polícia judicial

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Temas sobre organização, evolução e desafios da carreira da polícia judicial encerram os debates do sábado

Participantes formulam propostas que serão apresentadas, no domingo (8)

Dando seguimento aos debates do período vespertino, a coordenadora Luciana Carneiro e o coordenador José Aristéia dividiram a mesa diretora. O convidado Érico Alessandro Fagundes, secretário de gestão de pessoas (SGP) do Conselho da Justiça Federal, abriu os debates com o painel “Estrutura e Organização da Polícia Judicial na Justiça Federal”

O secretário, que está no serviço público desde final dos anos 80 falou da evolução da carreira e descreveu o atual momento, como bastante positivo. Segundo ele, a “carreira está na melhor fase de todos os tempos”. Ele afirmou que tem acompanhado investimentos em treinamento e capacitação adequada para os servidores ocupantes do cargo pelos órgãos do Judiciário. Ele acredita que a ampliação do quadro nas instituições favorece o reconhecimento e fortalecimento do cargo.

Sobre o Teste de Aptidão Física, (TAF), o secretário informou que enquanto os outros órgãos já haviam implementado o teste, no CJF a exigência só ocorreu a partir de 2021. Até então, o Conselho só fazia reciclagem periodicamente. Érico Alessandro, contribuiu com a construção da resolução 704/2021, que dispõe sobre o Programa de Reciclagem Anual de Segurança no âmbito do Conselho e da Justiça Federal de 1º e 2º graus.

Confira sua fala:

Em seguida, Hipólito Alves Cardoso – secretário de Polícia Judicial do Tribunal Superior do Trabalho (TST), assumiu o painel com o tema “Equipamentos e tecnologias disponíveis à Segurança dos Ministros do Poder Judiciário da União”.

O palestrante falou da importância do zelo necessário com a segurança institucional, principalmente após os acontecimentos do dia 08 de janeiro de 2023, quando houve ataques aos Três Poderes. Além disso, em sua palestra, Hipólito demonstrou os avanços tecnológicos como a inteligência Artificial (IA).

O tema “Polícia Judicial: evolução institucional e desafios da carreira no Judiciário”, encerrou o primeiro dia de debates.  O assessor institucional Alexandre Marques conduziu o painel. O assessor fez uma abordagem do cargo desde a primeira organização em 1996, com a lei ( 9.416), quando a segurança era uma atividade administrativa, sem caráter policial, com foco em vigilância e condução de autoridades até a criação da Polícia Judicial em 2020, por meio da Resolução CNJ 344/20, considerado por ele, como um “marco histórico” para o cargo.

Alexandre, falou ainda, dos pontos referentes ao cargo na proposta de reestruturação da carreira como a Gratificação de Polícia Judicial – GPJ, e revisão no programa de capacitação continuada anual (TAF).  

Confira:

O domingo (8) será dedicado à apresentação e debates de propostas.

Dando seguimento aos debates do período vespertino, a coordenadora Luciana Carneiro e o coordenador José Aristéia dividiram a mesa diretora. O convidado Érico Alessandro Fagundes, secretário de gestão de pessoas (SGP) do Conselho da Justiça Federal, abriu os debates com o painel “Estrutura e Organização da Polícia Judicial na Justiça Federal”

O secretário, que está no serviço público desde final dos anos 80 falou da evolução da carreira e descreveu o atual momento, como bastante positivo. Segundo ele, a “carreira está na melhor fase de todos os tempos”. Ele afirmou que tem acompanhado investimentos em treinamento e capacitação adequada para os servidores ocupantes do cargo pelos órgãos do Judiciário. Ele acredita que a ampliação do quadro nas instituições favorece o reconhecimento e fortalecimento do cargo.

Sobre o Teste de Aptidão Física, (TAF), o secretário informou que enquanto os outros órgãos já haviam implementado o teste, no CJF a exigência só ocorreu a partir de 2021. Até então, o Conselho só fazia reciclagem periodicamente. Érico Alessandro, contribuiu com a construção da resolução 704/2021, que dispõe sobre o Programa de Reciclagem Anual de Segurança no âmbito do Conselho e da Justiça Federal de 1º e 2º graus.

Confira sua fala:

Em seguida, Hipólito Alves Cardoso – secretário de Polícia Judicial do Tribunal Superior do Trabalho (TST), assumiu o painel com o tema “Equipamentos e tecnologias disponíveis à Segurança dos Ministros do Poder Judiciário da União”.

O palestrante falou da importância do zelo necessário com a segurança institucional, principalmente após os acontecimentos do dia 08 de janeiro de 2023, quando houve ataques aos Três Poderes. Além disso, em sua palestra, Hipólito demonstrou os avanços tecnológicos como a inteligência Artificial (IA).

O tema “Polícia Judicial: evolução institucional e desafios da carreira no Judiciário”, encerrou o primeiro dia de debates.  O assessor institucional Alexandre Marques conduziu o painel. O assessor fez uma abordagem do cargo desde a primeira organização em 1996, com a lei ( 9.416), quando a segurança era uma atividade administrativa, sem caráter policial, com foco em vigilância e condução de autoridades até a criação da Polícia Judicial em 2020, por meio da Resolução CNJ 344/20, considerado por ele, como um “marco histórico” para o cargo.

Alexandre, falou ainda, dos pontos referentes ao cargo na proposta de reestruturação da carreira como a Gratificação de Polícia Judicial – GPJ, e revisão no programa de capacitação continuada anual (TAF).  

Confira:

O domingo (8) será dedicado à apresentação e debates de propostas.