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Redação Fenajufe

Solidariedade como ferramenta de combate ao coronavírus

Em meio a pandemia, Sindicatos da base da Fenajufe entregam solidariedade em ações de apoio às comunidades e impactam a vida de centenas de pessoas

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PEC do ‘orçamento de guerra’ deve ser votada na quarta-feira (15)

O relator da proposta, senador Antonio Anastasia (PSD/MG), apresentou parecer na forma de um substitutivo em sessão remota nesta segunda-feira (13). 

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Infecção pelo novo coronavírus faz terceira vítima no Judiciário

 Clarice Fuchita Kestring tinha 63 anos , era Oficiala de Justiça e se encontrava de licença médica desde o dia 23 de março.  Foi uma das primeiras filiações do Sintrajud.

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Federações oficiam STF por medidas de proteção a trabalhadores do PJU

Documento endereçado ao ministro Dias Toffoli cobra medidas do judiciário em relação aos trabalhadores que seguem em atendimento presencial. 
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Fenajufe reitera a Dias Toffoli instalação de Comissão Interdisciplinar

Fenajufe solicitou também Mesa de Negociação permanente para discutir a pauta de reinvindicações. A Federação  já havia feito a solicitação em maio de 2019.
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Fenajufe disponibiliza parecer jurídico a respeito da redução de salários

A proposta de redução salarial e de jornada de trabalho é inconstitucional. A conclusão está no parecer da AJN da Fenajufe, a cargo do escritório Cezar Britto Advogados.

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Sala de Entrevista: Redução salarial em cenário de coronavírus

Piloto da início ao cronograma de transmissões ao vivo da Fenajufe, abordando temas de interesse da categria. A primeira live traz no foco a redução salarial no funcionlismo.
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Câmara pode concluir nesta sexta-feira (3) votação da PEC do ‘orçamento de guerra’

Relator não acatou as emendas do partido Novo que reduzem os salários dos servidores

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Fenajufe e Fenajud solicitam ao CNJ proteção a servidores do Judiciário

Entidades querem revisão das metas e apontam a necessidade de uniformização do funcionamento e suspensão do atendimento nas unidades do Judiciário da União.
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31 de março de 64: a data que não pode jamais ser repetida

Em texto, o vice presidente Hamilton Mourão exalta o Golpe Militar que trouxe a ditadura e os anos de chumbo no Brasil, marcados por intensa violência contra a Democracia

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Defender o Serviço Púbico é defender a vida!

O Brasil se aproxima de um dos momentos mais cruciais em sua história moderna, ante a pandemia do novo coronavírus, a Covid-19. O número de infectados cresce exponencialmente e a luta, agora, é pela vida. É pela preservação do maior número de vidas possível. É uma luta que requer esforço conjunto de todos, independente de crenças políticas e religiosas.
 
Na contramão do que o mundo está fazendo, assistimos estarrecidos ao absurdo comportamento do Presidente da República que debocha da grave crise sanitária que o Brasil vive. Sua postura irresponsável e criminosa levará à morte centenas de Brasileiros e Brasileiras que dependem dos Serviços Públicos para sua subsistência.
 

 Em todo  mundo, não são poucas as vozes que se levantam contra Bolsonaro pelo comportamento genocida, irresponsável e cruel. Relativizar a vida como forma de diminuir o peso das mortes que virão,  só revela um caráter doentio e incapacitante do atual chefe do Poder Executivo, ao passo que cresce a insegurança da população, frente sua capacidade de liderar e gerir a crise em suas proporções máximas, que logo serão atingidas.

Bolsonaro sucumbe à sua própria ignorância e aprofunda a crise iniciado no governo Temer e a aprovação das reformas que aceleraram o sucateamento do serviço público, como a reforma Trabalhista e o teto dos gastos públicos.

A crise do coronavirus escancarou que a política perversa de Bolsonaro e seu fantoche Paulo Guedes, de privilégio e submissão ao mercado é contrária a vida, não tem preocupação com os que mais necessitam. A opção de Bolsonaro, Guedes e seu governo é pelo mercado, com os mais ricos, jamais se preocuparam com o povo brasileiro. Seus apoiadores defendem abertamente a morte como cota de sacrifício para o mercado.

Não é o momento para discutir custos, déficits e cifras. Essa é uma preocupação mesquinha que precifica vidas, coisifica existências e transforma histórias de vida em meros objetos descartáveis.

A Fenajufe – Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União – entende que neste momento, cabe ao Serviço Público a preservação das condições de funcionamento das instituições e da sobrevivência dos brasileiros, seja pela atuação da Saúde na linha de frente, ou do Judiciário na preservação de direitos e a Previdência Pública na garantia de benefícios a trabalhadoras, trabalhadores e população mais vulnerada.

Defender o Serviço Público, é defender a vida. É defender o trabalho com dignidade.

Assim, a Direção Executiva da FENAJUFE, reunida em caráter emergencial, reforça o chamado à sociedade brasileira, EM DEFESA DA VIDA, a favor da adoção das medidas  sanitárias, principalmente o isolamento social e de políticas de Estado para subsidiar os mais humildes e contra as propostas de redução do atendimento pelos serviços públicos, como querem Bolsonaro, Mourão e Paulo Guedes.

EM DEFESA DA VIDA E PELA VALORIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO!

 
 
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Servidor do Judiciário no Rio de Janeiro morre vítima de Covid-19

Enquanto isso, Bolsonaro continua ignorando autoridades de saúde e não respeita a vida dos trabalhadores

Na última quarta-feira (25), faleceu, no Rio de Janeiro, o servidor do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) Carlos Alberto de Araujo Rocha, vítima de Sars-Cov-2 (Covid-19), doença causada pelo novo coronavírus. Trabalhou no Tribunal desde 1998 e estava lotado na Corregedoria. O servidor estava internado desde domingo (22) no Hospital Israelita, na Tijuca.

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Propostas de redução de salário ameaçam servidores públicos

Diante da maior crise sanitária do século XXI - com a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) -, Governo Federal e parlamentares, com apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estão tão empenhados em reduzir os salários dos servidores públicos que até o momento não apresentaram nenhuma medida, efetiva, para contenção do coronovírus e socorro à economia brasileira.

Enquanto as maiores autoridades de saúde pelo mundo adotam medidas que visam controlar a disseminação do COVID-19 com medidas de mitigação e supressão, Jair Bolsonaro vai na contramão e sugere que os brasileiros voltem à normalidade – comparando o vírus a uma "gripezinha" - mais preocupado com o afago aos empresários do que com a população. No Congresso Nacional, não faltam propostas que colocam o corte nos salários dos servidores como solução mágica para aliviar as contas do governo e liberar recursos em meio à crise.

A PEC 186/19, que compõe o Plano Mais Brasil, entre outros pontos, propõe redução da jornada e redução de até 25% nos salários dos servidores, suspensão de promoção e proibição de concursos. A PEC tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e aguarda a leitura do parecer do relator, senador Oriovisto Guimarães (Podemos/PR).

Outra proposta é a do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), que pretende criar uma redução escalonada de salários: zero para quem ganha até R$ 5 mil; 10% para quem ganha até R$ 10 mil; 20% a 50% para salários superiores a R$ 10 mil. A redução nos salários teria validade inicial de três meses, podendo ser prorrogada.

Já o deputado Wladimir Garotinho (PSD-RJ) adota a mesma postura e sugere ao Congresso Nacional redução de 50% (cinquenta por cento) dos salários dos funcionários públicos e agentes políticos dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo.

Outras proposições que seguem a mesma linha são do deputado Ricardo Izar Junior (PP-SP), com redução proporcional em 20% da jornada salário dos servidores para quem ganha acima de R$ 5 mil; além dos deputados Pedro Paulo (DEM-RJ) e Kim Kataguiri (DEM-SP), com propostas semelhantes de redução.

A Fenajufe – por meio de sua Assessoria Jurídica Nacional (AJN) e Assessoria Parlamentar - busca mecanismos para barrar essas propostas que atacam frontalmente o serviço público.

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Relator altera PEC Emergencial para permitir gastos durante pandemia

Depois de reconhecer que a PEC 186/19 (Emergencial) havia perdido a importância no atual cenário, o relator, senador Oriovisto Guimarães (Podemos/PR), ainda tenta emplacar a votação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). O senador afirmou que vai autorizar a criação de despesas no setor público durante a pandemia causada pelo novo coronavírus - COVID-19.

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Maia quer sacrificar servidores públicos no momento em que o País mais precisa deles

Ações em políticas em defesa da população mais necessitada e dos trabalhadores em geral não são o forte do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Mas o timming do parlamentar para reverberar o senso comum e assim amealhar votos numa possível de sucessão a Jair Bolsonaro (sem partido), é algo cruel.

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Fenajufe busca impedir avanço de nova proposta para reduzir salário de servidores

Proposta pretende atingir os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário enquanto durar a crise do novo coronavírus

O Congresso Nacional se articula para apresentar uma nova proposta de redução de salário dos servidores públicos em meio à pandemia do novo coronavírus. A redução dos salários valerá enquanto permanecer decretado o estado de calamidade. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - que busca protagonismo a todo custo -, o objetivo é que a economia para os cofres públicos ajude a mitigar os efeitos da queda de receita do governo federal nos próximos meses.

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Proposta pretende atingir os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário enquanto durar a crise do novo coronavírus

O Congresso Nacional se articula para apresentar uma nova proposta de redução de salário dos servidores públicos em meio à pandemia do novo coronavírus. A redução dos salários valerá enquanto permanecer decretado o estado de calamidade. Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - que busca protagonismo a todo custo -, o objetivo é que a economia para os cofres públicos ajude a mitigar os efeitos da queda de receita do governo federal nos próximos meses.

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