Em reunião com o Sintrajufe/RS, Bohn Gass afirma que vai atuar pela derrubada do veto 45; sindicato segue buscando os votos necessários para reposição salarial em 2027 e 2028

Sindicato está buscando agendas com deputadas e deputados federais gaúchos para tratar da derrubada do veto.

Em reunião nessa terça-feira, 27, o Sintrajufe/RS solicitou ao deputado federal Bohn Gass (PT-RS) apoio para a derrubada do veto 45/2025. “Vou atuar para isso”, afirmou o parlamentar. O veto refere-se à lei 15.293/2025, que foi sancionada, em dezembro, com o percentual de 8% para julho de 2026, mas com vetos às parcelas de 8% em 2027 e 8% em 2028. O sindicato está buscando agendas com deputadas e deputados federais gaúchos para tratar da derrubada do veto, que ainda não tem data para ser apreciado no Congresso Nacional.

Estavam presentes, representando o sindicato, as diretoras Cristina Viana e Fabiana Cherubini e o diretor Zé Oliveira. No sábado, 24, o Sintrajufe/RS se reuniu com o deputado federal Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), tendo o veto como pauta.

Na reunião desta terça-feira, 27, o Sintrajufe/RS explicou a Bohn Gass que a lei 15.293/2025 é resultado de uma luta de dois anos da categoria. O objetivo foi repor, ainda que parcialmente, as perdas salariais acumuladas ao longo dos quatro anos do governo Bolsonaro, período em que servidores e servidoras tiveram reajuste zero.

O deputado afirmou estar ciente dessas perdas e destacou que votou favoravelmente à proposta de reposição. Ele também parabenizou a categoria pela mobilização, ressaltou a importância de mantê-la e se comprometeu a atuar para “criar um ambiente favorável” à derrubada do veto. Os sindicalistas informaram que o Sintrajufe/RS enviará uma caravana a Brasília, no dia 4 de fevereiro, quando a Fenajufe realiza um ato nacional pela derrubada do veto 45/2025 e pela reestruturação da carreira.

O veto às parcelas de 2027 e 2028 teve como justificativa a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que não permitiria que um governo aprovasse reajustes salariais que terão impacto em governos posteriores. As direções do sindicato e da Fenajufe vêm contestando esse argumento.

Dias antes da publicação da lei, não havia informações do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre empecilhos para a sanção. Da mesma forma, em reunião do Fórum de Carreira, realizada em Brasília, no dia 18 de dezembro, foi afirmado que o ministro Edson Fachin, presidente do STF, teria conversado diretamente com o presidente Lula (PT) e que os projetos de lei de reposição salarial e do adicional de qualificação (AQ) seriam sancionados sem vetos; isso se confirmou somente em relação ao AQ. Para derrubar o veto são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores.

Foi entregue a Bohn Gass uma pasta com o texto da lei, as justificativas para o veto e um parecer da assessoria jurídica nacional (AJN) da Fenajufe. No documento, a AJN se posiciona favoravelmente a viabilidade da derrubada do veto.

Em reunião nessa terça-feira, 27, o Sintrajufe/RS solicitou ao deputado federal Bohn Gass (PT-RS) apoio para a derrubada do veto 45/2025. “Vou atuar para isso”, afirmou o parlamentar. O veto refere-se à lei 15.293/2025, que foi sancionada, em dezembro, com o percentual de 8% para julho de 2026, mas com vetos às parcelas de 8% em 2027 e 8% em 2028. O sindicato está buscando agendas com deputadas e deputados federais gaúchos para tratar da derrubada do veto, que ainda não tem data para ser apreciado no Congresso Nacional.

Estavam presentes, representando o sindicato, as diretoras Cristina Viana e Fabiana Cherubini e o diretor Zé Oliveira. No sábado, 24, o Sintrajufe/RS se reuniu com o deputado federal Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), tendo o veto como pauta.

Na reunião desta terça-feira, 27, o Sintrajufe/RS explicou a Bohn Gass que a lei 15.293/2025 é resultado de uma luta de dois anos da categoria. O objetivo foi repor, ainda que parcialmente, as perdas salariais acumuladas ao longo dos quatro anos do governo Bolsonaro, período em que servidores e servidoras tiveram reajuste zero.

O deputado afirmou estar ciente dessas perdas e destacou que votou favoravelmente à proposta de reposição. Ele também parabenizou a categoria pela mobilização, ressaltou a importância de mantê-la e se comprometeu a atuar para “criar um ambiente favorável” à derrubada do veto. Os sindicalistas informaram que o Sintrajufe/RS enviará uma caravana a Brasília, no dia 4 de fevereiro, quando a Fenajufe realiza um ato nacional pela derrubada do veto 45/2025 e pela reestruturação da carreira.

O veto às parcelas de 2027 e 2028 teve como justificativa a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que não permitiria que um governo aprovasse reajustes salariais que terão impacto em governos posteriores. As direções do sindicato e da Fenajufe vêm contestando esse argumento.

Dias antes da publicação da lei, não havia informações do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre empecilhos para a sanção. Da mesma forma, em reunião do Fórum de Carreira, realizada em Brasília, no dia 18 de dezembro, foi afirmado que o ministro Edson Fachin, presidente do STF, teria conversado diretamente com o presidente Lula (PT) e que os projetos de lei de reposição salarial e do adicional de qualificação (AQ) seriam sancionados sem vetos; isso se confirmou somente em relação ao AQ. Para derrubar o veto são necessários os votos de 257 deputados e 41 senadores.

Foi entregue a Bohn Gass uma pasta com o texto da lei, as justificativas para o veto e um parecer da assessoria jurídica nacional (AJN) da Fenajufe. No documento, a AJN se posiciona favoravelmente a viabilidade da derrubada do veto.