XXV Plenária Nacional

XXV Plenária Nacional

Segundo dia do encontro em Salvador analisa conjuntura e uso da IA no PJU e MPU

Plenária continua neste sábado (6) com debate sobre a reestruturação das carreiras

O segundo dia da XXV Plenária Nacional da Fenajufe, em Salvador, foi retomado com os trabalhos da Comissão de Ética, na manhã desta sexta-feira (5). No período da tarde, duas mesas foram temas de reflexões essenciais para a categoria: conjuntura nacional/internacional e inteligência artificial (IA).  

Análise de conjuntura destaca desafios para a classe trabalhadora

A mesa foi conduzida pela coordenadora Kelma Rabelo e pelos coordenadores Davi Landau e Júlio Daru, que destacaram a importância de compreender o cenário político e econômico no Brasil e em outros países para definir as estratégias de luta e atuação do movimento sindical diante dos desafios atuais.

Representando a CUT Nacional, a secretária adjunta de mobilização e relação com os movimentos sociais nacionais, Taís Gramowski, iniciou sua fala apresentando um panorama das transformações em curso no cenário mundial. Gramowski apontou o declínio da hegemonia dos Estados Unidos, o fortalecimento da China e dos BRICS, a ascensão da extrema-direita em diversos países e a permanência de políticas neoliberais.

No cenário brasileiro, a secretária também abordou os impactos dessas mudanças sobre os direitos sociais, o serviço público e a democracia. “A gente precisa alterar a correlação de forças no Congresso, desmascarar o bolsonarismo que afirma ser anti-sistema, quando é justamente o contrário, e construir uma agenda de lutas e de unidade contra a macropolítica neoliberal, para que a vida dos trabalhadores esteja acima dos interesses do mercado”, defendeu.

A professora doutora Marilane Teixeira, do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT), abordou a atual transição histórica mundial, marcada pelo avanço de forças conservadoras, pela perda de legitimidade das instituições e pelo aprofundamento das desigualdades. Segundo ela, enquanto bilionários acumulam riquezas em escala sem precedentes, milhões de trabalhadores convivem com baixos salários, endividamento e insegurança.

A palestrante alertou ainda para os impactos das disputas comerciais internacionais e indicou a ampliação do debate sobre desenvolvimento e distribuição de renda. Teixeira ainda destacou o papel das mulheres no movimento sindical. “Não existe democracia nem projeto popular de país sem as mulheres. Ou transformamos nossas estruturas, práticas e prioridades, ou continuaremos reproduzindo as desigualdades que combatemos”.

No encerramento da mesa, o professor Plínio de Arruda expôs a crise estrutural do capitalismo, marcada pelo aumento das desigualdades, pela degradação do meio ambiente e pelo enfraquecimento das instituições democráticas.  Em sua avaliação, “é o capitalismo da barbárie e do colapso ambiental, com acumulação de capital e gradativa degradação do nível de vida dos trabalhadores”.

Doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Arruda indicou que todas essas transformações exigem novas formas de organização e luta, já que as estratégias tradicionais não têm funcionado para enfrentar os desafios colocados pela conjuntura. Em sua análise, o Brasil segue ocupando uma posição de dependência na economia global. “O país é um gigante cobiçado por seus recursos, mas ainda não construiu uma estratégia para romper sua condição de dependência. Nossa burguesia vive com uma mão no Estado e outra no capital internacional”.

Assista:

Informes Orçamento 2027

Antes do último painel do dia, o assessor orçamentário da Fenajufe, Vladimir Nepomuceno, deu alguns informes sobre o orçamento de 2027 para o Poder Judiciário, destacando o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Assista:

Inteligência Artificial e Reconfiguração do Trabalho no PJU e MPU

Na sequência da programação da plenária de Salvador, o segundo painel do dia colocou em debate um dos temas mais atuais e desafiadores para a categoria: “Inteligência Artificial, Automação e Reconfiguração do Trabalho no PJU e MPU”.

A mesa foi conduzida pelas coordenadoras Fernanda Lauria e Sandra Dias, além do coordenador Fábio Saboia, reunindo participantes em uma reflexão aprofundada sobre os impactos das novas tecnologias no mundo do trabalho.

Convidado para o debate, o professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Sérgio Amadeu, iniciou sua exposição com a proposta de desmistificar a inteligência artificial, destacando que, ao contrário de uma percepção comum, a IA não reproduz a inteligência humana, mas opera a partir de dados, padrões e interesses que precisam ser compreendidos de forma crítica.

Durante a apresentação, Amadeu fez um chamado direto aos trabalhadores e trabalhadoras para que busquem “decodificar a linha de montagem da IA”, ou seja, entender os processos, as estruturas e os interesses que estão por trás das ferramentas tecnológicas. Segundo ele, a inteligência artificial oculta relações de trabalho, ao mesmo tempo em que intensifica a exploração, reduz a autonomia dos trabalhadores e desloca as formas tradicionais de organização e luta de classes.

O professor destacou que, com o avanço dessas tecnologias, a disputa econômica e política passa a ocupar também o campo tecnológico, exigindo novas estratégias de atuação sindical. 

Diante desse cenário, Sérgio Amadeu defendeu a ampliação da pauta sindical, com a incorporação de reivindicações específicas relacionadas à tecnologia. Entre os pontos destacados estão: a elaboração de relatórios de impacto dos sistemas automatizados nos ambientes de trabalho; o direito ao veto coletivo à implementação de determinadas tecnologias; a proteção contra vigilância excessiva; a distribuição dos ganhos de produtividade; a exigência de formação continuada com remuneração; e a produção de relatórios periódicos sobre impactos socioambientais das tecnologias.

Por isso, o expositor reforçou a importância de a categoria incorporar à sua agenda a luta pela soberania digital, entendida como elemento estratégico para garantir autonomia, proteção de dados, direitos trabalhistas e controle social sobre o uso das tecnologias.

IA nas relações de trabalho

Na sequência, a docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luci Praun, aprofundou o debate a partir de uma perspectiva social das transformações provocadas pela inteligência artificial nas relações de trabalho.

Em sua análise, a professora chamou atenção para a pretensão das grandes corporações de atribuir à IA uma equivalência com a inteligência humana, construção que, segundo ela, precisa ser questionada. Para Luci Praun, essa narrativa contribui para legitimar mudanças profundas nas formas de organização do trabalho sem o devido debate social.

Segundo a docente, a inserção da inteligência artificial permitiu interligar negócios e processos produtivos em tempo real, ampliando a capacidade de controle e coordenação das atividades. No entanto, esse avanço ocorre de forma desigual e contribui para o agravamento das assimetrias globais.

Outro ponto destacado foi o risco de avanço de um processo de “uberização” do trabalho também no serviço público, caracterizado pela precarização, fragmentação das atividades e enfraquecimento de garantias históricas. Nesse contexto, alertou para a importância da organização coletiva no enfrentamento dos efeitos dessas transformações.

IA na sociedade

Encerrando o painel, o presidente do Instituto Nacional de IA com Direitos Sociais (INIADS), José Vital, trouxe reflexões sobre os impactos da inteligência artificial na sociedade, ampliando o debate para além do ambiente de trabalho e destacando seus efeitos estruturais.

Em sua apresentação, Vital traçou um panorama histórico das transformações nas relações de trabalho e apresentou dados que apontam que o uso da tecnologia, quando não regulado, pode acentuar a precarização e reduzir direitos.

Diante desse cenário, o expositor fez um chamado para que a categoria incorpore, de forma estratégica, novas pautas à agenda sindical, entre elas a taxação de programas de inteligência artificial e do uso de robôs. Também defendeu a regulamentação do uso da IA, a proteção dos direitos sociais no ambiente digital e o fortalecimento da luta pela soberania tecnológica.

Ao final, o presidente do INIADS fez um convite à participação ativa dos servidores e servidoras do PJU, neste momento histórico, propondo a criação de um Observatório de Inteligência Artificial no Judiciário Federal brasileiro. A iniciativa, segundo ele, pode contribuir para monitorar os impactos das tecnologias, produzir dados, subsidiar ações sindicais e fortalecer a capacidade de intervenção da categoria.

Assista:

Participam as coordenadoras Soraia Marca, Luciana Carneiro, Márcia Bueno, Eliana Leocádia, Arlene Barcellos, Sandra Dias, Juliana Rick, Kelma Rabelo, Nélia Vânia, Maria Ires, Eusa Braga, Fernanda Lauria, Maria José Olegário, Paula Meniconi e os coordenadores Edson Mouta, Fábio Saboia, Paulo Falcão, José Aristeia, Nelson da Costa, David Landau, Júlio Daru e Manoel Gérson.

Da base, representantes dos seguintes sindicatos: Sinsjutra/RO-AC, Sindjuf/PA-AP, Sindjus/AL, SitraAM-RR, Sindjufe/BA, Sindissétima/CE, Sinje/CE, Sintrajufe/MA, Sindjufe/MS, Sindijufe/MT, Sintrajuf/PE, Sintrajufe/PI, Sindjuf/PB, Sintrajurn/RN, Sisejufe/RJ, Sinpojufes/ES, Sinjufego/GO, Sintrajud/SP Sitraemg/MG, Sindiquinze/SP, Sinjutra/PR, Sinjuspar/PR, Sintrajusc/SC e Sintrajufe/RS; além de representantes da Comissão Pró-Fenajufe do Distrito Federal. 

Confira o resumo do segundo dia:

O segundo dia da XXV Plenária Nacional da Fenajufe, em Salvador, foi retomado com os trabalhos da Comissão de Ética, na manhã desta sexta-feira (5). No período da tarde, duas mesas foram temas de reflexões essenciais para a categoria: conjuntura nacional/internacional e inteligência artificial (IA).  

Análise de conjuntura destaca desafios para a classe trabalhadora

A mesa foi conduzida pela coordenadora Kelma Rabelo e pelos coordenadores Davi Landau e Júlio Daru, que destacaram a importância de compreender o cenário político e econômico no Brasil e em outros países para definir as estratégias de luta e atuação do movimento sindical diante dos desafios atuais.

Representando a CUT Nacional, a secretária adjunta de mobilização e relação com os movimentos sociais nacionais, Taís Gramowski, iniciou sua fala apresentando um panorama das transformações em curso no cenário mundial. Gramowski apontou o declínio da hegemonia dos Estados Unidos, o fortalecimento da China e dos BRICS, a ascensão da extrema-direita em diversos países e a permanência de políticas neoliberais.

No cenário brasileiro, a secretária também abordou os impactos dessas mudanças sobre os direitos sociais, o serviço público e a democracia. “A gente precisa alterar a correlação de forças no Congresso, desmascarar o bolsonarismo que afirma ser anti-sistema, quando é justamente o contrário, e construir uma agenda de lutas e de unidade contra a macropolítica neoliberal, para que a vida dos trabalhadores esteja acima dos interesses do mercado”, defendeu.

A professora doutora Marilane Teixeira, do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT), abordou a atual transição histórica mundial, marcada pelo avanço de forças conservadoras, pela perda de legitimidade das instituições e pelo aprofundamento das desigualdades. Segundo ela, enquanto bilionários acumulam riquezas em escala sem precedentes, milhões de trabalhadores convivem com baixos salários, endividamento e insegurança.

A palestrante alertou ainda para os impactos das disputas comerciais internacionais e indicou a ampliação do debate sobre desenvolvimento e distribuição de renda. Teixeira ainda destacou o papel das mulheres no movimento sindical. “Não existe democracia nem projeto popular de país sem as mulheres. Ou transformamos nossas estruturas, práticas e prioridades, ou continuaremos reproduzindo as desigualdades que combatemos”.

No encerramento da mesa, o professor Plínio de Arruda expôs a crise estrutural do capitalismo, marcada pelo aumento das desigualdades, pela degradação do meio ambiente e pelo enfraquecimento das instituições democráticas.  Em sua avaliação, “é o capitalismo da barbárie e do colapso ambiental, com acumulação de capital e gradativa degradação do nível de vida dos trabalhadores”.

Doutor em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Arruda indicou que todas essas transformações exigem novas formas de organização e luta, já que as estratégias tradicionais não têm funcionado para enfrentar os desafios colocados pela conjuntura. Em sua análise, o Brasil segue ocupando uma posição de dependência na economia global. “O país é um gigante cobiçado por seus recursos, mas ainda não construiu uma estratégia para romper sua condição de dependência. Nossa burguesia vive com uma mão no Estado e outra no capital internacional”.

Assista:

Informes Orçamento 2027

Antes do último painel do dia, o assessor orçamentário da Fenajufe, Vladimir Nepomuceno, deu alguns informes sobre o orçamento de 2027 para o Poder Judiciário, destacando o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Assista:

Inteligência Artificial e Reconfiguração do Trabalho no PJU e MPU

Na sequência da programação da plenária de Salvador, o segundo painel do dia colocou em debate um dos temas mais atuais e desafiadores para a categoria: “Inteligência Artificial, Automação e Reconfiguração do Trabalho no PJU e MPU”.

A mesa foi conduzida pelas coordenadoras Fernanda Lauria e Sandra Dias, além do coordenador Fábio Saboia, reunindo participantes em uma reflexão aprofundada sobre os impactos das novas tecnologias no mundo do trabalho.

Convidado para o debate, o professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Sérgio Amadeu, iniciou sua exposição com a proposta de desmistificar a inteligência artificial, destacando que, ao contrário de uma percepção comum, a IA não reproduz a inteligência humana, mas opera a partir de dados, padrões e interesses que precisam ser compreendidos de forma crítica.

Durante a apresentação, Amadeu fez um chamado direto aos trabalhadores e trabalhadoras para que busquem “decodificar a linha de montagem da IA”, ou seja, entender os processos, as estruturas e os interesses que estão por trás das ferramentas tecnológicas. Segundo ele, a inteligência artificial oculta relações de trabalho, ao mesmo tempo em que intensifica a exploração, reduz a autonomia dos trabalhadores e desloca as formas tradicionais de organização e luta de classes.

O professor destacou que, com o avanço dessas tecnologias, a disputa econômica e política passa a ocupar também o campo tecnológico, exigindo novas estratégias de atuação sindical. 

Diante desse cenário, Sérgio Amadeu defendeu a ampliação da pauta sindical, com a incorporação de reivindicações específicas relacionadas à tecnologia. Entre os pontos destacados estão: a elaboração de relatórios de impacto dos sistemas automatizados nos ambientes de trabalho; o direito ao veto coletivo à implementação de determinadas tecnologias; a proteção contra vigilância excessiva; a distribuição dos ganhos de produtividade; a exigência de formação continuada com remuneração; e a produção de relatórios periódicos sobre impactos socioambientais das tecnologias.

Por isso, o expositor reforçou a importância de a categoria incorporar à sua agenda a luta pela soberania digital, entendida como elemento estratégico para garantir autonomia, proteção de dados, direitos trabalhistas e controle social sobre o uso das tecnologias.

IA nas relações de trabalho

Na sequência, a docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luci Praun, aprofundou o debate a partir de uma perspectiva social das transformações provocadas pela inteligência artificial nas relações de trabalho.

Em sua análise, a professora chamou atenção para a pretensão das grandes corporações de atribuir à IA uma equivalência com a inteligência humana, construção que, segundo ela, precisa ser questionada. Para Luci Praun, essa narrativa contribui para legitimar mudanças profundas nas formas de organização do trabalho sem o devido debate social.

Segundo a docente, a inserção da inteligência artificial permitiu interligar negócios e processos produtivos em tempo real, ampliando a capacidade de controle e coordenação das atividades. No entanto, esse avanço ocorre de forma desigual e contribui para o agravamento das assimetrias globais.

Outro ponto destacado foi o risco de avanço de um processo de “uberização” do trabalho também no serviço público, caracterizado pela precarização, fragmentação das atividades e enfraquecimento de garantias históricas. Nesse contexto, alertou para a importância da organização coletiva no enfrentamento dos efeitos dessas transformações.

IA na sociedade

Encerrando o painel, o presidente do Instituto Nacional de IA com Direitos Sociais (INIADS), José Vital, trouxe reflexões sobre os impactos da inteligência artificial na sociedade, ampliando o debate para além do ambiente de trabalho e destacando seus efeitos estruturais.

Em sua apresentação, Vital traçou um panorama histórico das transformações nas relações de trabalho e apresentou dados que apontam que o uso da tecnologia, quando não regulado, pode acentuar a precarização e reduzir direitos.

Diante desse cenário, o expositor fez um chamado para que a categoria incorpore, de forma estratégica, novas pautas à agenda sindical, entre elas a taxação de programas de inteligência artificial e do uso de robôs. Também defendeu a regulamentação do uso da IA, a proteção dos direitos sociais no ambiente digital e o fortalecimento da luta pela soberania tecnológica.

Ao final, o presidente do INIADS fez um convite à participação ativa dos servidores e servidoras do PJU, neste momento histórico, propondo a criação de um Observatório de Inteligência Artificial no Judiciário Federal brasileiro. A iniciativa, segundo ele, pode contribuir para monitorar os impactos das tecnologias, produzir dados, subsidiar ações sindicais e fortalecer a capacidade de intervenção da categoria.

Assista:

Participam as coordenadoras Soraia Marca, Luciana Carneiro, Márcia Bueno, Eliana Leocádia, Arlene Barcellos, Sandra Dias, Juliana Rick, Kelma Rabelo, Nélia Vânia, Maria Ires, Eusa Braga, Fernanda Lauria, Maria José Olegário, Paula Meniconi e os coordenadores Edson Mouta, Fábio Saboia, Paulo Falcão, José Aristeia, Nelson da Costa, David Landau, Júlio Daru e Manoel Gérson.

Da base, representantes dos seguintes sindicatos: Sinsjutra/RO-AC, Sindjuf/PA-AP, Sindjus/AL, SitraAM-RR, Sindjufe/BA, Sindissétima/CE, Sinje/CE, Sintrajufe/MA, Sindjufe/MS, Sindijufe/MT, Sintrajuf/PE, Sintrajufe/PI, Sindjuf/PB, Sintrajurn/RN, Sisejufe/RJ, Sinpojufes/ES, Sinjufego/GO, Sintrajud/SP Sitraemg/MG, Sindiquinze/SP, Sinjutra/PR, Sinjuspar/PR, Sintrajusc/SC e Sintrajufe/RS; além de representantes da Comissão Pró-Fenajufe do Distrito Federal. 

Confira o resumo do segundo dia: