Nota da Fenajufe sobre a desfiliação do Sindjuf/SE

Dividir é enfraquecer. A luta requer unidade porque o opressor é forte e está arregimentando forças dentro de nossas fronteiras. A Fenajufe redobrará a atuação junto às mobilizações sociais. Sigamos juntos!

É com grande preocupação que a FenajufeFederação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União – toma conhecimento do pedido de desfiliação do Sindjuf/SE, aliado de longa data, grandes batalhas e intensas mobilizações.

Mais uma vez a decisão açodada chega quando parte da categoria é seduzida por discursos falaciosos e falsas promessas, em meio a um dos piores ataques, governamental e parlamentar, com pesados reflexos na estrutura e finalidade não só do Poder Judiciário, mas de todo o Serviço Público brasileiro.

Seguindo um padrão preocupante de distanciamento entre as decisões de direção e a real necessidade e desejo da base representada, a desfiliação da histórica entidade foi decidida por apenas 12 pessoas, sem qualquer observância ao princípio do contraditório ou do companheirismo sindical.

Antecipando-se à postura da direção do Sindjuf/SE, a Fenajufe, em  22 de outubro, pediu participação na Assembleia-Geral convocada, com direito de fala, para defender a manutenção da filiação. Mas foi negado. Negaram à própria base conhecer os aspectos que justificariam a permanência do sindicato na Fenajufe.

Agora, ante os prejuízos para os(as) Servidores(as) do PJU e MPU acarretados pela estratégia divisionista, a Fenajufe redobrará a atuação junto às mobilizações sociais nacionais para, na composição de forças, proteger o Serviço Público e obrigar o governo ao recuo.

Conclama ainda a Fenajufe, que os Servidores e Servidoras do Judiciário Federal e Ministério Público da União em todo o País se unam a esta causa. A integridade dos Serviços Públicos é condição indispensável de manutenção da Cidadania e da Democracia.

Dividir é enfraquecer. A luta requer unidade porque o opressor é forte e está arregimentando forças dentro de nossas fronteiras.

Sigamos juntos!

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