Dirigentes defendem mais recursos para a assistência à saúde, retomada da isonomia entre magistrados e servidores e avaliação dos impactos de possíveis mudanças
O Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) da Fenajufe discutiu, nesta quinta-feira (22), as propostas em análise no Grupo de Trabalho do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) sobre a assistência à saúde das servidoras e dos servidores. Durante a reunião, os representantes definiram que a Federação atuará contra qualquer medida que resulte em cortes ou redução de benefícios, além de acompanhar as discussões sobre a distribuição dos recursos entre os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).
Participaram pela Federação as coordenadoras Soraia Garcia Marca, Márcia Divina Bueno Rosa, Eliana Leocádia Borges, Arlene da Silva Barcellos, Kelma Lara Costa Rabelo Lima, Sandra Cristina Dias, Eusa Maria de Oliveira Braga Fernandes, Maria José Olegário, Maria Ires Graciano Lacerda, Paula Drumond Meniconi, Nélia Vânia Rodrigues de Matos, Samanta Pinheiro Gazelli e Fabiana Pandolfo Cherubini, além dos coordenadores Paulo Sérgio da Silva Falcão, Júlio César Daru e Manoel Gérson Bezerra Sousa.
Da base, participaram representantes do Sindjus/AL, Sindjufe/BA, Sindissetima/CE, Sindjufe/MS, Sindijufe/MT, Sintrajuf/PE, Sintrajufe/PI, Sinjutra/PR, Sisejufe/RJ, Sintrajurn/RN, Sintrajufe/RS, Sintrajud/SP e Sindiquinze/SP.
Informes da Fenajufe
A deliberação estabelece duas frentes de atuação: mobilizar a categoria em defesa do auxílio-saúde, da retomada da isonomia entre magistrados e servidores e demais recursos para a assistência à saúde; e acompanhar tecnicamente a elaboração de uma metodologia nacional de distribuição dos recursos, buscando reduzir as diferenças entre os tribunais sem prejudicar os beneficiários.
Para a Fenajufe, nenhuma mudança na política de assistência à saúde pode representar perda de direitos. A Federação defende que a discussão considere a situação dos 24 TRTs, preserve a assistência aos dependentes e pensionistas e estabeleça medidas de transição e proteção para evitar prejuízos.
Grupo de Trabalho do CSJT
Instituído em julho, o Grupo de Trabalho do CSJT analisa mudanças na assistência à saúde da Justiça do Trabalho, incluindo critérios para dependentes, valores do auxílio-saúde e distribuição dos recursos entre os tribunais.
Diante das propostas em discussão, o CDE defendeu que qualquer mudança seja precedida de uma avaliação dos impactos nos 24 TRTs e sobre os beneficiários. Para tanto, foi aprovada a proposta para que os valores sugeridos pelo CSJT sejam previamente encaminhados à Fenajufe e aos tribunais para simulação antes de sua efetiva aplicação.
Mobilização em defesa do auxílio-saúde
A Fenajufe defende que a busca por maior equilíbrio na distribuição dos recursos não seja feita à custa de cortes nos benefícios. Para a Federação, é necessário ampliar o orçamento destinado à saúde e recuperar a isonomia entre magistrados e servidores.
Com as deliberações do CDE, a Federação seguirá acompanhando os trabalhos do CSJT e mobilizando os sindicatos de base para impedir reduções no auxílio-saúde e defender uma política que atenda às necessidades da categoria.
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O Conselho Deliberativo de Entidades (CDE) da Fenajufe discutiu, nesta quinta-feira (22), as propostas em análise no Grupo de Trabalho do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) sobre a assistência à saúde das servidoras e dos servidores. Durante a reunião, os representantes definiram que a Federação atuará contra qualquer medida que resulte em cortes ou redução de benefícios, além de acompanhar as discussões sobre a distribuição dos recursos entre os Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs).
Participaram pela Federação as coordenadoras Soraia Garcia Marca, Márcia Divina Bueno Rosa, Eliana Leocádia Borges, Arlene da Silva Barcellos, Kelma Lara Costa Rabelo Lima, Sandra Cristina Dias, Eusa Maria de Oliveira Braga Fernandes, Maria José Olegário, Maria Ires Graciano Lacerda, Paula Drumond Meniconi, Nélia Vânia Rodrigues de Matos, Samanta Pinheiro Gazelli e Fabiana Pandolfo Cherubini, além dos coordenadores Paulo Sérgio da Silva Falcão, Júlio César Daru e Manoel Gérson Bezerra Sousa.
Da base, participaram representantes do Sindjus/AL, Sindjufe/BA, Sindissetima/CE, Sindjufe/MS, Sindijufe/MT, Sintrajuf/PE, Sintrajufe/PI, Sinjutra/PR, Sisejufe/RJ, Sintrajurn/RN, Sintrajufe/RS, Sintrajud/SP e Sindiquinze/SP.
Informes da Fenajufe
A deliberação estabelece duas frentes de atuação: mobilizar a categoria em defesa do auxílio-saúde, da retomada da isonomia entre magistrados e servidores e demais recursos para a assistência à saúde; e acompanhar tecnicamente a elaboração de uma metodologia nacional de distribuição dos recursos, buscando reduzir as diferenças entre os tribunais sem prejudicar os beneficiários.
Para a Fenajufe, nenhuma mudança na política de assistência à saúde pode representar perda de direitos. A Federação defende que a discussão considere a situação dos 24 TRTs, preserve a assistência aos dependentes e pensionistas e estabeleça medidas de transição e proteção para evitar prejuízos.
Grupo de Trabalho do CSJT
Instituído em julho, o Grupo de Trabalho do CSJT analisa mudanças na assistência à saúde da Justiça do Trabalho, incluindo critérios para dependentes, valores do auxílio-saúde e distribuição dos recursos entre os tribunais.
Diante das propostas em discussão, o CDE defendeu que qualquer mudança seja precedida de uma avaliação dos impactos nos 24 TRTs e sobre os beneficiários. Para tanto, foi aprovada a proposta para que os valores sugeridos pelo CSJT sejam previamente encaminhados à Fenajufe e aos tribunais para simulação antes de sua efetiva aplicação.
Mobilização em defesa do auxílio-saúde
A Fenajufe defende que a busca por maior equilíbrio na distribuição dos recursos não seja feita à custa de cortes nos benefícios. Para a Federação, é necessário ampliar o orçamento destinado à saúde e recuperar a isonomia entre magistrados e servidores.
Com as deliberações do CDE, a Federação seguirá acompanhando os trabalhos do CSJT e mobilizando os sindicatos de base para impedir reduções no auxílio-saúde e defender uma política que atenda às necessidades da categoria.
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