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Manifestação no Anexo II continuará até último dia de agenda legislativa

Manifestantes mantém fôlego e resistência nas atividades até que derrubada da PEC 32 seja efetivada; novo ato no mesmo local acontece amanhã (15) com cheiro de vitória

Trabalhadoras e trabalhadores da esfera pública retomaram à mobilização em frente ao Anexo II na última semana de expediente legislativo.

As entidades ocuparam o espaço mais uma vez em repúdio às investidas de retirada de direitos, precarização dos serviços, fim do funcionalismo e demais pautas destrutivas do governo BolsoLiraGuedes travestidas de reforma administrativa.

Nas 14 últimas semanas, centenas de servidores e servidoras das várias representações do funcionalismo de todo o país, protagonizaram atos e manifestações na Capital Federal contra "PEC da rachadinha".

Com pressão cada dia mais intensificada aos parlamentares e unidade de todos e todas foi possível postergar a tramitação da PEC 32 neste ano.

O texto da proposta de reforma foi aprovado no mês de setembro na comissão especial da Câmara. A unidade das categorias do serviço público e a luta unitária obrigaram o governo a recuar e engavetar a proposta.

Mesmo com o encerramento do ano legislativo, a luta não pode parar. Cabe aos setores do funcionalismo manter a luta e não “afrouxar” a pressão em nenhum momento.

Todos sabem que o governo só não avançou com seu intuito de desmantelar o serviço público diante mobilização intensiva e constante das categorias.

2022 será o ano para constranger diuturnamente deputados e deputadas e também senadores com o jingle cantado em todo o Brasil, “Quem votar não volta”, até que a PEC seja derrubada de vez.

As entidades já organizam novas estratégias de atuação e mobilização para 2022. O ano eleitoral pode dificultar a votação da reforma, no entanto, Arthur Lira não é confiável. Continua tecendo e tramando contra os trabalhadores tanto da iniciativa privada quanto do setor público.

Chegar ao fim das atividades legislativas de 2021 sem a consumação da votação da PEC 32 pode representar vitória parcial de toda classe de servidores e deve ser celebrada. Mas é fundamental manter estratégias de combate ao maior dos ataques deste governo ao povo brasileiro.

Joana Darc Melo da Fenajufe

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