direitos e exige respostas dos dirigentes da nação na perspectiva de apresentar propostas efetivas, que dialoguem e consigam por fim às inúmeras greves que vem pipocando em vários órgãos e unidades da federação.

*Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. Nacional.

 

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FNDC lança Campanha Nacional por Liberdade de Expressão e por um Novo Marco Regulatório das Comunicações

Ato em São Paulo na próxima segunda (27) será transmitido em tempo real pelo site da CUT

No dia em que o Código Brasileiro de Telecomunicações completa 50 anos, o FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação) lançará a sua Campanha Nacional por Liberdade de Expressão para Todos e por um Novo Marco Regulatório das Comunicações.

Em São Paulo, o ato ocorrerá na próxima segunda, dia 27, na sede do Sindicato dos Jornalistas do estado. A atividade será transmitida em tempo real pelo site da CUT Nacional. No mesmo dia, a Frentex (Frente Paulista pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão) lançará a sua Plataforma para os candidatos à Prefeitura e Câmara Municipal de São Paulo, com o objetivo de debater com prefeitos e vereadores iniciativos para promoção de uma comunicação democrática e verdadeiramente plural nas cidades.

Juntamente com os lançamentos, haverá um debate com a presença de Marilena Chauí (filósofa e professora da USP) e Rosane Bertotti (secretária de Comunicação da CUT e coordenadora geral do FNDC).

Todas estas iniciativas se inserem na agenda de luta por uma nova regulação dos meios de comunicação de massa no Brasil, que garanta liberdade de expressão para todos e todas.

Serviço

Lançamento da Campanha Nacional por Liberdade de Expressão para Todos e por um Novo Marco Regulatório das Comunicações

Data - 27 de agosto, segunda-feira

Horário - às 17h: ato lúdico em frente à Prefeitura de São Paulo e caminhada até o mercado municipal

Às 19h: lançamento da Campanha e da Plataforma com debate com Marilena Chauí (filósofa e professora da USP) e Rosane Bertotti (secretária de Comunicação da CUT e coordenadora geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação –FNDC)

Local - Sindicato dos Jornalistas de São Paulo

Fonte: CUT Nacional/Frentex-SP

 

 

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CUT convoca sindicatos para o Dia Nacional de Mobilização em 5 de setembro

10% do PIB para educação, Fim do Fator Previdenciário e da rotatividade no emprego, negociação coletiva no serviço público e Agenda do Trabalho Decente são prioridades, afirma Sérgio Nobre

No próximo 5 de setembro, quarta-feira, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizará um Dia Nacional de Mobilização, levando às ruas, às Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e ao Congresso Nacional suas reivindicações de 10% do PIB para a educação, fim do Fator Previdenciário, fim da rotatividade no emprego, negociação coletiva no serviço público e a agenda do Trabalho Decente, aprovada na Conferência Nacional, realizada no início de agosto.

Em entrevista ao Portal do Mundo do Trabalho, da CUT Nacional, o novo secretário geral da Central, Sérgio Nobre, destaca a relevância da manifestação para dar maior visibilidade à pauta dos trabalhadores junto à sociedade, ao parlamento e ao governo, a fim de garantir direitos e ampliar conquistas.

Quais são os eixos do Dia Nacional de Mobilização da CUT?

O fim do Fator Previdenciário, fim da rotatividade no emprego – com a ratificação da Convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), negociação coletiva no serviço público – com a regulamentação da Convenção 151 da OIT - e a aprovação da Agenda do Trabalho Decente são prioridades que se somam à luta pelos 10% do PIB para a educação. Esta última medida, ao lado do Piso, da Carreira e da jornada, integra também a reivindicação dos companheiros e companheiras da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que realizarão uma marcha nacional neste mesmo dia a Brasília.

A educação é um tema chave?

A educação é um tema estratégico para a continuidade do desenvolvimento. Vimos recentemente uma pesquisa que aponta a queda na qualidade do ensino, onde 37% dos universitários não conseguiu sequer interpretar um texto e em que metade das escolas particulares não atingiu a nota mínima. É inaceitável que algo que é fundamental para a formação e qualificação profissional, para o desenvolvimento científico e tecnológico, fique estagnado ou até mesmo retroceda. Infelizmente o Sistema “S” vem cobrando cursos como o de mecânico de turbina de avião, R$ 500 por mês. Tinha de ser gratuito. Essa cobrança é um crime.

Qual a relevância desta ação integrada do conjunto das categorias?

É uma ação extremamente importante, pois dará grande visibilidade à mobilização do setor público, com as conquistas salariais que vão advir do processo. Temos também as campanhas salariais do segundo semestre, como as dos metalúrgicos e bancários. Vamos levar a Brasília a pauta da CUT, divulgando amplamente propostas que interessam à classe trabalhadora.

Como será a ação junto aos parlamentares no Congresso Nacional?

Nossa ideia é cobrar do parlamento maior agilidade na votação dos projetos sobre os diferentes temas, pela sua importância na melhoria das condições de vida e trabalho. Paralelamente vamos defender o compromisso do governo com o estabelecimento de uma mesa permanente de negociação com as centrais sindicais.

Qual sua avaliação das recentes greves dos servidores federais?

A paralisação demonstrou a necessidade de um novo modelo de negociação, que seja mais unitário e menos fragmentado, com acordos de longa duração para que a população não fique sem serviço público durante meses nem os servidores sem a tão necessária valorização. A regulamentação da Convenção 151 da OIT poderia ajudar muito em questões de carreira, na reestruturação de cargos e salários. O que acontece hoje é que muitas vezes quando há um acordo no índice de reajuste não há maiores avanços no conjunto da pauta. Daí também a importância de termos a organização no local de trabalho, legitimamente eleita, para que os representantes sindicais cuidem destas demandas.

Além da ação na capital federal, a CUT organizará ações de rua e vigílias, com audiências públicas em Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas. Como será a ação em Brasília?

Realizaremos uma reunião da Direção Nacional da CUT na véspera do dia 5 de setembro, com uma presença expressiva de todos os Estados e Ramos. Além da mobilização de rua, estaremos no Congresso Nacional dialogando com os parlamentares sobre a nossa agenda. Cabe à maior central sindical do país colocar a sociedade em movimento, sendo interlocutora, levantando temas cruciais para o desenvolvimento nacional com distribuição de renda e valorização do trabalho. Neste movimento vamos nos preparando para os 30 anos da CUT, que serão um marco para a própria democracia brasileira.

Fonte: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo./ CUT Nacional

 

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Ato do Sindjus-DF nesta terça volta a ocupar Esplanada

Fotos: Joana Darc Melo/Fenajufe

Em ato realizado pelo Sindjus-DF nesta terça-feira (21), como parte das atividades da greve pela aprovação dos PLs 6613/09 e 6697/09, mais de 2 mil servidores marcharam do Ministério do Planejamento até o Supremo Tribunal Federal, ocupando o Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios.

A marcha saiu do Ministério do Planejamento por volta das 16h, e a categoria permaneceu mobilizada até à noite, perto das 20h. Com foguetes, palavras de ordem e som de cornetas, os servidores se mantiveram em alerta em frente ao STF, para pressionar a negociação que ocorria durante reunião na sala da presidência do Supremo.

“A caminhada foi uma mostra da quantidade dos servidores do Judiciário e do Ministério Público que estão paralisados. Foi a comprovação de que o movimento está crescendo cada vez mais”, afirma Sheila Fonseca, coordenadora de Comunicação, Cultura e Lazer do Sindjus-DF.

Os dirigentes do Sindjus-DF e da Fenajufe entraram no prédio do Supremo para reunião com Ayres Britto por volta das 17h30 e saíram quase às 21h. Mas o encontro com o presidente da Casa demorou cerca de uma hora. A reunião demorou a começar e ainda foi interrompida uma vez, para que Britto atendesse a um ministro do Executivo que chegou ao STF.

Motivação

“De todas as paralisações que participei desde o dia 1º de agosto, esta foi a mais efetiva”, acentua o analista Judiciário Adaglion Aires de Andrade, do Superior Tribunal Militar. “Não sei o que aconteceu, mas o pessoal está determinado. Vi as pessoas esperançosas com as negociações, gritando palavras de ordem, muito motivadas mesmo”, acrescenta o servidor.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Sindjus-DF

 

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Em mais um dia de mobilização em todo o Brasil, servidores rechaçam corte de ponto dos grevistas

Condsef solicitará ao STF suspensão imediata do corte determinado pelo governo

Em mais um Dia Nacional de Luta, que voltou a mobilizar servidores em todo o Brasil nesta terça-feira (21), o Ministério do Planejamento remarcou reuniões, aumentando a expectativa das categorias em greve, segundo informações da Condsef (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Serviço Públicos Federal). O Planejamento adiou para esta quarta (22), a reunião que ocorreria às 21 horas desta terça, oportunidade em que a Condsef esperava a apresentação de proposta para pelo menos 18 setores que reúnem cerca de 500 mil servidores ativos, aposentados e pensionistas.

A entidade afirma, ainda, que além das reuniões que seguem buscando propostas que possam ser analisadas pelos servidores, vai acionar o STF novamente nesta quarta, desta vez com pedido de suspensão urgente do corte de ponto determinado pelo governo e que chegou a zerar contracheques de alguns servidores. A solicitação de derrubada do Decreto 7.777/12 que autoriza a substituição de servidores grevistas já está com o relator, ministro Dias Toffolli.

“A dez dias do prazo final para o envio de propostas com previsão orçamentária para 2013, a ansiedade aumenta entre os servidores”, afirma a entidade. Na mesma medida, Condsef e Comando Nacional de Greve reforçam a importância de que a mobilização continue intensa nessa reta decisiva do processo de negociações. “Todos os esforços seguem sendo feitos para que além de uma proposta capaz de atender as demandas mais urgentes dos servidores, o governo assegure o pagamento integral dos salários descontados dos grevistas para que a negociação sobre dias parados aconteça após o desfecho das negociações”, afirma a Condsef.

Fonte: Condsef

 

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Fórum Trabalhista da Barra Funda, maior do país, parou nesta terça-feira (21)

Na manhã desta terça-feira (21), conforme havia sido prometido pelos grevistas, o maior Fórum Trabalhista do país, Ruy Barbosa, localizado Barra Funda, em São Paulo, parou totalmente suas atividades. Quase mil servidores aderiram à greve.

Não passava das 7h da manhã e dezenas de servidores já estavam a postos na porta de entrada do prédio para a realização do piquete de convencimento. As 11h, centenas de servidores se concentraram na porta e os demais realizaram arrastões nas secretarias.

Por volta das 13h45 veio à confirmação que todos esperavam, a paralisação estava dada, o prédio apagou.

Os arrastões realizados no prédio pelos grevistas confirmaram: 25 audiências suspensas, das 90 varas 85 estavam fechadas, sendo que em algumas as luzes estavam apagadas. A força da greve também suspendeu o atendimento ao público e cancelou o leilão. Com a suspensão destes serviços a participação chegou a quase mil servidores em greve. O resultado foi comemorado com muitos apitos, cornetas e vuvuzelas pelos grevistas que ocuparam o saguão do Fórum cantando “PCS quando? Já!”.

Grevistas de fora da capital também se deslocaram de suas cidades para o “Apagão do Judiciário” na JT/Barra Funda. Servidores da Baixada Santista que também realizam o maior ‘apagão’ da região vieram se somar aos servidores do Fórum Trabalhista da Capital.

“Apagão” na Baixada Santista

Na Baixada Santista, a paralisação na Justiça Trabalhista é geral. Os fóruns de Santos, Praia Grande, São Vicente pararam quase na totalidade, sendo que as audiências foram suspensas, segundo a servidora da JT/Santos, Marinilda Dias. “Em Santos as setes varas não tem audiência e nem atendimento de balcão, inclusive, a distribuição ficou com a diretora e apenas um funcionário”, relatou Marinilda Dias.

Nas demais cidades da Baixada a adesão também é forte. “Em São Vicente e Praia Grande a participação dos servidores à greve é integral, ‘apagamos’ três prédios completamente”, afirmou a servidora, que também faz parte do comando de greve da Baixada.

Protestos na porta do prédio Administrativo

O diretor geral do prédio Administrativo do TRT-2, Luiz Alberto Daguano,
tentou impedir a entrada dos servidores ao prédio para a realização do arrastão de convencimento. Indignados os servidores permaneceram na porta e exigiram o acesso ao prédio. Depois de muita pressão, a administração permitiu a entrada de três grupos compostos por oito pessoas cada.

Nas salas onde passavam, os grevistas convocaram os colegas à greve e
denunciaram a tentativa da administração em restringir a entrada dos servidores ao prédio. "Diante da atitude autoritária da administração, os colegas do prédio precisam mais do que nunca aderir à greve para fortalecer o movimento pela aprovação do PCS-4, por que esta é uma luta de todos", afirmou representante do comando de greve no local.

Doação de Sangue

Ainda pela manhã, cerca de 50 grevistas se deslocaram de ônibus até ao Hospital da Santa Casa (Hemocentro) para doação de sangue reafirmando a campanha “Doe sangue pelo PCS, o dia em que a nossa luta salvará vidas”.

Fonte: Sintrajud-SP

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Assembleia em Porto Alegre aprova continuidade e ampliação da greve

Os servidores do Judiciário Federal do Rio Grande do Sul, em assembleia geral na tarde desta terça-feira (21), aprovaram a continuidade da greve que teve início em 15 de agosto. Os grevistas lotaram o auditório das varas trabalhistas, em Porto Alegre. Havia servidores de Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Encantado, Esteio, Estrela, Gravataí, Montenegro, Novo Hamburgo, Pelotas, Porto Alegre, São Jerônimo, São Leopoldo, Soledade, Taquara, Triunfo, Viamão e Uruguaiana. Os aposentados, como sempre acontece nas mobilizações do sindicato, estavam presentes.

Em todas as falas, os colegas manifestaram-se fortemente contra a política de reajuste zero de Dilma. Ficou claro que somente com uma greve coesa, que atinja cada vez mais setores, será possível quebrar a determinação do governo de deixar os servidores mais um ano sem reposição salarial. Foi aprovado que, além do mote “Judiciário em greve: Dilma, a culpa é tua!”, será dado um outro recado: “Eu não aceito desrespeito. Eu não voto em quem não me respeita”.

A assembleia também votou favoravelmente a que o sindicato apoie o acampamento dos servidores em frente ao STF e à confecção do “reajustômetro”, um painel que será colocado em frente aos prédios, uma contagem de tempo para mostrar à população há quantos dias os servidores estão sem reajuste. Outra proposta foi a produção de um banner com informações sobre aumentos de itens da cesta básica, de educação, saúde, etc., enquanto os servidores do Judiciário Federal receberam 0% de reajuste.

Ampliada da Fenajufe
A assembleia geral votou nas chapas que enviarão delegados para a reunião ampliada da Fenajufe, que ocorre dia 31 de agosto, em Brasília. Concorreram três chapas, que receberam a seguinte votação: Viva Voz, 81 votos, 6 delegados; Luta de Classes, 18 votos, 1 delegado; Sintrajufe para Todos, 33 votos, 3 delegados.

Comando de Greve e atividades

O Comando de Greve Estadual será formado por três representantes da direção do Sintrajufe-RS. Porto Alegre terá três representantes da Justiça do Trabalho, dois da Justiça Federal e um da Eleitoral. Cada cidade do interior em greve terá direito a um representante. Os nomes serão escolhidos nas assembleias de base.

Foi aprovada, ainda, a agenda até o final da semana

Dia 22 de agosto
– Atividade dos SPFs no Centro de Porto Alegre (uma van vai sair das varas trabalhistas às 11h30);
– 14h, debate sobre previdência complementar, no auditório da 1ª Instância da Justiça Federal. A mesa será composta pelo diretor do Sintrajufe-RS Thomaz da Costa Farias; Hélio Ricardo dos Santos Libório, diretor do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul; e Carlos Guedes do Amaral Jr, da assessoria jurídica do sindicato.

Dia 23 de agosto
– Concentração às 11h no Anexo do TRE, com piquete de convencimento e ato às 13h; depois, caminhada até o TRT.

Dia 24 de agosto
– Concentração nos prédios e passagem nos setores;
– Atividade de formação – Roda de Diálogos da Jornada Lésbica Feminista: “LBL 10 anos: lesbianidades, transexualidades, combate ao racismo e feminismos”, a partir das 17h, no Salão Multicultural da Ecossede.

Fonte: Sintrajufe-RS

 

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Goiás adere à greve nacional no dia 27, próxima segunda-feira

Os servidores do Judiciário Federal em Goiás decidiram aderir à greve nacional por tempo indeterminado pela aprovação do PCS a partir da próxima segunda-feira, dia 27 de agosto. A decisão foi tomada em assembleias setoriais realizadas nesta segunda e terça-feira (20 e 21), nos locais de trabalho, em Goiânia.

“O momento é crucial na luta pela aprovação do PCS. Agosto é o prazo final para que o Governo Dilma entregue a proposta orçamentária de 2013, mas o Executivo mostra-se intransigente, sem negociar com a categoria. O tempo está esgotando e somente a mobilização efetiva pode pressionar o Governo e a cúpula do Judiciário Federal a negociar com a categoria um acordo para que o PCS seja aprovado e o pagamento do reajuste salarial seja incluído ainda no orçamento de 2013. Se a Dilma não negociar, o Brasil vai parar e a realidade é essa”, declara o presidente do Sinjufego, João Batista Moraes Vieira.

O dirigente sindical também criticou decisões recentes do STJ, que estabelecem percentuais mínimos para a greve e que permitem o corte de ponto. "O direito de greve, se não bastasse dizer que é um caso de polícia, agora é um caso do Judiciário. Quando as coisas apertam estão chamando os bombeiros, ou melhor, chamando o Judiciário para colocar um ponto final nas greves. Nada mais estratégico e fácil para o Governo", avalia João Batista.

Fonte: Sinjufego-GO

 

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400 servidores protestam, em Minas, contra inércia do STF e descaso do Palácio do Planalto

Cerca de 400 pessoas, vestindo camisetas pretas e munidas de apitos e buzinas, reuniram-se na tarde desta terça-feira (21) em frente ao prédio da Justiça Federal, em Belo Horizonte, no primeiro Ato Público após a deflagração da greve por tempo indeterminado dos servidores do Judiciário Federal em Minas.

No ato desta terça, primeiro dos três agendados para esta semana, servidores do Ministério Público da União (MPU), também em greve por reajustes salariais, juntaram-se aos manifestantes e engrossaram o coro contra a política de não negociação do governo Dilma Rousseff.

Os coordenadores do Sitraemg presentes ao ato não pouparam críticas ao governo federal, que, passado o período de 13 a 17 de agosto, requerido para as reuniões com as categorias de servidores federais em greve, continua “enrolando” os trabalhadores e postergando as negociações. “O governo Dilma é intransigente e pisa nos servidores. Não somos ‘vermes’, precisamos ser respeitados e valorizados”, indignou-se Hélio Ferreira Diogo, coordenador executivo do Sindicato.

Já Hebe-Del Kader, coordenador-geral do Sindicato e membro da diretoria da Fenajufe, criticou a inércia do ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). “Não adianta ficar no Supremo sentado por conta do ‘Mensalão’, tem que se preocupar com o servidor também”, reclama o coordenador geral.

Trabalho de convencimento precisa de mais voluntários

Pouco antes do ato começar, um grupo de servidores entrou nos prédios da Justiça Federal para chamar os colegas para se juntarem à manifestação. Alzira Auxiliadora Santos, servidora do TRE e membro do Comando de Greve, convocou os colegas a se voluntariarem para fazer esse trabalho de convencimento e também fez um apelo para que os servidores mantenham-se informados e busquem participar das mobilizações. “O ato de hoje foi muito bom e motivador, acredito que mais pessoas ainda vão se juntar a nós”, disse, acrescentando que a presença dos colegas do MPU foi muito positiva.

Ao se dirigir aos colegas, o servidor do TRT Carlos Antônio Ferreira, mais conhecido como Ovo, lembrou a Portaria Conjunta nº. 3, de 21 de dezembro de 2010, do TRT (veja aqui), que  autoriza o servidor a participar de ato grevista e retomar suas atividades logo após a manifestação, sem lhe trazer prejuízo, como um incentivo para os colegas não terem medo e descerem para os atos. O servidor ainda apontou que, no caso do TRE, que está sob a liminar do Superior Tribunal de Justiça – STJ, que determina a presença de 80% dos servidores trabalhando, ainda restam 20% que podem fazer a greve.

Novos atos nesta semana

O coordenador-geral do Sitraemg, Hebe-Del Kader, destacou o calendário de mobilizações para Minas Gerais e em nível nacional, definido na última Reunião Ampliada da Fenajufe. Conforme deliberação, haverá um grande ato em frente ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília no dia em 30 de agosto e nova Reunião Ampliada no dia 31, sexta-feira. Em Belo Horizonte, os próximos atos serão os seguintes:

Quarta-feira (22/08): Ato Público no TRT (Rua Mato Grosso, 468, Barro Preto)
Sexta-feira (24/08): Ato Público no TRE (Avenida Prudente de Morais, 100, Cidade Jardim)

Durante as atividades da greve, o SITRAEMG também está distribuindo uma “Carta Aberta ao Povo Mineiro”, no qual há explicações sobre os motivos da greve. Para a coordenadora executiva Débora Melo Mansur, o texto é importante para “trazer a população para o nosso lado [dos servidores], uma vez que a mídia insiste em nos ‘pintar’ como ‘marajás’. “Não podemos desanimar”, finalizou Débora Mansur.

Fonte: Sitraemg-MG

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Acontece hoje (21) o 3º Twitaço do Judiciário Federal e do MPU

O Sintrajurn convoca todos os servidores do Poder Judiciário e do MPU para se unirem na noite desta terça-feira (21)  por meio da rede social "Twitter" e soltarem a voz em protesto contra a falta de negociação do Governo Dilma e a forma ditatorial como vem agindo com a categoria que amarga seis anos sem reajuste salarial.

Para qeu todos sejam ouvidos será realizado um "Twitaço" em que, através da rede social "twitter", no horário das 19 às 21 horas, os servidores devem apresentar sua indignação postando informações sobre a luta da categoria, e também se solidarizar com os colegas em greve em nove estados do país além do Distrito Federal.

O twitaço oferece a oportunidade de enviar mensagens para os parlamentares fazendo pressão para que os deputados aprovem o projeto quando posto em pauta no Congresso Nacional. Este tipo de mensagem chega de imediato ao deputado e, em grande quantidade, força-o a interagir com a categoria.

Serão utilizadas as hashtags #ServidorValorizadoJustiçaEficiente e #MpuForteServidorValorizado. Esse movimento pela rede social será realizado durante todas as noites de terças-feiras do mês de agosto.

No 2º Twitaço, realizado na semana passada, houve aumento considerável no número de participação e impacto nas redes sociais. De acordo com monitoramente foram um total de 442 twetts, ou seja, 442 postagens que chegaram a 11.910 contas ou usuários. Isso levou a 13.780 impressões, o que significa que 13.780 pessoas viram na “time line” a mobilização do Judiciário e do MPU através do twitter. 

Fonte: Sintrajurn-RN

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Na Bahia, servidores grevistas são impedidos de entrar no TRT5

Em Salvador, a administração do TRT5 proibiu a entrada de servidores grevistas do TRE e JF nos prédios do órgão - incluindo os coordenadores do sindicato - que foram realizar a atividade de mobilização nesta segunda (20). Foi autorizada apenas a entrada dos servidores da Casa. Depois de uma longa conversa e negociação, foi dado acesso aos grevistas de todos os órgãos apenas no edifício Médici. No outro prédio, o Coqueijo, apenas os servidores do TRT5 puderam entrar.

Tal medida causou um grande sentimento de revolta e indignação nos servidores, por partir justamente do órgão que julga diariamente tantas ações e causas em favor dos trabalhadores.

De acordo com relato dos próprios servidores, há uma proibição de falar sobre greve em alguns locais de trabalho e apoio público para o corte de ponto dos grevistas. Entretanto, se a medida tomada pela administração na tarde desta segunda-feira (20) foi no intuito de amedrontrar os servidores, o efeito foi inverso: servidores do TRT5 saíram de suas salas, vestiram a camisa "Injustiça do Trabalho" e já começaram a se organizar para participar de fato do movimento grevista.

Fonte: Sindjufe-BA

 

 

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Servidores do Piauí prometem fazer piquete no TRE nesta quarta (22)

Foi em ritmo de apitaço que aconteceu a manifestação dos servidores do Judiciário Federal e Ministério Público na manhã desta terça (21), no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. É o segundo dia de greve das categorias no estado e os manifestantes afirmam que só sairão do movimento grevista com a aprovação do reajuste salarial.

Nesta quarta (22) haverá nova manifestação no TRE, a partir das 7h da manhã. A ordem é que os serviços parem completamente, com servidores fazendo piquetes para que ninguém entre para trabalhar.

A diretora Madalena Nunes chama a atenção dos servidores para o fato de o Governo oferecer reajustes muito abaixo do esperado para as categorias que já se encontram em greve há mais tempo. Ela enfatiza que a greve dos servidores vai muito além da necessidade de reajuste salarial.

Para a diretora, a revisão salarial dos servidores é uma batalha para garantir a qualidade do serviço público. “A educação e a saúde no Brasil não oferecem serviços de qualidade e por quê? Porque seus trabalhadores não são valorizados e têm de cumprir jornadas em diferentes empregos para garantir um salário que chegue perto do digno”, analisa Nunes.

O diretor Pedro Laurentino chama a atenção dos servidores que não estão comparecendo aos movimentos paredistas. Para ele, é preciso colocar a mão na consciência e perceber de fato que há seis anos a categoria está sem reajuste. “A Dilma diz que nós podemos esperar mais um pouco, mas não dá pra esperar mais nada! Nós temos que paralisar nossos serviços e mostrar a importância do nosso trabalho”, declara o diretor.

Justiça Federal regulamenta percentual de greve

A Justiça Federal no Piauí baixou uma portaria na  última segunda (20), na qual estabelece o percentual de 50% de servidores que devem permanecer em atividade na Seção. A portaria concede aos grevistas o direito de não bater o ponto eletrônico durante o movimento paredista, bastando ao sindicato comprovar a presença dos servidores na lista assinada pelos manifestantes no livro de greve.

Apesar de a portaria abrir a possibilidade de compensação de horas, o documento assegura que os grevistas não terão seus dias descontados. Os servidores que permanecerem em seus locais de trabalho também não farão o uso do ponto eletrônico, devendo comprovar o dia de trabalho manualmente em folha de frequência com os diretores de secretarias.

O documento também assegura o direito de rodízio para os setores com quadro reduzido de funcionários, estabelecendo  que permaneça pelo menos um funcionário nas seções que desempenhem serviços essenciais, assim listados:
“a) assessoria e assistência aos juízes federais, ao diretor do foro o diretor da secretaria administrativa;
b) as seguintes atividades da área judiciária e das informações judiciais:
b.1) autuação, classificação e distribuição de feitos;
b.2) protocolo judicial e baixa;
b.3) execução judicial;c) assistência médico-social;
d) suporte tecnológico de informática;
e) comunicação e segurança.”

Fonte: Sintrajufe-PI

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Greve em Campinas ganha novas adesões nesta terça-feira

A greve dos servidores do Fórum Trabalhista de Campinas ganhou novas adesões nesta terça-feira (21), segundo dia de paralisação da categoria pela aprovação do reajuste salarial do Judiciário. De acordo com o levantamento realizado pelo Sindiquinze, das 12 Varas do Trabalho existentes no prédio, nove estão paralisadas. Em algumas delas, os servidores fixaram cartazes no balcão que informam aos advogados sobre a adesão à greve por tempo indeterminado da categoria e que o atendimento ocorre somente para assuntos relacionados às audiências.

Nesta terça-feira, os grevistas realizaram novo arrastão pelo Fórum com o objetivo de conscientizar os colegas sobre a importância da adesão ao movimento paredista para a garantia de uma negociação que contemple o PL 6613/2009 na Lei Orçamentária do próximo ano.

Segundo o presidente do sindicato, Zé Aristéia, o trabalho de convencimento foi satisfatório e outras duas VTs já se reuniram e deliberaram integrar a greve na 15ª Região a partir desta quarta-feira (22).

Além do arrastão, os servidores em greve promoveram um novo apitaço nesta tarde para demonstrar o fortalecimento da paralisação e a insatisfação da categoria com o governo Dilma e a falta de acordo para o reajuste.

Fonte: Sindiquinze-SP

 

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Ato em Brasília vai pressionar Executivo e cobrar atitude de Ayres Britto

Na tarde desta terça (21), a partir das 16h, os servidores do Poder Judiciário e do MPU em Brasília farão um ato em frente ao prédio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), onde a ministra Miriam Belchior e demais autoridades do Executivo estão fechando o Orçamento para 2013.

Depois de chamar a atenção do Ministério do Planejamento, os servidores seguirão em marcha até o Supremo Tribunal Federal (STF), onde os diretores do Sindjus-DF serão recebidos pelo ministro Britto. O sindicato irá reivindicar, em nome da categoria, que o presidente tome as medidas cabíveis contra o Poder Executivo, que, pelo segundo ano consecutivo, pretende cortar unilateralmente o orçamento do Judiciário.

Os coordenadores vão argumentar que o STF não precisa se submeter ao Palácio do Planalto e deixar passaar o mesmo constrangimento do ano passado. Basta que ele paute o MS nº 30896/DF ou a ADO nº 18/DF, que defendem a autonomia constitucional política, administrativa e financeira do Poder Judiciário. Na reunião, os coordenadores estarão munidos de memoriais preparados por advogados do Sindjus e da Agepoljus.

Enquanto os coordenadores estiverem com Ayres Britto, os demais servidores estarão reivindicando o reajuste salarial na Praça dos Três Poderes.

Fonte: Sindjus-DF

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Sintrajuf-PE divulga nota de repúdio ao corte de ponto promovido pelo TRT da 6ª Região

O Sintrajuf-PE divulgou nesta terça-feira (21) uma nota em que repudia a atitude da Administração do TRT da 6ª Região em cortar o ponto dos servidores que participaram da greve em 2011 pela aprovação do PL 6613/09. De acordo com o sindicato, o presidente do tribunal determinou o corte do ponto em dobro, promovendo desconto de uma só vez dos dias de julho e agosto. Isso depois que o Sintrajuf-PE havia conseguido uma liminar suspendendo o corte do mês de julho, mas a AGU (Advocacia Geral da União) conseguiu restabelecer o corte em decisão proferida pelo STJ.

Confira abaixo a nota do Sintrajuf-PE.

“A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal vem repudiar a atitude do TRT 6ª Região, que através de seu presidente André Genn, determinou o corte de ponto em dobro dos servidores que realizaram a greve em 2011.

O Sintrajuf, através de sua assessoria jurídica, conseguiu liminar que suspendeu o corte de ponto no mês de julho. Mas, o Tribunal, através da AGU, reestabeleceu a determinação de corte no STJ. Como forma de retaliação, o presidente do Tribunal mandou descontar os meses de julho e agosto de uma só vez, agravando ainda mais a situação dos servidores que estão com seus salários defasados há seis anos.

Dos fatos
- Em decorrência do descumprimento do art. 37, X, da Constituição Federal, e a consequente falta de reajuste salarial desde 2006, os Servidores do Judiciário Federal estão lutando pela aprovação do Projeto de Lei que prevê a revisão de seu Plano de Cargos.

- Para que o STF encaminhasse o projeto ao Congresso foi necessário que os servidores realizassem uma greve, em novembro de 2009.

- Em decorrência de falta de acordo com o Governo o projeto continua na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal há mais de dois anos.

- Seguindo orientação da Fenajufe - Federação Nacional dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal e MPU em Pernambuco, a direção convocou a categoria para participar do movimento. Os servidores da Justiça do Trabalho e demais tribunais atenderam o chamado e realizaram greves, manifestações e atos públicos durante todo esse período.

- Até 2010 a posição do TRT era de compensação hora a hora. Posicionamento criticado pela Diretoria do Sintrajuf e pela categoria, que defendiam a compensação dos serviços para atender a expectativa do público mais rapidamente.

- A partir de 2011, com o novo presidente do TRT, mudou a posição para pior quanto à compensação, determinando o corte de ponto, sob a alegação de que a compensação era inócua.

- Discordando dessa afirmação, o Sindicato ingressou com recursos administrativos procurando o diálogo com a administração, demonstrando que os servidores estavam cumprindo a compensação conforme determinado, mas o tribunal manteve inalterada a sua posição. Em seguida fizemos recurso ao CNJ, que, numa atitude corporativista, ratificou a decisão do Tribunal.

- Numa nova tentativa de negociação, antes de ingressar com ação judicial, o Sintrajuf fez um novo pedido de reconsideração. Foi entregue um memorial e houve uma conversa com o presidente e com todos os desembargadores do Pleno. Demonstrando contradição e falta de diálogo, o Tribunal manteve o corte de ponto.

- Considerando uma atitude intimidatória, que desrespeita o direito de greve, o Sintrajuf ingressou com ação judicial e o Juiz Cláudio Kitner, da 3ª. Vara Federal, concedeu liminar mandando suspender o corte de ponto.

- O TRT - através da AGU - entrou com recurso no TRF 5ª. Região, mas o Desembargador Geraldo Apoliano manteve a decisão de primeira instância. Não se dando por satisfeito, o tribunal recorreu ao STJ, que derrubou a liminar, reestabelecendo o corte.

- O Tribunal com sua sanha de punir os servidores, nesse mês de agosto mandou cortar o ponto em dobro, descontando os valores correspondentes a julho e agosto, sem observar o caráter alimentar do salário e o que o corte de ponto está acarretando a vida dos servidores e seus familiares.

- Esta é a postura do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª. Região, que através da intransigência do seu presidente, vira as costas para seus servidores, não negocia, toma medidas arbitrárias, desrespeitando o direito legítimo de greve dos servidores.

- Esse é o mesmo tribunal que deveria zelar pelas boas relações de trabalho e buscar a conciliação nos conflitos, que também julga ilegal e abusiva as greves de trabalhadores do setor privado, como aconteceu no dissídio coletivo dos rodoviários e da construção civil, dentre outros. Contraditoriamente, os juízes fizeram greve e não tiveram o mesmo tratamento dos servidores e dos demais trabalhadores.

- É esse Tribunal que oprime seus servidores que, apesar de anos sem reajuste, vem cumprindo com dedicação metas estabelecidas pelo CNJ, trabalhando no recesso para realizar o Cadastro da Nacional de Devedores Trabalhistas, além cumprir com tarefas que muitas vezes ultrapassam suas competências para atender os jurisdicionados e a magistratura, até em condições adversas.

- Não é essa a Justiça que nós almejamos. Esse tipo de atitude só serve para auxiliar a política do Governo Federal, que congela o nosso salário, reprime a greve e desrespeita a Constituição.

- Por isso, mais uma vez o Sintrajuf se posiciona contrário às atitudes antidemocráticas e autoritárias do TRT 6ª Região, defendendo o livre exercício do direito de greve e um verdadeiro processo de negociação, que respeite o que está previsto na Constituição Federal, além da Convenção 151 da OIT - ratificada pelo Estado brasileiro - , que trata das negociações coletivas no serviço público e que vem sendo vilipendiada pelo Governo.

A direção”.

Fonte: Sintrajuf-PE

 

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Servidores da Paraíba paralisam atividades por 48 horas nesta semana

Os servidores da Justiça Eleitoral na paraíba irão paralisar as atividades nesta quarta e quinta-feira (22 e 23), mobilizados pela aprovação do Plano de Cargos de Salários do Judiciário Federal, que se encontra no Congresso desde 2009. A paralisação será acompanhada pelos servidores da Justiça do Trabalho de Campina Grande.

Na quinta-feira (23), os servidores participam de assembleia geral na sede do TRE-PB, às 16h, para definir sobre a adesão à greve nacional da categoria, que passa por seis anos sem reajuste salarial.

Caminhada

Antes do início da assembleia, um grupo de servidores irá até a Central de Atendimento ao Eleitor e às Varas do Trabalho para convidá-los a participar da assembleia geral, já que a decisão tomada vale para toda a categoria.

Campina Grande

Na quarta-feira (23), às 8h, será realizado ato público no Fórum Irineu Jofilly, em Campina Grande. No ato, os servidores irão protestar contra a política de reajuste zero para o Judiciário há seis anos, e entregarão uma carta-aberta à população esclarecendo o movimento da categoria. A programação inclui atividades solidárias.

Fonte: Sindjuf-PB

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Servidores da JE e da JF do Paraná paralisam por 2 horas amanhã

Em assembleia realizada no último dia 14, os servidores das Justiças Eleitoral e Federal do Paraná decidiram promover paralisação nesta quarta-feira (22). A paralisação será de 2 horas, das 13 às 15h.

Nessa data os servidores também entrarão em “estado de greve”, o que permitirá a categoria promover paralisações ou entrar em greve de imediato, caso aprove em assembleia.

Durante as 2 horas de paralisação haverá um arrastão em conjunto com servidores da Procuradoria da Republica e do Ministério Publico do Trabalho no Paraná.

Fonte: Sinjuspar-PR

 

 

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