DIÁLOGO

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Fenajufe recebe entidade sindical do Uruguai para troca de informações sobre a Justiça Eleitoral

O objetivo da reunião foi tratar da atuação da Federação, especificamente sobre as pautas do ramo

A Fenajufe recebeu, em reunião virtual, na última semana, a Asociación de Funcionarios Electorales do Uruguai. A Federação foi procurada pela entidade para compartilhar informações sobre sua atuação no Brasil, especificamente em relação às pautas do ramo eleitoral. Diante disso, a Fenajufe e a entidade trocaram experiências com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da Justiça Eleitoral em ambos os países.

O coordenador Manoel Gérson, que também é servidor da Justiça Eleitoral, representou a Federação na reunião. Na ocasião, fez um relato sobre a atuação da Fenajufe e suas principais lutas, abordando as questões relacionadas ao ramo eleitoral.

Para contextualizar os representantes da entidade uruguaia, o coordenador fez um resgate histórico da evolução da Justiça Eleitoral e do sistema de votação no Brasil, destacando como a implantação da urna eletrônica representou um avanço no combate às fraudes históricas registradas no período em que o voto era em papel, além de garantir mais segurança, transparência e agilidade ao processo eleitoral, transformando o papel da Justiça Eleitoral.

Sobre esse ponto, a entidade uruguaia explicou que o país ainda mantém o sistema de votação em cédulas de papel e contagem manual, baseado na fiscalização dos partidos políticos e na confiança institucional. Apesar disso, há debate no país para ampliar os sistemas digitalizados nos serviços. Porém, uma das dificuldades apontadas é a disputa orçamentária por investimentos em pessoal.

Enquanto, no Brasil, a Justiça Eleitoral conta com servidores concursados em seu quadro de pessoal e estrutura própria vinculada ao Poder Judiciário, no Uruguai há um modelo institucional diferente para a organização eleitoral e o ingresso de seus trabalhadores.

A reunião também abordou o cenário político brasileiro e uruguaio, os desafios enfrentados pelas democracias diante do avanço da extrema direita e o papel das coalizões políticas na preservação das instituições democráticas, por meio do parlamento e também dos governos dos países.

Para a Fenajufe, o encontro reafirmou a importância da cooperação internacional entre as entidades sindicais, bem como da troca de conhecimentos e do compartilhamento de boas práticas para a Justiça Eleitoral, que, mesmo com suas diferenças, ao fim contribuem para o fortalecimento das democracias.

Esta foi a primeira reunião com a entidade. Diante da importância da troca de experiências, a Federação se colocou á disposição para futuros diálogos.

A Fenajufe recebeu, em reunião virtual, na última semana, a Asociación de Funcionarios Electorales do Uruguai. A Federação foi procurada pela entidade para compartilhar informações sobre sua atuação no Brasil, especificamente em relação às pautas do ramo eleitoral. Diante disso, a Fenajufe e a entidade trocaram experiências com o objetivo de contribuir para o fortalecimento da Justiça Eleitoral em ambos os países.

O coordenador Manoel Gérson, que também é servidor da Justiça Eleitoral, representou a Federação na reunião. Na ocasião, fez um relato sobre a atuação da Fenajufe e suas principais lutas, abordando as questões relacionadas ao ramo eleitoral.

Para contextualizar os representantes da entidade uruguaia, o coordenador fez um resgate histórico da evolução da Justiça Eleitoral e do sistema de votação no Brasil, destacando como a implantação da urna eletrônica representou um avanço no combate às fraudes históricas registradas no período em que o voto era em papel, além de garantir mais segurança, transparência e agilidade ao processo eleitoral, transformando o papel da Justiça Eleitoral.

Sobre esse ponto, a entidade uruguaia explicou que o país ainda mantém o sistema de votação em cédulas de papel e contagem manual, baseado na fiscalização dos partidos políticos e na confiança institucional. Apesar disso, há debate no país para ampliar os sistemas digitalizados nos serviços. Porém, uma das dificuldades apontadas é a disputa orçamentária por investimentos em pessoal.

Enquanto, no Brasil, a Justiça Eleitoral conta com servidores concursados em seu quadro de pessoal e estrutura própria vinculada ao Poder Judiciário, no Uruguai há um modelo institucional diferente para a organização eleitoral e o ingresso de seus trabalhadores.

A reunião também abordou o cenário político brasileiro e uruguaio, os desafios enfrentados pelas democracias diante do avanço da extrema direita e o papel das coalizões políticas na preservação das instituições democráticas, por meio do parlamento e também dos governos dos países.

Para a Fenajufe, o encontro reafirmou a importância da cooperação internacional entre as entidades sindicais, bem como da troca de conhecimentos e do compartilhamento de boas práticas para a Justiça Eleitoral, que, mesmo com suas diferenças, ao fim contribuem para o fortalecimento das democracias.

Esta foi a primeira reunião com a entidade. Diante da importância da troca de experiências, a Federação se colocou á disposição para futuros diálogos.