MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA

MARCHA DA CLASSE TRABALHADORA

Fenajufe e sindicatos participam da mobilização em Brasília

Pauta com as reivindicações dos trabalhadores foi entregue ao governo federal

A Fenajufe e os sindicatos de base se somaram às diversas entidades do movimento sindical, social e centrais para a Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília-DF, nesta quarta-feira (15). A mobilização reuniu trabalhadores e trabalhadoras de vários segmentos, de todos os cantos do País, em marcha do Teatro Nacional até o Congresso Nacional.

Participaram da atividade as coordenadoras Luciana Carneiro e Arlene Barcelos e os coordenadores Nelson da Costa e José Aristeia, além de representantes do Sindiquinze/SP, Sintrajud/SP, Sitraemg/MG, Sindjufe/MT e Sintrajufe/RS.

A marcha teve como eixos principais:

  • Fim da escala 6×1
  • Redução da jornada sem redução salarial
  • Regulamentação do trabalho por aplicativos
  • Combate à pejotização
  • Negociação coletiva no setor público, com a cobrança pela regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)
  • Direito de negociação para servidores públicos
  • O fim da taxação previdenciária que incide sobre aposentadas, aposentados e
    pensionistas
  • Combate à violência contra as mulheres

Conclat

Antes da marcha, a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) — que teve como mote Emprego, Direitos, Democracia, Soberania e Vida Digna — aprovou a pauta dos trabalhadores para 2026; o documento atualizou as pautas definidas ainda em 2022 e orientará as eleições deste ano. A pauta foi entregue ao governo federal depois da marcha.

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A Fenajufe e os sindicatos de base se somaram às diversas entidades do movimento sindical, social e centrais para a Marcha da Classe Trabalhadora, em Brasília-DF, nesta quarta-feira (15). A mobilização reuniu trabalhadores e trabalhadoras de vários segmentos, de todos os cantos do País, em marcha do Teatro Nacional até o Congresso Nacional.

Participaram da atividade as coordenadoras Luciana Carneiro e Arlene Barcelos e os coordenadores Nelson da Costa e José Aristeia, além de representantes do Sindiquinze/SP, Sintrajud/SP, Sitraemg/MG, Sindjufe/MT e Sintrajufe/RS.

A marcha teve como eixos principais:

  • Fim da escala 6×1
  • Redução da jornada sem redução salarial
  • Regulamentação do trabalho por aplicativos
  • Combate à pejotização
  • Negociação coletiva no setor público, com a cobrança pela regulamentação da Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)
  • Direito de negociação para servidores públicos
  • O fim da taxação previdenciária que incide sobre aposentadas, aposentados e
    pensionistas
  • Combate à violência contra as mulheres

Conclat

Antes da marcha, a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) — que teve como mote Emprego, Direitos, Democracia, Soberania e Vida Digna — aprovou a pauta dos trabalhadores para 2026; o documento atualizou as pautas definidas ainda em 2022 e orientará as eleições deste ano. A pauta foi entregue ao governo federal depois da marcha.

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