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Plantão

Fabiano dos Santos - SP

Lucena Pacheco  - RJ

Escala de Plantões - 2022* maio a dezembro

 

 

 

 

 

 

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Redação Fenajufe

Em dia nacional de luta e paralisações, Sindicatos realizam atividades e atos nos  estados

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Ações aconteceram durante todo o dia; mobilizações continuarão nas próximas semanas em Brasília; orientação é manter a pressão

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Reajuste em 5%: evidenciando descaso com a pauta dos servidores, Bolsonaro afirma que não há nada garantido

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Informações desencontradas dão o tom do governo; Fenajufe orienta intensificar mobilização

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Comissão de Carreira do MPU retoma atividades e Fenajufe amplia participação em grupos temáticos

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A Fenajufe assegurou participação no grupo que debaterá a recomposição salarial

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Fenajufe convoca pressão e mobilização em Brasília pela recomposição salarial

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Estão previstas atividades de pressão também no Conselho da Justiça Federal (CJF), em apoio aos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais

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Fazemos um Judiciário Federal cada vez mais eficiente Mas nossos salários continuam congelados.

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Nos últimos anos, o Judiciário Federal tem se tornado cada vez mais eficiente. Como consequência, houve redução na quantidade de processos em tramitação e mais agilidade na prestação dos serviços jurisdicionais.

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Fenajufe recebe homenagem do Fórum Permanente em Defesa do Serviço Público Ceará

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A iniciativa reconhece luta e empenho da Federação pelos direitos das (os) servidoras(es),do serviço público e classe trabalhadora 

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Fonasefe e Fonacate solicitam audiências com Lira e Pacheco para tratar da recomposição salarial dos servidores

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Entidades buscam encontro com os presidentes da Câmara e Senado na semana do dia 30/05, quando atividades estão programadas para acontecer em Brasília

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Para construir um Judiciário mais inclusivo, é preciso qualificação de seus servidores

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Com a ampliação do uso de tecnologias digitais e também com a crescente qualificação acadêmica e profissional de seus servidores, o Poder Judiciário brasileiro tem avançado nos últimos anos na prestação de serviços mais eficientes, ágeis e inclusivos à população.

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Agência de Notícias

Sintrajusc requer mudanças em portaria que altera rotinas de trabalho dos OJAFs

Através de sua Assessoria Jurídica, o Sintrajusc manifestou-se no PROAD nº 3418/2022, do TRT-SC,  [ ... ]

Sindicatos
Em dia de greve, categoria realiza ato híbrido e convoca novas atividades

Manifestação no Fórum Trabalhista Ruy Barbosa foi a primeira após dois anos de pandemia e reuniu [ ... ]

Sindicatos
Reunião com servidores do TRE-SC destaca cobrança por Plano de Segurança na eleição 2...

Sintrajusc está dando encaminhamento às propostas que surgiram na reunião virtual com servidore [ ... ]

Sindicatos
O requerimento dos Técnicos Judiciários é justo e necessário

A inclusão do Nível Superior para a categoria trará maior reconhecimento ao profissional que atua [ ... ]

Sindicatos
Em 19 de maio, Dia de Mobilização pela reposição salarial, Sintrajufe/RS promove asse...

A quinta-feira, 19, será de atividades de mobilização do funcionalismo federal pela reposição e [ ... ]

Sindicatos
Sintrajuf-PE convoca categoria para o Ocupa Brasília. Reposição exige mobilização e l...

O Sintrajuf-PE convoca a categoria para mais uma mobilização nacional por reposição salarial, ab [ ... ]

Sindicatos
Sintrajufe/RS tem participação confirmada em audiência pública da CTASP sobre reposiç...

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) aprovou os requerimentos da  [ ... ]

Sindicatos
Reposição: Assembleia define calendário de mobilização. Participe!

A Assembleia Geral do Sintrajuf-PE, ocorrida em modo virtual nesta segunda-feira (16/05), debateu ce [ ... ]

Sindicatos
Sitraemg pede ao Deputado Federal Subtenente Gonzaga apoio a pautas de interesse da c...

Recomposição salarial, nível superior para técnicos do judiciário e polícia judicial estiveram [ ... ]

Sindicatos
Reajuste só com luta: Alinhados com Bolsonaro, Judiciário Federal e MPU indicam 5% de...

Como reafirmado nos diversos fóruns da categoria, mobilização deve ser feita em conjunto com dema [ ... ]

Sindicatos

 

Reconstruir o Brasil passa pelas urnas

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por Ana Paula Cusinato*

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Governo conduz à bancarrota o Regime Próprio de Previdência Social – RPPS

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Mais que uma data!

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Por Márcia Pissurno*

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Dia da Mulher: Momento para refletir sobre Conquistas e Retrocessos

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Por Simone Oliveira

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Por Augusto Zamora R* - 14/02/05

Relevantes meios de comunicação e políticos não duvidaram em qualificar o que aconteceu no passado dia 30 no Iraque como "as primeiras eleições democráticas" da sua história. A afirmação é um alarde de cinismo ou de cegueira porque ninguém - que acredite numa verdadeira democracia - pode aceitar, como tal, a farsa eleitoral organizada pelos EUA. Não o pode chamar, sem deformar a tal ponto os fundamentos da democracia que, então, pode chamar-se isso a qualquer arremedo de consulta popular, onde o que importa não é o país, mas o poder.

O Iraque, há que recordá-lo, é um país ocupado por 200 mil soldados estrangeiros e em guerra. Um Estado soberano invadido em 2003, em violação das leis mais fundamentais do Direito Internacional e onde, diariamente, são assassinados, torturados e vilipendiados centenas de cidadãos, sem que haja lei ou autoridade que zele pelos seus direitos. Um país que vê destruídas cidades, povoações e bairros pelas forças invasoras, no meio do silêncio cúmplice de tantos governos, mais preocupados em agradar à potência ocupante que em deter a destruição do Iraque e os crimes que ali se cometem diariamente.

As eleições, além disso, estavam infestadas de arbitrariedades que, não fossem os Estados Unidos o organizador – ou se o seu promotor tivesse sido um país adverso ao Ocidente – a desclassificação das mesmas teria sido generalizada. Realizaram-se, em primeiro lugar, em total ausência de liberdade, pois nenhuma pessoa honesta pode acreditar que um país agredido e ocupado pode exercer livremente o seu direito à autodeterminação. As eleições em Timor Leste realizaram-se em 2001 sob a supervisão da ONU, dois anos depois de o exército indonésio abandonar o país. Nunca ninguém pensou em realizar as eleições enquanto Timor permanecia debaixo da ocupação de tropas estrangeiras.

Em segundo lugar, não existia um recenseamento fiável, nem se tinham, minimamente, definido os votantes. Esta carência essencial permitirá aos EUA adulterar os níveis de participação e dirigir os votos para os seus candidatos protegidos, de forma que ganhe quem menos o odiar. Também não havia uma autoridade eleitoral, legítima e independente, que zelasse pela lisura do escrutínio, nem que garantisse as liberdades eleitorais mínimas, como exige o jogo democrático. Os partidos que se opõem à ocupação foram ilegalizados ou integraram-se na resistência. Desde a convocação das eleições, optaram por retirar-se 53 partidos dos 84 que se apresentaram inicialmente, pela precariedade das mesmas e ausência de garantias. A farsa era tão absurda que até podiam ter votado 150 mil israelenses de origem iraquiana.

Na conferência de Sharm el Sheij, no Egito, a França apresentou uma proposta, não aceita, com três condições para superar o desastre no Iraque: a participação de todas as forças iraquianas, incluída a resistência, em qualquer proposta de solução; passar o controle do Iraque às Nações Unidas e fixar uma data de retirada das tropas estrangeiras. A recusa desta proposta revela a intenção de manter, sine die, a ocupação do Iraque, o que é o mesmo que dizer a de prolongar a guerra e a destruição e, naturalmente, a de manter o país dominado. Não se gastaram 300 mil milhões de dólares para devolver o Iraque aos iraquianos.

Dar por boas eleições realizadas em tais condições não só aumentará a confrontação no Iraque como implicará legitimar as guerras de agressão e validar os crimes internacionais. Deitaram por terra não só a Carta das Nações Unidas, como também o Tribunal Penal Internacional, pois carecerá de sentido defender uma ordem jurídica mundial e um tribunal internacional quando basta uma farsa eleitoral para limpar os crimes mais abomináveis.

Os EUA, que inventaram a democracia das bananas no Caribe, tentam impor no Iraque uma democracia de cadáveres. Invade o país, coloca um governo títere, mata, encarcera e tortura os opositores e convoca eleições sem garantias, nas quais apenas participam os seus. Com o arremedo eleitoral, a ocupação e a guerra transformam-se em politicamente corretas e Bush poderá proclamar, sobre um país devastado, que os Estados Unidos cumpriram a sua missão civilizadora. O modelo não é novo. Na América Latina foi utilizado ao longo de décadas. E ainda se estão a contar os cadáveres.

* Augusto Zamora R. é professor de Direito Internacional Público e Relações Internacionais na Universidade Autônoma de Madrid.

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