Federação encaminhou ao Conselho diretrizes aprovadas na plenária de Salvador
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da conselheira Noemia Porto, informou à Fenajufe que as diretrizes enviadas com o eixo temático “Saúde, Bem-Estar e Condições de Trabalho” serão subsídios às políticas judiciárias nacionais pertinentes e aos debates no Fórum de Discussão Permanente de Gestão da Carreira dos Servidores do Poder Judiciário da União (PJU).
A iniciativa representa uma grande vitória: pela primeira vez, as demandas das servidoras e servidores sobre o tema serão discutidas oficialmente — e esse canal de diálogo entre a Fenajufe e o CNJ é fundamental para valorização da categoria.
A Federação enviou ao Conselho doze diretrizes aprovadas na XXV Plenária Nacional Ordinária, realizada entre os dias 4 e 7 de junho de 2026, em Salvador (BA), com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento das políticas judiciárias relativas ao tema:
- Fortalecimento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Servidor
- Implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1)
- Exames periódicos e avaliação biopsicossocial
- Política permanente de saúde mental
- Revisão dos modelos de gestão por metas
- Combate ao assédio moral e organizacional
- Estudos sobre organização do trabalho
- Direito à desconexão e proteção no teletrabalho
- Assistência à saúde suplementar
- Atualização da legislação sobre licenças para tratamento de saúde
- Atenção a grupos específicos
- Participação das entidades representativas
A conselheira Noemia Porto despachou as contribuições da federação aos seguintes comitês, destacando que o ato não antecipa qualquer decisão sobre a viabilidade ou a necessidade das medidas sugeridas:
I – Comitê Gestor Nacional de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores do Poder Judiciário, para conhecimento e análise das diretrizes relacionadas à saúde, aos fatores de riscos psicossociais, à organização do trabalho e seus impactos sobre a saúde e à assistência à saúde suplementar, observadas as delimitações anteriormente consignadas quanto aos exames periódicos, à avaliação biopsicossocial e à NR-1;
II – Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação no Poder Judiciário, para conhecimento e consideração das diretrizes relacionadas ao assédio moral e organizacional, aos fatores de riscos psicossociais e aos aspectos da organização e dos modelos de gestão do trabalho relacionados à Política instituída pela Resolução CNJ nº 351/2020;
III – Comitê dos Direitos de Pessoas com Deficiência no âmbito Judicial, para conhecimento e avaliação dos aspectos relacionados especificamente às pessoas com deficiência, à acessibilidade e à eliminação de barreiras, no âmbito da Política disciplinada pela Resolução CNJ nº 401/2021; e
Além dos comitês, a presidente do Fórum de Carreira designou encaminhamento à Conselheira Kátia Magalhães Arruda, supervisora institucional da Política Nacional de Gestão de Pessoas no âmbito do Poder Judiciário.
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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da conselheira Noemia Porto, informou à Fenajufe que as diretrizes enviadas com o eixo temático “Saúde, Bem-Estar e Condições de Trabalho” serão subsídios às políticas judiciárias nacionais pertinentes e aos debates no Fórum de Discussão Permanente de Gestão da Carreira dos Servidores do Poder Judiciário da União (PJU).
A iniciativa representa uma grande vitória: pela primeira vez, as demandas das servidoras e servidores sobre o tema serão discutidas oficialmente — e esse canal de diálogo entre a Fenajufe e o CNJ é fundamental para valorização da categoria.
A Federação enviou ao Conselho doze diretrizes aprovadas na XXV Plenária Nacional Ordinária, realizada entre os dias 4 e 7 de junho de 2026, em Salvador (BA), com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento das políticas judiciárias relativas ao tema:
- Fortalecimento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Servidor
- Implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1)
- Exames periódicos e avaliação biopsicossocial
- Política permanente de saúde mental
- Revisão dos modelos de gestão por metas
- Combate ao assédio moral e organizacional
- Estudos sobre organização do trabalho
- Direito à desconexão e proteção no teletrabalho
- Assistência à saúde suplementar
- Atualização da legislação sobre licenças para tratamento de saúde
- Atenção a grupos específicos
- Participação das entidades representativas
A conselheira Noemia Porto despachou as contribuições da federação aos seguintes comitês, destacando que o ato não antecipa qualquer decisão sobre a viabilidade ou a necessidade das medidas sugeridas:
I – Comitê Gestor Nacional de Atenção Integral à Saúde de Magistrados e Servidores do Poder Judiciário, para conhecimento e análise das diretrizes relacionadas à saúde, aos fatores de riscos psicossociais, à organização do trabalho e seus impactos sobre a saúde e à assistência à saúde suplementar, observadas as delimitações anteriormente consignadas quanto aos exames periódicos, à avaliação biopsicossocial e à NR-1;
II – Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação no Poder Judiciário, para conhecimento e consideração das diretrizes relacionadas ao assédio moral e organizacional, aos fatores de riscos psicossociais e aos aspectos da organização e dos modelos de gestão do trabalho relacionados à Política instituída pela Resolução CNJ nº 351/2020;
III – Comitê dos Direitos de Pessoas com Deficiência no âmbito Judicial, para conhecimento e avaliação dos aspectos relacionados especificamente às pessoas com deficiência, à acessibilidade e à eliminação de barreiras, no âmbito da Política disciplinada pela Resolução CNJ nº 401/2021; e
Além dos comitês, a presidente do Fórum de Carreira designou encaminhamento à Conselheira Kátia Magalhães Arruda, supervisora institucional da Política Nacional de Gestão de Pessoas no âmbito do Poder Judiciário.
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