A ofensiva resultou na morte de mais de 100 pessoas, entre militares e civis
A Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Judiciário Federal e do Ministério Público da União (Fenajufe) vem, por meio desta nota, repudiar o ataque dos Estados Unidos da América (EUA), sob o comando de Donald Trump, contra a Venezuela, ocorrido no dia 3 de janeiro e prestar solidariedade ao povo venezuelano. A ofensiva resultou na morte de mais de 100 pessoas, entre militares e civis. Várias explosões foram reportadas em Caracas e em outras cidades do país, causando pânico e medo à população.
A ação culminou no sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram retirados do país em um navio de guerra dos Estados Unidos, configurando grave afronta à soberania nacional.
De acordo com a imprensa, a pressão do governo norte-americano se intensificou a partir de agosto do ano passado, quando os EUA ofereceu US$ 50 milhões de recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro. Naquele período, os EUA reforçaram sua presença militar no Mar do Caribe, inicialmente sob o argumento de combate ao narcotráfico, mas posteriormente com declarações que indicavam o objetivo de derrubar o governo venezuelano, para assumir o controle do mercado petrolífero, já que a Venezuela possui a maior reserva de petróleo do mundo.
A Fenajufe entende que a ofensiva constitui grave violação da soberania da Venezuela, do princípio da autodeterminação dos povos e do direito internacional, em desrespeito às leis, aos tratados internacionais e à Carta das Nações Unidas, que estabelece a não intervenção entre países.
O ataque representa um precedente extremamente perigoso, pois viola normas internacionais e contribui para a escalada de conflitos armados, resultando em mortes, sofrimento e destruição a população. A Federação defende que a Organização das Nações Unidas (ONU) atue na mediação da crise, priorizando o diálogo e a busca por soluções pacíficas.
Diante desse cenário, a Fenajufe alerta para a necessidade de vigilância das instituições brasileiras para preservar a soberania brasileira e a segurança do povo. A América Latina não pode ser tratada como quintal de nenhuma potência estrangeira.
A Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Judiciário Federal e do Ministério Público da União (Fenajufe) vem, por meio desta nota, repudiar o ataque dos Estados Unidos da América (EUA), sob o comando de Donald Trump, contra a Venezuela, ocorrido no dia 3 de janeiro e prestar solidariedade ao povo venezuelano. A ofensiva resultou na morte de mais de 100 pessoas, entre militares e civis. Várias explosões foram reportadas em Caracas e em outras cidades do país, causando pânico e medo à população.
A ação culminou no sequestro do presidente venezuelano, Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram retirados do país em um navio de guerra dos Estados Unidos, configurando grave afronta à soberania nacional.
De acordo com a imprensa, a pressão do governo norte-americano se intensificou a partir de agosto do ano passado, quando os EUA ofereceu US$ 50 milhões de recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro. Naquele período, os EUA reforçaram sua presença militar no Mar do Caribe, inicialmente sob o argumento de combate ao narcotráfico, mas posteriormente com declarações que indicavam o objetivo de derrubar o governo venezuelano, para assumir o controle do mercado petrolífero, já que a Venezuela possui a maior reserva de petróleo do mundo.
A Fenajufe entende que a ofensiva constitui grave violação da soberania da Venezuela, do princípio da autodeterminação dos povos e do direito internacional, em desrespeito às leis, aos tratados internacionais e à Carta das Nações Unidas, que estabelece a não intervenção entre países.
O ataque representa um precedente extremamente perigoso, pois viola normas internacionais e contribui para a escalada de conflitos armados, resultando em mortes, sofrimento e destruição a população. A Federação defende que a Organização das Nações Unidas (ONU) atue na mediação da crise, priorizando o diálogo e a busca por soluções pacíficas.
Diante desse cenário, a Fenajufe alerta para a necessidade de vigilância das instituições brasileiras para preservar a soberania brasileira e a segurança do povo. A América Latina não pode ser tratada como quintal de nenhuma potência estrangeira.