Sindjufe-BA reforça visitas ao interior em mobilização pela paralisação no dia 13/8

A data foi definida pela categoria durante a Plenária de Salvador

Sindjufe-BA na estrada! Nesta semana, o sindicato continuou a série de viagens pelo interior do estado em mobilização pelo Dia Nacional de Paralisação, em 13/8. A data foi definida pela categoria durante a Plenária de Salvador e a adesão poderá ser confirmada na Bahia na Assembleia Geral que será realizada na próxima terça (4), às 16h, na sede do sindicato e pelo Zoom.

Denise Carneiro, dirigente do sindicato, esteve em Juazeiro, Senhor do Bonfim, Campo Formoso e Jacobina conversando com os servidores da Justiça Federal, TRT e TRE sobre a paralisação pela derrubada do veto 45 e pela reestruturação das carreiras. A dirigente também ouviu as demandas locais de cada órgão e queixas generalizadas em relação às perdas salariais, ao não pagamento de direitos e à precarização do clima organizacional e das condições de trabalho. “Essa é a política do PJU para os servidores. É preciso dizer basta!”, afirmou durante a passagem nas salas.

Denise ainda tirou dúvidas sobre questões como o aumento do auxílio-saúde para os magistrados e falou de ações judiciais recentes vencidas pelo sindicato. “Sempre há alegação de falta de recursos para cumprir decisões judiciais a nosso favor, mas não falta dinheiro para os magistrados. As perdas não são só de dinheiro, mas de desrespeitos. Não há limite para a gaância, mas limite para a nossa paciência tem”.

Sindjufe-BA na estrada! Nesta semana, o sindicato continuou a série de viagens pelo interior do estado em mobilização pelo Dia Nacional de Paralisação, em 13/8. A data foi definida pela categoria durante a Plenária de Salvador e a adesão poderá ser confirmada na Bahia na Assembleia Geral que será realizada na próxima terça (4), às 16h, na sede do sindicato e pelo Zoom.

Denise Carneiro, dirigente do sindicato, esteve em Juazeiro, Senhor do Bonfim, Campo Formoso e Jacobina conversando com os servidores da Justiça Federal, TRT e TRE sobre a paralisação pela derrubada do veto 45 e pela reestruturação das carreiras. A dirigente também ouviu as demandas locais de cada órgão e queixas generalizadas em relação às perdas salariais, ao não pagamento de direitos e à precarização do clima organizacional e das condições de trabalho. “Essa é a política do PJU para os servidores. É preciso dizer basta!”, afirmou durante a passagem nas salas.

Denise ainda tirou dúvidas sobre questões como o aumento do auxílio-saúde para os magistrados e falou de ações judiciais recentes vencidas pelo sindicato. “Sempre há alegação de falta de recursos para cumprir decisões judiciais a nosso favor, mas não falta dinheiro para os magistrados. As perdas não são só de dinheiro, mas de desrespeitos. Não há limite para a gaância, mas limite para a nossa paciência tem”.