SAÚDE E BEM-ESTAR

SAÚDE E BEM-ESTAR

Fenajufe encaminha aos tribunais e conselhos superiores diretrizes aprovadas na Plenária de Salvador

No documento, a Federação defende a adoção de políticas que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis e humanizados

A Fenajufe encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e aos demais conselhos e tribunais superiores as diretrizes aprovadas durante a XXV Plenária Nacional Ordinária da Federação, realizada entre os dias 4 e 7 de junho, em Salvador (BA), no eixo Saúde, Bem-estar e Condições de Trabalho. As propostas são resultado das discussões da categoria e defendem o fortalecimento de ações voltadas à saúde, à prevenção do adoecimento e à melhoria das condições de trabalho das servidoras e dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU).

No documento, a Fenajufe destaca que a valorização das trabalhadoras e trabalhadores também passa pelo cuidado com a saúde física e mental. Por isso, a Federação defende a adoção de políticas que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, humanizados e preparados para enfrentar os desafios atuais da categoria.

Entre os principais pontos estão:

  1. O fortalecimento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Servidor, com ações permanentes de promoção da saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida no trabalho;
  2. A implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), com foco no gerenciamento dos riscos psicossociais, como assédio moral, sobrecarga de trabalho, estresse ocupacional e síndrome de burnout.
  3. A criação de uma política permanente de saúde mental, garantindo atendimento especializado, ações preventivas e programas de acolhimento para reduzir o adoecimento relacionado ao trabalho;
  4. A revisão dos modelos de gestão por metas, para que os indicadores de produtividade considerem o grau de dificuldade das atividades, o dimensionamento adequado da força de trabalho e os impactos na saúde das servidoras e dos servidores;
  5. O reforço das ações de prevenção e combate ao assédio moral e organizacional, com mecanismos permanentes de acolhimento, apuração e responsabilização, além da participação das entidades sindicais na construção e acompanhamento dessas políticas.

O documento também reúne propostas sobre exames periódicos, direito à desconexão, teletrabalho, assistência suplementar à saúde, atualização da legislação sobre licenças para tratamento de saúde e atenção a grupos específicos.

Confira o documento na íntegra AQUI.

Foram enviados ofícios ao Supremo Tribunal Federal (STF),ao Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ao Conselho da Justiça Federal (CJF), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Superior Tribunal Militar (STM).

A Fenajufe encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e aos demais conselhos e tribunais superiores as diretrizes aprovadas durante a XXV Plenária Nacional Ordinária da Federação, realizada entre os dias 4 e 7 de junho, em Salvador (BA), no eixo Saúde, Bem-estar e Condições de Trabalho. As propostas são resultado das discussões da categoria e defendem o fortalecimento de ações voltadas à saúde, à prevenção do adoecimento e à melhoria das condições de trabalho das servidoras e dos servidores do Poder Judiciário da União (PJU).

No documento, a Fenajufe destaca que a valorização das trabalhadoras e trabalhadores também passa pelo cuidado com a saúde física e mental. Por isso, a Federação defende a adoção de políticas que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, humanizados e preparados para enfrentar os desafios atuais da categoria.

Entre os principais pontos estão:

  1. O fortalecimento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Servidor, com ações permanentes de promoção da saúde, prevenção de doenças e melhoria da qualidade de vida no trabalho;
  2. A implementação da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), com foco no gerenciamento dos riscos psicossociais, como assédio moral, sobrecarga de trabalho, estresse ocupacional e síndrome de burnout.
  3. A criação de uma política permanente de saúde mental, garantindo atendimento especializado, ações preventivas e programas de acolhimento para reduzir o adoecimento relacionado ao trabalho;
  4. A revisão dos modelos de gestão por metas, para que os indicadores de produtividade considerem o grau de dificuldade das atividades, o dimensionamento adequado da força de trabalho e os impactos na saúde das servidoras e dos servidores;
  5. O reforço das ações de prevenção e combate ao assédio moral e organizacional, com mecanismos permanentes de acolhimento, apuração e responsabilização, além da participação das entidades sindicais na construção e acompanhamento dessas políticas.

O documento também reúne propostas sobre exames periódicos, direito à desconexão, teletrabalho, assistência suplementar à saúde, atualização da legislação sobre licenças para tratamento de saúde e atenção a grupos específicos.

Confira o documento na íntegra AQUI.

Foram enviados ofícios ao Supremo Tribunal Federal (STF),ao Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ao Conselho da Justiça Federal (CJF), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Superior Tribunal Militar (STM).