Diversidade

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Coletivo LGBT+ da Fenajufe participa do 2º Encontro temático no Conselho Nacional de Justiça

Carta pela regulamentação nacional das cotas para pessoas trans no Poder Judiciário brasileiro esteve entre os destaques do encontro

Representantes do Coletivo Nacional LGBT+ da Fenajufe participaram do 2º Encontro LGBTQIA+ Justiça, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta quinta e sexta-feira (27 e 28), em São Paulo. A Federação foi representada ,dentre outras pessoas, pela coordenadora Maria Ires e por Filipe Gioielli Mafalda, integrante do Coletivo.

A programação abordou os desafios atuais e o aprimoramento das políticas judiciárias, seguindo as diretrizes da Resolução CNJ nº 582/2024, que trata da promoção da igualdade e do enfrentamento à discriminação no Poder Judiciário. Um dos principais momentos foi a solenidade de entrega da Carta para a Regulamentação Nacional das Cotas Trans no Poder Judiciário.

A Carta defende uma política nacional de cotas para pessoas trans no Judiciário, com reserva mínima de 5% das vagas nas diferentes formas de ingresso. O documento aponta a baixa presença dessa população nos vínculos formais de trabalho e nos espaços institucionais do Estado e defende que a política garanta não apenas o acesso, mas também condições de permanência e respeito à identidade de gênero no ambiente de trabalho.

Entre os demais temas debatidos estavam o acesso à Justiça, a promoção de direitos e o respeito à diversidade. Filipe Gioielli Mafalda participou da programação como facilitador da oficina sobre respeito à diversidade no Judiciário. Em sua fala, ressaltou a organização e capilaridade da Federação com 25 sindicatos filiados e mais de 130 mil servidoras e servidores representados, a entidade incentiva a criação de núcleos LGBTQIAP+ nos sindicatos de base, mantém um Coletivo Nacional e já realizou três encontros nacionais para discutir propostas que foram apresentadas no evento do CNJ. Filipe defendeu ainda a participação de servidoras e servidores nos espaços de decisão do CNJ sobre a comunidade.

O compromisso da Fenajufe com a promoção da diversidade, da equidade e da inclusão também se reflete na organização da própria entidade. No 12º Congrejufe, a Federação aprovou uma alteração estatutária que estabeleceu composição mínima de 30% de pessoas negras, indígenas e/ou quilombolas nas representações proporcionais de suas instâncias. O Estatuto prevê ainda, sempre que possível, participação mínima de 10% de pessoas LGBTQIAPN+, sobretudo pessoas trans e/ou travestis, e de 10% de pessoas com deficiência, inclusive na Diretoria Executiva.

Representantes do Coletivo Nacional LGBT+ da Fenajufe participaram do 2º Encontro LGBTQIA+ Justiça, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nesta quinta e sexta-feira (27 e 28), em São Paulo. A Federação foi representada ,dentre outras pessoas, pela coordenadora Maria Ires e por Filipe Gioielli Mafalda, integrante do Coletivo.

A programação abordou os desafios atuais e o aprimoramento das políticas judiciárias, seguindo as diretrizes da Resolução CNJ nº 582/2024, que trata da promoção da igualdade e do enfrentamento à discriminação no Poder Judiciário. Um dos principais momentos foi a solenidade de entrega da Carta para a Regulamentação Nacional das Cotas Trans no Poder Judiciário.

A Carta defende uma política nacional de cotas para pessoas trans no Judiciário, com reserva mínima de 5% das vagas nas diferentes formas de ingresso. O documento aponta a baixa presença dessa população nos vínculos formais de trabalho e nos espaços institucionais do Estado e defende que a política garanta não apenas o acesso, mas também condições de permanência e respeito à identidade de gênero no ambiente de trabalho.

Entre os demais temas debatidos estavam o acesso à Justiça, a promoção de direitos e o respeito à diversidade. Filipe Gioielli Mafalda participou da programação como facilitador da oficina sobre respeito à diversidade no Judiciário. Em sua fala, ressaltou a organização e capilaridade da Federação com 25 sindicatos filiados e mais de 130 mil servidoras e servidores representados, a entidade incentiva a criação de núcleos LGBTQIAP+ nos sindicatos de base, mantém um Coletivo Nacional e já realizou três encontros nacionais para discutir propostas que foram apresentadas no evento do CNJ. Filipe defendeu ainda a participação de servidoras e servidores nos espaços de decisão do CNJ sobre a comunidade.

O compromisso da Fenajufe com a promoção da diversidade, da equidade e da inclusão também se reflete na organização da própria entidade. No 12º Congrejufe, a Federação aprovou uma alteração estatutária que estabeleceu composição mínima de 30% de pessoas negras, indígenas e/ou quilombolas nas representações proporcionais de suas instâncias. O Estatuto prevê ainda, sempre que possível, participação mínima de 10% de pessoas LGBTQIAPN+, sobretudo pessoas trans e/ou travestis, e de 10% de pessoas com deficiência, inclusive na Diretoria Executiva.