Nota Pública

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Fenajufe destaca defesa das urnas e dos servidores da Justiça Eleitoral no discurso de Lula na ONU

Em defesa da soberania nacional, da democracia e das instituições públicas brasileiras – A Fenajufe reafirma a defesa do direito do povo brasileiro de decidir os rumos do país sem interferências externas

O Brasil abriu, na última terça-feira (22), os trabalhos da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, com o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seguindo a tradição estabelecida pela ONU desde 1955, em homenagem ao advogado e diplomata brasileiro Oswaldo Aranha, o presidente representou o país na abertura da Assembleia pela décima vez.

Em seu pronunciamento, Lula reafirmou que, para o Brasil, a democracia e a soberania são inegociáveis. Defendeu o direito do povo brasileiro de decidir os rumos do país sem pressões ou interferências externas e a independência das instituições brasileiras. Ressaltou ainda que a democracia está expressa, de forma concreta e soberana, no voto da população brasileira, sendo o voto a maior expressão da vontade popular e o fundamento da legitimidade das nossas instituições.

Em um momento decisivo para a democracia brasileira, ganha singular destaque a firme defesa feita pelo presidente do sistema eleitoral brasileiro. Ao reafirmar, diante da comunidade internacional, a segurança, a transparência e a credibilidade das nossas eleições e das urnas eletrônicas, Lula valoriza um patrimônio do povo brasileiro e um exemplo para o mundo.

É fundamental destacar: esse sistema moderno, seguro e robusto, reconhecido internacionalmente, só existe e funciona graças ao trabalho cotidiano de milhares de servidoras e servidores da Justiça Eleitoral. São essas trabalhadoras e trabalhadores, muitas vezes de forma invisível à sociedade, que, em todos os municípios do país, organizam, preparam e realizam as eleições, cuidam das urnas, garantem a logística, atendem o eleitor e asseguram que milhões de brasileiras e brasileiros exerçam seu direito ao voto.

Portanto, defender as urnas eletrônicas e a democracia é defender quem faz a eleição acontecer. Valorizar a democracia significa, concretamente, valorizar as servidoras e os servidores da Justiça Eleitoral, seu trabalho essencial e a necessidade de condições dignas, de quadro de pessoal adequado e de respeito à sua autonomia.

Nesse sentido, a Fenajufe manifesta apoio às diretrizes destacadas pelo presidente Lula em seu discurso, especialmente no que se refere à defesa intransigente do processo eleitoral brasileiro, e manifesta seu total apoio e solidariedade às servidoras e aos servidores da Justiça Eleitoral que, nesse período, têm sido extremamente atacados e tiveram a credibilidade do seu trabalho colocada em questão. Atacar os servidores que garantem as urnas e as eleições é atacar a própria democracia.

A Fenajufe renova seu compromisso com os servidores da Justiça Eleitoral, com a democracia, com a soberania nacional, com os direitos sociais e com todos os fundamentos constitucionais que asseguram a existência de nossas instituições com independência, autonomia orçamentária, financeira e administrativa próprias, premissas indispensáveis ao integral cumprimento de suas funções.

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O Brasil abriu, na última terça-feira (22), os trabalhos da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, com o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Seguindo a tradição estabelecida pela ONU desde 1955, em homenagem ao advogado e diplomata brasileiro Oswaldo Aranha, o presidente representou o país na abertura da Assembleia pela décima vez.

Em seu pronunciamento, Lula reafirmou que, para o Brasil, a democracia e a soberania são inegociáveis. Defendeu o direito do povo brasileiro de decidir os rumos do país sem pressões ou interferências externas e a independência das instituições brasileiras. Ressaltou ainda que a democracia está expressa, de forma concreta e soberana, no voto da população brasileira, sendo o voto a maior expressão da vontade popular e o fundamento da legitimidade das nossas instituições.

Em um momento decisivo para a democracia brasileira, ganha singular destaque a firme defesa feita pelo presidente do sistema eleitoral brasileiro. Ao reafirmar, diante da comunidade internacional, a segurança, a transparência e a credibilidade das nossas eleições e das urnas eletrônicas, Lula valoriza um patrimônio do povo brasileiro e um exemplo para o mundo.

É fundamental destacar: esse sistema moderno, seguro e robusto, reconhecido internacionalmente, só existe e funciona graças ao trabalho cotidiano de milhares de servidoras e servidores da Justiça Eleitoral. São essas trabalhadoras e trabalhadores, muitas vezes de forma invisível à sociedade, que, em todos os municípios do país, organizam, preparam e realizam as eleições, cuidam das urnas, garantem a logística, atendem o eleitor e asseguram que milhões de brasileiras e brasileiros exerçam seu direito ao voto.

Portanto, defender as urnas eletrônicas e a democracia é defender quem faz a eleição acontecer. Valorizar a democracia significa, concretamente, valorizar as servidoras e os servidores da Justiça Eleitoral, seu trabalho essencial e a necessidade de condições dignas, de quadro de pessoal adequado e de respeito à sua autonomia.

Nesse sentido, a Fenajufe manifesta apoio às diretrizes destacadas pelo presidente Lula em seu discurso, especialmente no que se refere à defesa intransigente do processo eleitoral brasileiro, e manifesta seu total apoio e solidariedade às servidoras e aos servidores da Justiça Eleitoral que, nesse período, têm sido extremamente atacados e tiveram a credibilidade do seu trabalho colocada em questão. Atacar os servidores que garantem as urnas e as eleições é atacar a própria democracia.

A Fenajufe renova seu compromisso com os servidores da Justiça Eleitoral, com a democracia, com a soberania nacional, com os direitos sociais e com todos os fundamentos constitucionais que asseguram a existência de nossas instituições com independência, autonomia orçamentária, financeira e administrativa próprias, premissas indispensáveis ao integral cumprimento de suas funções.

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